Teresinense deve ficar em casa no feriado de Finados

Teresinense deve ficar em casa no feriado de Finados

Na próxima sexta, Dia de Finados, começa mais um feriado prolongado no Brasil.

Mais um feriado prolongado se aproxima e a expectativa é que o fluxo de viajantes nas estradas que cortam o Piauí não seja tão expressivo, como em feriados anteriores. Segundo expectativas da direção da Rodoviária Lucídio Portela, a maioria dos teresinenses devem ficar em casa nesse Dia de Finados.

A coordenadora Márcia Arruda, de uma das empresas de ônibus que faz linha para os destinos mais procurados pelos teresinenses, como São Luís, Fortaleza e o litoral piauiense, conta que as expectativas é que o número de viajantes sejam poucos nesse feriado. ?Até agora nós não temos expectativas de horários extras. Até os horários que nós temos ainda possuem muitas vagas e não temos muita esperança de mudança?, disse.

Apesar de considerar essa pouca movimentação atípica, Márcia explica essa baixa no número de viajantes com o fato de o feriado de finados vir depois de muitos outros que também caíram na sexta-feira. ?Já viemos de uma sequência de feriados e nesse não devemos ter muitos viajantes. Além disso, no feriado de finados as pessoas preferem ficar em casa, elas querem ir aos cemitérios para visitar os túmulos dos entes queridos?, pontuou.

O diretor da rodoviária, Edmar Guilherme, também confirma essa expectativa de poucos viajantes nesse feriado. Os números desse feriado, nos últimos dois anos, segundo ele, mostram uma tendência do teresinense de ficar na capital e deve ser mantido neste ano. ?Em 2010 houve um decréscimo no número de viajantes em relação a 2009. Em 2011 se manteve mais ou menos os mesmos números de 2010 e neste ano também não deve ter mudanças?, argumentou.

No último feriado, do Dia do Piauí, a movimentação de viajantes já foi inferior à registrada no feriado de Nossa Senhora Aparecida, por exemplo. ?A sequência de feriados também fez com que as pessoas ficassem em casa neste Dia de Finados?, completou o diretor.

Fonte: Pollyanna Carvalho