Prefeitura de Teresina reduz em 40% lixões na zona Sudeste

Após a colocação das placas, a quantidade de lixo jogada diminuiu.

A Prefeitura de Teresina conseguiu reduzir em cerca de 40% o número de lixões na zona Sudeste. Para isso, não precisou fazer grandes investimentos. Pelo contrário: o bom resultado foi obtido apenas com a colocação de placas alertando para a proibição de jogar lixo em determinadas áreas. A medida e o efeito são comemorados pelos gestores da SDU Sudeste, órgão responsável pela administração da região.

Image title

De acordo com o gerente de Serviços Urbanos da SDU Sudeste, Roberto Viana, o primeiro passo para reduzir o problema na área foi fazer um levantamento do número de lixões. “Contabilizamos 79 pontos de concentração de lixo. A partir daí, começamos a limpar e, em seguida, colocamos as placas de Proibido Jogar Lixo. O resultado foi surpreendente”, comenta o gestor.

Após a colocação das placas, a quantidade de lixo jogada diminuiu até que, em vários pontos, praticamente desapareceu. “Reduzimos muito com uma medida bem simples. Eliminamos cerca de 30 pontos só com as placas”, afirma Roberto Viana.

Um desses pontos é a Praça do Bambu, localizado no bairro Dirceu I. O local sempre enfrentou problemas com o acúmulo de lixo, mas a situação só foi resolvida após uma limpeza total e a colocação das placas. “Desde a semana passada, o local está completamente limpo. É algo inédito e resultado de muita luta”, argumenta o gerente de Serviços Urbanos da SDU Sudeste.

Problemas

Apesar do cenário otimista, os gestores da SDU Sudeste ainda enfrentam problemas para manter a região limpa. Em alguns lugares, por exemplo, as placas com os dizeres “Não Jogue Lixo Neste Local” estão sendo roubadas.

Manter a zona Sudeste limpa é uma das prioridades da SDU. No primeiro trimestre de 2015, por exemplo, as equipes de limpeza da Gerência de Serviços Urbanos recolheram um total de 832 toneladas de lixo e entulho no trecho da BR-343 compreendido entre o balão do Tancredo Neves e o Terminal de Petróleo de Teresina.

Fonte: Ascom