Instagram cria ferramenta para a troca de conteúdos privados;veja

Instagram cria ferramenta para a troca de conteúdos privados;veja

A novidade estará disponível via atualização a partir desta quinta para usuários de iPhone e aparelhos com sistema operacional Android.

A rede social de fotos Instagram anunciou nesta quinta-feira (12) a criação de uma ferramenta chamada Instagram Direct, que permite a troca de conteúdo privado (fotos e vídeos) entre pessoas que se seguem. A novidade estará disponível via atualização a partir desta quinta para usuários de iPhone e aparelhos com sistema operacional Android.

A ferramenta tem visual bastante parecido com a de conversas privadas no Facebook, empresa dona do Instagram. Após selecionar um arquivo (foto ou vídeo) e um filtro, o usuário marca a opção Direct no topo da página. Ele pode então selecionar até 15 pessoas que receberão aquela imagem.

A partir do envio, os usuários podem iniciar uma conversa privada - assim como já acontece no Facebook Messenger.

Só é possível enviar imagens para aquelas pessoas que seguem você na rede social. Desconhecidos têm de pedir autorização para mandar esse conteúdo de forma privada - se o dono da conta não quiser, pode simplesmente negar a solicitação. Aceitar esse pedido dá início à conversa, mas um usuário não passa a seguir o outro automaticamente depois disso.

Se os dois se seguem, o envio e recebimento é feito de forma automática (uma notificação aparece no canto superior direito do aplicativo). Uma marcação (estilo o "check" do Whatsapp) associada à foto do perfil indica que a pessoa viu aquela imagem.

Segundo a empresa, a novidade não vai concorrer diretamente com o Facebook. Isso porque, no caso do Instagram, a troca de mensagens vai girar em torno de um conteúdo específico (a foto ou vídeo compartilhado).

Em evento realizado para a imprensa em São Paulo, onde foi transmitido o anúncio feito na Califórnia (EUA), a empresa de três anos anunciou ter 150 milhões de usuários em todo o mundo, 60% deles fora dos Estados Unidos. O Brasil aparece entre os cinco principais mercados, mas a companhia não informa em qual posição.

Fonte: UOL