Nova edição do clássico "Counter-Strike" chega nesta terça-feira

Nova edição do clássico "Counter-Strike" chega nesta terça-feira

"Counter-Strike: Global Offensive" custa US$ 15 no PS3, X360 e PC. Jogo vendido apenas por download tem idioma português

A nova versão do game clássico de tiro em primeira pessoa "Counter-Strike", sensação nas lan houses do Brasil, chega nesta terça-feira (21) para o PlayStation 3, Xbox 360 e PC. "Counter-Strike Global Offensive" é vendido por meio de download nas lojas virtuais dos aparelhos - e no Steam no PC - por US$ 15 e tem opção para o idioma em português nos computadores.

"CS: GO" é um remake do game original com gráficos atualizados e possui novos mapas, personagens e armas, além trazer versões refeitas de mapas clássicos como o "de_dust". O game ainda tem novos modos de jogo, criação de partidas (matchmaking) e placares de líderes.

A produtora do game, a Valve, dará suporte para modificações feitas por usuários (mods) e, logo no lançamento, haverá um modo em que o jogador enfrenta zumbis. O game teria modo de partidas on-line que uniria as três plataformas (PS3, X360 e PC), mas o recurso foi excluído da versão final. A alegação da empresa é que jogadores no PC, por utilizarem teclado e mouse, teriam vantagem contra quem usa o joystick.


Nova edição do clássico

""Counter-Strike" foi o jogo mais jogado no mundo e em campeonatos nos últimos 12 anos, tendo vendido mais de 25 milhões de unidades no mundo todo", afirma Doug Lombardi, vice-presidente de marketing da Valve. Até hoje, o game é um dos mais populares em competições de games como o World Cyber Games e ESWC.

Polêmica no Brasil

Embora seja o game mais popular nas lan houses e em competições, "Counter-Strike", lançado em 1999 como uma modificação do game "Half-Life", teve a venda proibida no Brasil em janeiro de 2008. A Justiça voltou atrás e permitiu a venda do game em junho do mesmo ano. O motivo para a restrição foi uma modificação que permitia trocar tiros em uma arena virtual que reproduzia uma favela do Rio de Janeiro. Na época, a Justiça entendeu que o game ensinaria táticas de guerra e conspiraria contra a ordem social.

Fonte: G1