Professores são acusados de usar unhas e sague de alunos em rituais

O caso aconteceu na cidade de Ondo, na Nigéria

Dois professores de educação infantil foram presos, no último mês, acusados de usar as unhas e o sangue de seus alunos em rituais, na cidade de Ondo, na Nigéria.

Os professores envolvidos no caso de tortura  lecionavam em duas instituições diferentes: a primeira ocorrência foi registrada na escola particular The God Heritage School, onde a mulher identificada como Blessings Omowera trabalhava; e a segunda, na Saint Monica Girls Grammar, local de trabalho de Sola Kalejaiye. 

As investigações começaram quando um dos alunos de Omowera – uma criança de três anos, reclamou de dores para seu pai, e então, o homem procurou a escola para conseguir esclarecimentos.


Quando ele descobriu a verdade, ficou tão chocado quanto outros pais, que confiavam na instituição, e inclusive, chegaram a tirar seus filhos da God Heritage School.

Ela e seu suposto cúmplice foram presos e, segundo o portal  Standard Digital , o distrito policial responsável pelo caso descreveu a atuação da mulher como: "cuidadosamente cortar as unhas e os dedos de duas crianças – alunos da escola, e guardar o sangue dentro da sua bolsa de mão".

Em depoimento, Omowera apontou Kalejaiye como a pessoa que lhe apresentou os atos ritualísticos, entretanto, o professor negou todas as acusações feitas pela mulher. Após o pagamento da fiança, ele foi liberado ao concordar em ajudar nas investigações do caso e comparecer à corte se for intimado.

Por outro lado, Omowera, que em um primeiro momento confessou sua participação no crime , foi aconselhada por seu advogado e posteriormente negou as declarações anteriores. Agora, ela aguarda julgamento.

O oposto de educadores

Ocorrências de docentes abusivos – e criminosos, vem à tona de tempos em tempos. Por exemplo, uma professora de teatro de 33 anos foi presa nos Estados Unidos pela polícia local após ter sido flagrada praticando sexo oral em um aluno de 15 anos . O caso ocorreu no mês de maio Broward County, no estado da Flórida.

Após pagamento de fiança, Pamela foi liberada, mas terá de ficar com uma tornozeleira e será monitorada pela polícia. Ela também foi proibida de se aproximar ou de manter qualquer tipo de contato com o garoto. Mesmo tendo colocado a mulher em liberdade, a Justiça da Flórida afirma que irá prosseguir com as investigações para checar se houve casos semelhantes com outros adolescentes e professores da região.


Fonte: ig