Óculos de realidade aumentada virtual ganham um game erótico

Óculos de realidade aumentada virtual ganham um game erótico

"Wicked Paradise" está em desenvolvimento para PC e chega em 2014

O Oculus Rift, um óculos de realidade aumentada para PC, receberá um game de aventuras eróticas chamado "Wicked Paradise". De acordo com os produtores do jogo, que tem designers de títulos como "Call of Duty", "Lost Planet", "Madden" e outros, o objetivo é, em vez de se assitir a um filme erótico, o usuário seria o astro (ou a estrela) deste filme. O game tem previsão de lançamento para 2014.

De acordo com o desenvolvedor Jeroen Van den Bosch, um dos responsáveis pelo projeto, disse ao site "Road to VR" que este é o "primeiro jogo de realidade virtual erótico". Ele afirma que não será um jogo pornográfico e, sim, "uma experiência com história e contexto para envolver o jogador e sua parceira (ou parceiro) virtual. Inicialmente, o jogo trará uma experiência heterossexual masculina, mas a empresa planeja levar o game com versões para mulheres heterossexuais e homossexuais.

O motivo de fazer o jogo para PC usando o Oculus Rift é porque o dispositivo colocado como um óculos na frente dos olhos do jogador apresenta imagens em 3D e a imagem se move conforme ele mexe sua cabeça para os lados.

O dispositivo tem feito sucesso por alguns motivos: arrecadou R$ 2,4 milhões dos fãs de games e de tecnologia no site de fundos Kickstarter e tem o apoio dos principais criadores de jogos em primeira pessoa como Gabe Newell, de "Half-Life" e John Carmack, de "Doom". Jogos destas lendas dos games poderão ser jogados com o acessório. O Oculus Rift apresenta imagens em 3D que, por ser colocado como óculos no rosto do jogador, dão a sensação de o gamer estar dentro do jogo.

"Wicked Paradise" usa o motor gráfico "Unreal Engine", usado em jogos como "Gears of War", "Lost Planet 3", "Injustice", "BioShock Infinite" e muitos outros. Na produção, foi usado um sistema de captura de movimentos em atrizes para tornar o movimento das modelos mais realistas.

Fonte: G1