Facebook terá imagens 'temporárias' e GIFs como foto do perfil

A novidade deve chegar no Brasil no final de ano

Se gostou quando o Facebook liberou os GIFs animados na linha do tempo, você vai adorar a nova atualização. A rede social acaba de lançar um recurso que permite que o usuário coloque como imagem de perfil um GIF.

Com a nova ferramenta, chamada de profile videos, a pessoa poderá fazer um vídeo de até sete segundos e colocar no lugar de sua foto estática no perfil. Assim, toda vez que alguém visitar o perfil no Facebook, verá a foto se mexendo.

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“Profile videos vai deixar você mostrar uma parte de si mesmo que não podia antes e adicionar uma nova dimensão ao seu perfil”, diz um dos diretores.

A ferramenta é muito parecida com a disponibilizada pelo aplicativo Snapchat.

O uso da ferramenta não é obrigatório, assim, quem quiser, pode manter as fotos estáticas.

Outra novidade revelada pelo Facebook também está relacionada às fotos de perfil. Agora, o usuário também poderá definir uma imagem de perfil temporária. Após uma hora ou sete dias utilizando a foto temporária, ela reverte automaticamente para a imagem antiga, isso tudo controlado pelo dono do perfil.

“Pode ser uma atualização de status para que seus amigos saibam o que está acontecendo em sua vida hoje. Ou pode ser a sua declaração de solidariedade para uma causa que você gosta muito”, conta a empresa.

A ideia de fornecer este recurso surgiu após mais de 26 milhões de pessoas utilizarem o filtro “arco-íris”, em comemoração à legalização do casamento homossexual nos Estados Unidos.

Além destas duas novas ferramentas, o Facebook lança a "minibriografia" nas informações do perfil.

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Outra mudança que os usuários vão notar em breve é a mudança da foto do perfil na versão mobile que foi transportada para o centro da tela. Antes, ela ficava na lateral esquerda do display. “Nós as fizemos maiores para lhe mostrar o que você pode fazer com as nossas novas ferramentas criativas.”

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Os novos recursos ainda não estão disponíveis para todos os usuários, os primeiros países a testar as mudanças será os Estados Unidos e o Reino Unido.

Fonte: Exame