Brasil é o 2º país mais importante para a Capcom, diz executivo

Brasil é o 2º país mais importante para a Capcom, diz executivo

Produtora de "Street Fighter" iniciou atividades no país

O Brasil é o segundo país mais importante para a Capcom nas Américas, perdendo apenas para os Estados Unidos em vendas, de acordo com o vice-presidente sênior da empresa, Christian Svensson. Por conta disso, a produtora de séries como ?Street Fighter?, "Resident Evil?, ?Devil May Cry?e outras desembarcou oficialmente no país.

?Em 2011, o Brasil ultrapassou o Canadá. Foi o maior crescimento que já vimos e este foi um dos motivos pelos quais percebemos que deveríamos dar mais atenção para o país?, disse o executivo. Ele não divulgou números de vendas da Capcom no país.

Ele conta que há tempos estuda o mercado de games brasileiro para trazer a empresa para cá. Nos últimos meses, Swensson se encontrou com distribuidores e varejistas, contratou funcionários para a sede local da Capcom, localizada na Zona Sul da cidade de São Paulo, e trouxe o site de comunidade traduzido para os fãs.

Globalmente, contudo, ele diz que o Brasil é muito pequeno e que as vendas locais ainda não são expressivas a ponto de influenciar nos resultados da empresa. "Mesmo assim, é um mercado crucial", afirma. "Por este ponto de vista, o Brasil ainda é muito pequeno, mas é um dos que mais cresce rapidamente".

Planos para o mercado

O primeiro game lançado já com a Capcom no Brasil foi "Resident Evil 6", no início de outubro. "Este é nosso primeiro game com legendas em português e também o lançamos com apenas dois dias de diferença dos Estados Unidos. Queremos melhorar isso", conta.

Outros jogos que o vice-presidente confirma que virão com legendas em português são "Lost Planet 3", "Remember Me" e "DmC". Segundo ele, a dublagem dos games é um próximo passo, mas ainda está em análise por conta dos altos custos. "Anteriormente, trabalhávamos apenas com os idiomas inglês e japonês [nos games]. Agora temos 13 línguas nas legendas, incluindo o português, o que é um grande passo para nós. Queremos ver o impacto das vendas para decidir se a dublagem é um próximo passo viável."

Fonte: G1