Venda global de smartphones supera a de celulares simples

Venda global de smartphones supera a de celulares simples

Em comparação com o primeiro trimestre de 2012, as vendas do mercado subiram 4%.

A venda global de smartphones (telefones inteligentes) superou pela primeira a venda de celulares simples (ou "feature phones") no primeiro trimestre de 2013, segundo divulgou nesta quinta-feira (25) a consultoria IDC. Foram comercializados no período 216,2 milhões de smartphones, valor que corresponde a 51,6% dos telefones celulares vendidos durante o período (total de 418,6 milhões).

Em comparação com o primeiro trimestre de 2012, as vendas do mercado subiram 4%. Se considerados apenas os smartphones, no entanto, esse crescimento foi de 41,6% no período de um ano. Em relação ao último trimestre de 2012 (227,8 milhões), a venda de telefones inteligentes caiu 5,1%.

O estudo não especifica quais os principais fabricantes de smartphones (sabe-se que a Samsung vem em primeiro lugar, seguida da Apple). No ranking geral, as empresas com maior participação de mercado são: Samsung (27,5% no primeiro trimestre), Nokia (14,8%), Apple (8,9%), LG (3,7%) e ZTE (3,2%). As demais ficam com 41,9%.

O analista Ramon Llamas, da IDC, destaca a presença cada vez mais forte de fabricantes chineses: "Há um ano, era comum ver Nokia, Blackberry [então Research in Motion] e HTC nas cinco primeiras posições. Enquanto essas empresas passam por várias transformações, os chineses fizeram progressos significativos na conquista de usuários com seus smartphones Android".

Entre os destaques do levantamento está o fato de a Samsung ter comercializado no primeiro trimestre mais smartphones do que a soma dos quatro principais concorrentes (70,7 milhões de unidades, contra 37,4 milhões da Apple). A fabricante do iPhone, por sua vez, apresentou crescimento de 6,6% no período de um ano (a última vez que a porcentagem subiu dois dígitos foi no terceiro trimestre de 2009, antes do lançamento do iPhone 4). Já a LG voltou para o ranking das cinco mais, após ficar dois trimestres de fora.

Fonte: UOL