Com foco no Brasil, o site startup oferece aula de inglês no Hangout

Ferramenta de videoconferência do Google é usada em aulas

Os americanos Benjamin Lowenstein e Lee Jacobs têm o Brasil como o alvo principal de sua ideia: a Colingo, uma plataforma virtual para aprendizado de inglês por meio de aulas de vídeo. O serviço, que por enquanto é gratuito, usa o Hangout, do Google, para criar videoconferências entre alunos e professores ?as aulas são gravadas e disponibilizadas no YouTube. A partir desta quarta-feira (17), as aulas de inglês acontecerão 24 horas por dia em todos os dias da semana.

?A maioria dos nossos estudantes é formada por jovens profissionais tentando aperfeiçoar seu inglês para o trabalho ou para a escola?, disse Jacobs, em entrevista. Segundo ele, o Brasil já é o principal mercado da empresa, criada em 2010. ?Saber inglês, atualmente, é uma infraestrutura, como boas rodovias ou um telefone. O Brasil precisa disso para ser global?, completa Lowenstein. Os dois podem ser vistos dando aula na Colingo.


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?Criamos a Colingo, porque qualquer pessoa que quer aprender inglês deve poder fazer isso, sem ser distanciada de seu sonho?, disse Lowenstein, que fez viagens pela América Latina para aprender espanhol ?o segundo idioma é um ?luxo? para os americanos, diz ele.

As aulas virtuais da Colingo são gratuitas ?no presente momento?, segundo seu fundador. Os interessados podem ir ao site da empresa e procurar uma aula que seja compatível com seu nível no idioma e com a área que quer aprender (gramática, conversação e interpretação de clipes de áudio estão na lista). As aulas são bem distribuídas ao longo do dia e, depois de exibidas, disponibilizadas na íntegra no YouTube.

Testamos as aulas da Colingo e o produto funcionou bem, mas ainda tem problemas. Alguns alunos, por exemplo, frequentam aulas de níveis superiores aos que conseguem entender e acabam atrapalhando o ritmo da aula. Há, também, quem não saiba exatamente como lidar com o Hangout, o que também pode atrapalhar o ritmo de quem quer aprender.

Uma das vantagens do produto é que as aulas são dadas por americanos, que acabam dando dicas sobre os usos do idioma e algumas especificidades de outros países.

Fonte: G1