Secretaria de Saúde monta plano para aumentar cirurgias cardiológicas no Piauí

De acordo com a parlamentar, algumas ações emergenciais poderão ser tomadas, de modo que as finanças não sejam prejudicada

Visando ampliar a discussão sobre a necessidade no aumento da demanda de cirurgias cardiológicas no Piauí, a Secretaria de Saúde reunir-se-á na próxima semana com representantes do setor para viabilizar uma solução para a questão. O encontro atende a um pedido realizado pela deputada estadual Flora Izabel (PT), que esteve reunida com o secretário da pasta, Francisco Costa (PT), na última quarta (01) e alertou pela busca crescente do procedimento nos principais hospitais do Estado.

De acordo com a parlamentar, algumas ações emergenciais poderão ser tomadas, de modo que as finanças não sejam prejudicadas. A preocupação com as despesas condiz com a política de ajustes adotada pelo Executivo, tendo em vista os débitos herdados da gestão anterior. “Sabemos que a realização de concurso somente para uma especialidade é bastante complicado, mas entendemos que outras ações emergenciais podem ser adotadas, como a contratação de profissionais ou mesmo o oferecimento de compensação financeira aos médicos”, apontou.

RETOMADA – No encontro, Flora também solicitou a retomada das atividades do Centro de Fisioterapia de Buriti dos Lopes, destacando a necessidade de profissionais de saúde para a unidade, tendo a ciência de que toda a estrutura já está pronta. “Estamos pleiteando a reabertura do Centro junto à secretaria de Saúde, pois assim evitamos o envio de pacientes que necessitam de fisioterapia para o hospital regional de Parnaíba, além de assegurar um atendimento mais rápido à população local”, relatou.

Com o diagnóstico da situação, o secretário de Saúde firmou o compromisso de enviar dois fisioterapeutas e dois assistentes para o local, viabilizando o atendimento. “Essa é uma situação que podemos resolver mais facilmente e que terá impacto positivo no âmbito da saúde pública, pois assim evitamos o acúmulo de pacientes nos hospitais regionais”, impôs.

 

Fonte: Ananias Ribeiro