Paulo Fontenele

Antecipação da escolha é uma decisão acertada

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02/02/2010 - 18h:27

O governador Wellington Dias (PT) revelou de público nesta terça-feira (02) após a leitura de sua mensagem à Assembléia Legislativa que daqui a 1 mês, no início de março, reunirá todos os partidos que compõem a aliança governista para decidir sobre a escolha do candidato que disputará sua sucessão nas eleições de outubro. Anteriormente acertada para o final de março e início de abril, no limite do prazo de desincompatibilização, a antecipação da decisão se deu pelo fato de o governador está convencido que os critérios do acordo não serão respeitados e sem o cumprimento das regras ele fica para coordenar o processo até o fim.
Se o governador está decidido a permanecer no cargo, não resta dúvida que a antecipação da escolha do nome do candidato foi acertada. Não há mais necessidade de manter o prazo de desincompatibilização, porque se Wellington Dias vai ficar e coordenar o processo, com a definição, ele passa, então, a uma outra fase de seu plano, que é a articulação com vistas a negociar com os partidos sobre a composição em torno do nome que escolher. Isso porque, mesmo ele permanecendo governador, terá de convencer os partidos a continuarem fazendo parte da aliança dentro de um processo de recomeço por alguns aspectos.
Um desses aspectos mais importantes que Wellington Dias terá de levar em conta é que dentro do processo de sua sucessão há uma alternativa viável que alguns partidos da base dispõem para analisar antes de tomar qualquer decisão. Com efeito, o governo tem um trunfo bem mais atraente que é a própria máquina, muito embora uma candidatura oposicionista viável, com perspectiva de vencer e contar 4 longos anos de mandato é bem mais tentador do que uma estrutura administrativa durante o processo eleitoral. Neste caso, Dias terá de por em prática os seus dotes de encantador de serpente para segurar os partidos na base.
Ficando no governo, Dias sacrificará uma eleição certa para o senado mas quem o conhece sabe que o que está em jogo não é a continuação de um projeto político pessoal, ou uma carreira política, digamos, de sucesso, onde cada patamar alcançado ao longo de sua atividade pública, se deu através de sucessivas vitórias eleitorais. Wellington Dias é um idealista, uma palavra que já foi conhecida e cultiva, mas hoje de muito pouco uso pela maioria dos políticos. Se ele acha que tem um projeto, que está colocando em prática um projeto, e que deve ser continuado, essa posição ele não muda, nem por uma cadeira de senador. Por essa razão, ou os partidos aliados seguem seu idealismo, ou o verão coordenar o processo com um candidato de sua própria escolha.

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Para Roncali, PMDB é quem está mais próximo de se aliar ao PSDB

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01/02/2010 - 09h:01

O deputado Roncali Paulo (PSDB) disse nesta segunda-feira (01) que dos partidos da aliança do governo o que está mais próximo de se unir ao PSDB é o PMDB. Em entrevista ao Bom Dia Meio Norte, o deputado tucano admitiu que houve um recuo do prefeito Sílvio Mendes nas conversas com os partidos da base mas através de interlocutores o diálogo continua ocorrendo nos bastidores para evitar intervenções que possam causar impedimento numa aproximação do PMDB com o PSDB. Para Roncali, além do PMDB, seu partido tem conversado com lideranças de outras siglas da base mas na sua opinião, as conversas com os peemedebistas estão bem mais adiantadas.
“O PSDB poderia fazer uma aliança com o PTB mas não nos termos em que o candidato ao governo seria o senador João Vicente Claudino, porque a candidatura do prefeito Sílvio Mendes já é quase um fato”, explica Roncali. “Meses atrás era possível que o senador pudesse vir a ser o nome que PSDB pudesse apoiar na perspectiva de que João Vicente viesse a se candidatar pela oposição, como isso não aconteceu, uma composição entre nós e o PTB só será viável se o partido recuar da candidatura própria e vier a apoiar Sílvio Mendes”, complementa. Na opinião de Roncali, é improvável que o PSDB venha a apoiar João Vicente mesmo ele rompendo com o governo.
Depois de dizer que a preferência eleitoral por Sílvio Mendes tem refletido quem realmente o povo quer para governar o estado, pelas manifestações que ele tem recebido nas cidades por onde viaja, Roncali Paulo afirma que hoje o mais importante não é a estrutura, visto que esta pode vir em conseqüência da aceitação, mas a vontade popular em primeiro lugar. “A nossa prioridade hoje”, diz ele, “é consolidar o nome do prefeito como candidato da oposição combinando essa aceitação com a aproximação dele com a população”. Após isso, Roncali acha que as conversas sobre alianças virão por gravidade para somar com a vontade dos piauienses de escolher uma nova alternativa.
Sobre as declarações do governador Wellington Dias (PT) de declarar que gostaria de passar o bastão do governo para o secretário de Educação pelo fato de este setor ter sido o que mais avançou durante seus mais de 7 anos de governo, o deputado tucano disse ter ouvido de uma petista de alta linhagem no fim de semana que o governador ficará no cargo e o seu candidato é o senador João Vicente Claudino. Para ele, isso comprova o estilo Wellington Dias de empurrar com a barriga as decisões que deveria tomar com antecedência. “O que vai acontecer diante desse quadro não se sabe mas a permanência dele é a única saída para resolver uma situação que ele mesmo criou”, concluiu.

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Para Roncali, PMDB é quem está mais próximo de se aliar ao PSDB

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01/02/2010 - 09h:00

O deputado Roncali Paulo (PSDB) disse nesta segunda-feira (01) que dos partidos da aliança do governo o que está mais próximo de se unir ao PSDB é o PMDB. Em entrevista ao Bom Dia Meio Norte, o deputado tucano admitiu que houve um recuo do prefeito Sílvio Mendes nas conversas com os partidos da base mas através de interlocutores o diálogo continua ocorrendo nos bastidores para evitar intervenções que possam causar impedimento numa aproximação do PMDB com o PSDB. Para Roncali, além do PMDB, seu partido tem conversado com lideranças de outras siglas da base mas na sua opinião, as conversas com os peemedebistas estão bem mais adiantadas.
“O PSDB poderia fazer uma aliança com o PTB mas não nos termos em que o candidato ao governo seria o senador João Vicente Claudino, porque a candidatura do prefeito Sílvio Mendes já é quase um fato”, explica Roncali. “Meses atrás era possível que o senador pudesse vir a ser o nome que PSDB pudesse apoiar na perspectiva de que João Vicente viesse a se candidatar pela oposição, como isso não aconteceu, uma composição entre nós e o PTB só será viável se o partido recuar da candidatura própria e vier a apoiar Sílvio Mendes”, complementa. Na opinião de Roncali, é improvável que o PSDB venha a apoiar João Vicente mesmo ele rompendo com o governo.
Depois de dizer que a preferência eleitoral por Sílvio Mendes tem refletido quem realmente o povo quer para governar o estado, pelas manifestações que ele tem recebido nas cidades por onde viaja, Roncali Paulo afirma que hoje o mais importante não é a estrutura, visto que esta pode vir em conseqüência da aceitação, mas a vontade popular em primeiro lugar. “A nossa prioridade hoje”, diz ele, “é consolidar o nome do prefeito como candidato da oposição combinando essa aceitação com a aproximação dele com a população”. Após isso, Roncali acha que as conversas sobre alianças virão por gravidade para somar com a vontade dos piauienses de escolher uma nova alternativa.
Sobre as declarações do governador Wellington Dias (PT) de declarar que gostaria de passar o bastão do governo para o secretário de Educação pelo fato de este setor ter sido o que mais avançou durante seus mais de 7 anos de governo, o deputado tucano disse ter ouvido de uma petista de alta linhagem no fim de semana que o governador ficará no cargo e o seu candidato é o senador João Vicente Claudino. Para ele, isso comprova o estilo Wellington Dias de empurrar com a barriga as decisões que deveria tomar com antecedência. “O que vai acontecer diante desse quadro não se sabe mas a permanência dele é a única saída para resolver uma situação que ele mesmo criou”, concluiu.

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Para Roncali, PMDB é quem está mais próximo de se aliar ao PSDB

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01/02/2010 - 09h:00

O deputado Roncali Paulo (PSDB) disse nesta segunda-feira (01) que dos partidos da aliança do governo o que está mais próximo de se unir ao PSDB é o PMDB. Em entrevista ao Bom Dia Meio Norte, o deputado tucano admitiu que houve um recuo do prefeito Sílvio Mendes nas conversas com os partidos da base mas através de interlocutores o diálogo continua ocorrendo nos bastidores para evitar intervenções que possam causar impedimento numa aproximação do PMDB com o PSDB. Para Roncali, além do PMDB, seu partido tem conversado com lideranças de outras siglas da base mas na sua opinião, as conversas com os peemedebistas estão bem mais adiantadas.
“O PSDB poderia fazer uma aliança com o PTB mas não nos termos em que o candidato ao governo seria o senador João Vicente Claudino, porque a candidatura do prefeito Sílvio Mendes já é quase um fato”, explica Roncali. “Meses atrás era possível que o senador pudesse vir a ser o nome que PSDB pudesse apoiar na perspectiva de que João Vicente viesse a se candidatar pela oposição, como isso não aconteceu, uma composição entre nós e o PTB só será viável se o partido recuar da candidatura própria e vier a apoiar Sílvio Mendes”, complementa. Na opinião de Roncali, é improvável que o PSDB venha a apoiar João Vicente mesmo ele rompendo com o governo.
Depois de dizer que a preferência eleitoral por Sílvio Mendes tem refletido quem realmente o povo quer para governar o estado, pelas manifestações que ele tem recebido nas cidades por onde viaja, Roncali Paulo afirma que hoje o mais importante não é a estrutura, visto que esta pode vir em conseqüência da aceitação, mas a vontade popular em primeiro lugar. “A nossa prioridade hoje”, diz ele, “é consolidar o nome do prefeito como candidato da oposição combinando essa aceitação com a aproximação dele com a população”. Após isso, Roncali acha que as conversas sobre alianças virão por gravidade para somar com a vontade dos piauienses de escolher uma nova alternativa.
Sobre as declarações do governador Wellington Dias (PT) de declarar que gostaria de passar o bastão do governo para o secretário de Educação pelo fato de este setor ter sido o que mais avançou durante seus mais de 7 anos de governo, o deputado tucano disse ter ouvido de uma petista de alta linhagem no fim de semana que o governador ficará no cargo e o seu candidato é o senador João Vicente Claudino. Para ele, isso comprova o estilo Wellington Dias de empurrar com a barriga as decisões que deveria tomar com antecedência. “O que vai acontecer diante desse quadro não se sabe mas a permanência dele é a única saída para resolver uma situação que ele mesmo criou”, concluiu.

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Primeira sessão plenária do TSE de 2010 será nesta segunda-feira

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31/01/2010 - 22h:34

Nesta segunda-feira, 1º de fevereiro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dá início ao primeiro semestre forense de 2010 – ano em que os brasileiros têm um novo encontro marcado com as urnas, desta vez para escolher o novo presidente da República, além de senadores, deputados e governadores estaduais. O presidente do Tribunal, ministro Ayres Britto, convocou para as 19 horas a sessão de abertura deste ano eleitoral.

Logo na primeira semana, nos dias 2, 3 e 4 de fevereiro, o TSE promove três audiências públicas com o objetivo de discutir as minutas de instruções para as Eleições 2010, que posteriormente serão levadas ao Plenário do Tribunal. As audiências estão marcadas para as 15h e serão conduzidas pelo ministro Arnaldo Versiani, relator das instruções. No primeiro dia, serão discutidas as instruções de escolha e registro de candidatos e voto do eleitor residente no exterior. Já a segunda audiência, vai analisar as regras sobre atos preparatórios e prestação de contas. E a última vai falar sobre biometria e arrecadação de recursos por meio de cartão de crédito.

Essas resoluções deverão ser aprovadas pelo Plenário até o dia 5 de março para que possam orientar o processo eleitoral em 2010.

Cassações

Além dos julgamentos das matérias que chegam diariamente à Corte, os sete ministros do TSE podem vir a analisar, no decorrer deste ano, o recurso contra o governador Marcelo Déda, de Sergipe, e concluir o julgamento do recurso contra Ivo Cassol, de Rondônia – este julgamento teve início em 2009 e foi interrompido por um pedido de vista do ministro Ricardo Lewandowski.

Também pode voltar ao Plenário o julgamento dos processos que pedem a cassação dos deputados federais Carlos Melles (DEM-MG) – por suposto abuso de meios de comunicação durante as eleições de 2006, e Valdemar Costa Neto (PR/SP), por suposta compra de votos. O primeiro foi interrompido por um pedido de vista do ministro Marcelo Ribeiro. O segundo por um pedido de vista do ministro Versiani.

Propaganda antecipada

Neste primeiro semestre, devem ser apreciadas pelos ministros representações ajuizadas pelos partidos de oposição - PSDB, DEM e PPS - contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, todas com acusações de prática de propaganda antecipada. Do total de nove que chegaram ao TSE desde o início do ano passado, cinco estão pendentes de julgamento.

Sigilo

Outro tema que pode voltar ao centro dos debates é sobre a possibilidade de o Ministério Público Eleitoral requisitar à Receita Federal, sem necessidade de autorização judicial, informações sobre o faturamento bruto de empresas que doaram recursos para campanhas eleitorais, sem que isso configure quebra de sigilo fiscal.

Calendário eleitoral

No final de 2009, o plenário do TSE já aprovou, além do calendário eleitoral, as resoluções sobre propaganda eleitoral e condutas vedadas na campanha, pesquisas eleitorais, representações, reclamações e pedidos de direito de resposta. Todas foram temas de audiências realizadas pelo ministro Versiani e já estão disponíveis na internet.

Presidência

Ainda neste primeiro semestre, depois de dois anos à frente da Corte eleitoral, o ministro Ayres Britto deixa a presidência do Tribunal para seu sucessor – que pela tradição, deve ser o ministro Ricardo Lewandowski, atual vice-presidente da Corte.
Fonte: TSE

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TSE recebeu 428 recursos de pessoas físicas e empresas suspeitas de doação irregular em 2006

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31/01/2010 - 22h:29

Somente neste mês de janeiro chegaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) 428 recursos relacionados a pessoas físicas e empresas sob suspeita de extrapolarem o limite legal de doações na campanha eleitoral de 2006.

Desde o dia 2 de setembro de 2009 até esta sexta-feira (29), o TSE recebeu 1.528 recursos relativos a doadores que supostamente superaram o teto fixado pela Lei das Eleições (nº 9.504/97) naquela eleição. Deste total, 934 ações dizem respeito a pessoas físicas e 594 a empresas. Os processos aguardam julgamento na Corte.

O teto de doação de pessoa jurídica é de 2% do rendimento bruto da empresa no ano anterior à eleição. No caso de pessoa física, o limite é de 10% do rendimento bruto, obtido no ano anterior ao pleito.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) é o autor da maioria das ações, em que pede a punição do doador em situação supostamente irregular. Em outros casos, é a empresa que tenta reverter no TSE decisão desfavorável dada pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado.

Multa

A empresa que desrespeita o teto de doação de 2% do faturamento bruto do ano que antecede a eleição fica sujeita ao pagamento de multa no valor de cinco a dez vezes a quantia doada em excesso, segundo a Lei 9.504/97. O doador nessa condição também se sujeita à proibição de participar de licitações públicas e de celebrar contratos com o Poder Público pelo período de cinco anos, por determinação da Justiça Eleitoral. No processo, é assegurada ampla defesa à empresa.

Já a pessoa física que descumpre o limite legal de doação de 10% do rendimento bruto obtido no ano anterior à eleição pode receber multa no valor de cinco a dez vezes a quantia doada em excesso.

Parceria

As ações contra esses doadores resultou de uma parceria entre o TSE e a Receita Federal, que possibilitou o cruzamento das informações sobre doações para as campanhas de 2006 contidas nas prestações de contas de candidatos e comitês financeiros e os dados da Receita sobre o faturamento das empresas e a renda dos doadores pessoas físicas durante o exercício financeiro de 2005.

A partir dessa comparação é possível verificar se a soma das doações efetuadas por determinada empresa ou determinado cidadão extrapolou o limite previsto na lei.
Fonte: TSE

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Decisão em junho

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30/01/2010 - 20h:48

A praticamente 2 meses da definição do prazo de definição do nome do candidato da base do governo à sucessão do governador Wellington Dias (PT) ainda não é possível vislumbrar uma tendência de como será o desfecho da disputa pela indicação. Ninguém sabe, ele não sinaliza nem nos bastidores, se o governador fica ou sai do cargo ou se o nome escolhido conseguirá aglutinar em torno de seu nome, após a definição, todos os partidos que compõem a aliança.
Pegando o gancho das palavras do deputado Osmar Júnior, líder do PC do B do Piauí, que disse há 4 dias, que o acordo dependerá da decisão do vice-governador Wilson Martins (PSB), que assume o governo após a renúncia de Dias – caso isso se concretize –, o que pode acontecer é que a decisão sobre a escolha se dê conforme prega o presidente do PSB, ou seja, que se defina somente na segunda quinzena do mês das convenções de homologações, em junho.
Wilson Martins, obviamente que assumindo o governo, pode muito bem optar por continuar pré-candidato da base até junho, mesmo que isso ocorra num plano informal, já que o prazo da decisão permanece marcado para 31 de março ou 01 de abril, mantendo o vice-governador o compromisso de votar em que tiver a melhor aceitação. É duvidoso acreditar que Martins, um homem sagaz, mergulhe na aventura de uma candidatura sem viabilidade eleitoral.
O vice-governador é maduro politicamente para racionar que em 2002 Wellington Dias venceu a eleição contra um candidato que tinha a máquina pública sob seu controle e não conseguiu se viabilizar eleitoralmente. Martins sempre teve a seu favor a virtude de cumprir os acordos que levam sua assinatura. Lógico que qualquer um que, no lugar dele, assumir um governo e poder pleitear a reeleição, irá sim agir como ele. Mas é bom aguardar o desfecho para junho.


APOIO PARA MEDEIROS

A presença do ex-ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, José Dirceu, no Piauí hoje, para participar da caravana dos 30 anos de fundação do PT é também um reforço que o partido vai lançar mão para tentar alavancar a pré-candidatura do secretário Antonio José Medeiros. Quem vai duvidar, por exemplo, que José Dirceu vai pedir o apoio da militância para propagar a candidatura? É preciso também que conquiste o apoio dos partidos da base.

VAI MAIS NÃO LEVA

Osmar Júnior (PC do B) não vê como um reforço concreto a adesão de um ou mais partidos da base para o lado da oposição. Segundo sua visão, qualquer partido que deixar a base para apoiar o candidato oposicionista pode não levar muitos votos, justificando que, fazendo isso, “o partido estará saindo de sua trajetória em relação à posição de apoio ao governo”. Para ele, a população pode entender esta atitude de outra maneira e não apoiar a adesão.

RECONDUÇÃO

O presidente da Assembléia, Themístocles Filho, entrega nesta terça-feira (02) a biblioteca do Poder Legislativo. Os projetos que o presidente tem para a Casa não acabam aí; falta instalar a rádio e o prédio da Fundação Humberto Silveira, além de um novo anexo,que não são para agora. Por essa razão é que nos bastidores da Assembléia já se comenta que Themístocles já pensa em um novo mandato na presidência para concluir o plano de metas que elaborou.

PROMESSA

O presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz, anunciou que a estatal vai construir uma nova linha de transmissão de 69 KVA, de Piripiri a Luiz Correia, para reforçar o sistema energético da região. E o presidente da Cepisa, Flávio Decat, prometeu aos piauienses que vão ao litoral para passar o carnaval que não vai haver problema de falta de energia, já que a empresa colocará equipes de plantão para evitar o que aconteceu no final do ano quando ocorreu um black-out.


NOVO ESPAÇO

O deputado Átila Lira (PSB) está ampliando seus horizontes eleitorais e acaba de conquistar um importante colégio no Centro-Sul do Estado. Nada menos que o município de Oeiras. Lá ele será votado pelo prefeito B.Sá, do mesmo partido que Lira. Aliás, nos eventos que a prefeitura está por trás, Lira tem estado sempre presente para se familiarizar com o eleitorado oeirense.

BALA NA AGULHA

Candidato a deputado federal pelo DEM, o ex-governador Hugo Napoleão deu início a um pausado trabalho de peregrinação por municípios do interior do estado, neste período do processo eleitoral. Alguém chegou a perguntar ao ex-governador se tinha muita bala para atirar e a resposta foi positiva. Até a eleição, Napoleão dispõe de muita munição para gastar.

OLHO NO GADO

Espalharam em Oeiras que os Tapety, conhecidos na região como os “Tupamaros”, estavam de namoro com o deputado Ciro Nogueira (PP) já para apoiá-lo nesta eleição. A notícia chegou até os ouvidos do deputado Marcelo Castro, votado por eles no município, que numa terça-feira, meio de semana, pediu uma audiência com os Tapety para saber se era boato ou não. E era.

APOIO FORMAL

O padre Herculano Negreiros, prefeito de São Raimundo Nonato, esteve no Palácio de Karnak no dia da assinatura dos contratos do Luz Para Todos, da Cepisa/Eletrobrás e confirmou que há um acordo formal, endossado pelo governador Wellington Dias (PT) para ele apoiar para deputado estadual Hélio Isaías (PTB) e deputado federal em Marcelo Castro (PMDB).

RÁPIDAS

A nova direção nacional do PT, eleita em dezembro do ano passado, toma posse no dia 19 de fevereiro. Depois de vários anos fora, a secretária de Administração Regina Souza será empossada como membro do diretório nacional com direito a voto na convenção de junho.

Outro piauiense integrante em diretório nacional de partido é o deputado Temístocles de Sampaio Pereira, parlamentar que assumiu a vaga de Alberto Silva na Câmara dos Deputados, que vai ser eleito no próximo sábado quando o PMDB elegerá o novo diretório e a executiva.

O PSB recebeu no meio da semana os dados de uma pesquisa de intenções de voto e qualitativa contratada junto ao Instituto Amostragem (ex-Ipop). Pelas informações que a coluna recebeu, o vice-governador voltou aos patamares de antes da última pesquisa realizada.

Quem também concluiu uma pesquisa foi a equipe de estatísticos do Grupo Claudino, esta para consumo interno, onde foram elaborados cerca de 5 mil questionários em 83 municípios, mas como nenhuma foi registrada no TRE, os números não poderão ser divulgados aqui.


Por falara em resultado de pesquisa, este foi o principal assunto da Confraria do Bar do Mijo na sexta-feira (29). Outro assunto abordado foi a renúncia ou não de Sílvio Mendes, pois para alguns, o vice Elmano Ferrer diz que não quer a saída dele mas acham que ele está se pisando para o prefeito sair.

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Themístocles diz que aliança nacional com o PT não terá influência aqui

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29/01/2010 - 08h:48

O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Themístocles Filho, disse em entrevista ao Bom Dia Meio Norte nesta sexta-feira (29) que as decisões a serem tomadas pela direção nacional do PMDB em relação as eleições presidenciais deste ano não terão nenhuma influência no Piauí, nem aqui nem em qualquer outro estado da federação. Segundo ele, pode até ser que em algum estado a aliança com o PT, que está sendo costurada para a composição de uma chapa em que a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, seja a candidata a presidente, venha a ser repetida mas não será uma regra a ser cumprida pelos partidos nos demais estados.
“É preciso não esquecer que a regra da verticalização acabou e nos estados a situação política é bem diferente”, compara o presidente da Assembléia lembrando que “o PT não é um aliado comum do PMDB em nível regional. Falando sobre a visita que o governador do Paraná Roberto Requião fez ao Piauí, Themístocles disse que lá o PMDB não é aliado do PT, assim como no Rio Grande ou em Santa Catarina. “Lá no Paraná, o PMDB nem tem um candidato ao governo”, comentou o deputado, acrescentando que “Requião é um homem inteligente, preparado, tanto que tem uma carreira política de sucesso mas não preparou um sucessor para ocupar sua cadeira”.
Themístocles falou sobre a abertura dos trabalhos da Assembléia cuja solenidade vai acontecer na próxima terça-feira (02 de fevereiro), marcada pela inauguração da completa reforma realizada na biblioteca da sede do Poder Legislativo. Na oportunidade, o governador Wellington Dias (PT) fará a leitura da mensagem anual. Para o presidente é importante que o Legislativo continui mantendo uma boa relação com o Executivo. “Os poderes, segundo a Constituição, são interdependentes, mas harmônicos entre si”, diz ele sem esquecer que durante todo o governo de Wellington Dias, “o poder não deixou de aprovar nada que não fosse do interesse do estado enviado àquela Casa”.
Depois de dizer que a Assembléia continuará realizando outros projetos, Themístocles Filho afirmou o foco do momento é a instalação da rádio, que está em fase adiantada, e a construção da nova sede da Fundação Humberto Reis da Silveira, onde fica a TV, mas há outros projetos. “ Me sinto feliz por um ter um pai deputado federal que pode colocar emendas ao orçamento para obras de infra-estrutura, como foi o caso da emenda de R$ 33 milhões para a estrada que liga Fortaleza a São Luiz e Belém passando por Piripiri, Batalha e Esperantina”, comenta. “Pensando assim é que se projeta o futuro, e estamos planejando para o futuro novos investimentos na Assembléia”, concluiu.

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Instituições solicitam novos registros de pesquisas no TSE

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28/01/2010 - 22h:10

Instituições solicitam novos registros de pesquisa de opinião no TSE

A Sensus Data World Pesquisa e Consultoria, representando a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registro para a realização de pesquisa de opinião pública para a eleição de presidente da República deste ano. A pesquisa vai atingir dois mil entrevistados nas cinco regiões do país e em 24 estados, com o sorteio de 136 municípios por representatividade de grupos populacionais.

Também o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) fez o mesmo pedido para a realização de pesquisa no estado do Paraná, em relação aos cargos de presidente, governador e senador. Serão entrevistadas 1.400 pessoas, em seleção aleatória.

Outro pedido foi feito pela Enquet Pesquisas de Opinião Pública e a Nassau Editora Rádio e Televisão, para pesquisa em relação aos cargos de presidente, governador e senador no estado do Espírito Santo. Serão 1.200 entrevistas realizadas em domicílio, com aplicação de questionários.

Por fim, o Ibope Inteligência Pesquisa e Consultoria e o jornal A Praça, do município de Iguatu, no Ceará, pediram registro para pesquisa envolvendo os cargos de presidente, governador, deputado federal e estadual no município, entre 300 pessoas.

De acordo com a Resolução 23.190 do TSE, desde o dia 1º de janeiro deste ano as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião relativas às eleições de 2010 ou aos candidatos são obrigadas a registrar a pesquisa, com no mínimo cinco dias de antecedência da divulgação.

Para consultar as pesquisas eleitorais de entidades e institutos que já solicitaram registro no TSE entre no link “Eleições” na parte superior do site do Tribunal. Acesse “Eleições 2010” no menu, em seguida “Pesquisas Eleitorais” e, por último, clique em “Consulta a pesquisas registradas”.

Instituições solicitam novos registros de pesquisa de opinião no TSE
28 de janeiro de 2010 - 16h00

A Sensus Data World Pesquisa e Consultoria, representando a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registro para a realização de pesquisa de opinião pública para a eleição de presidente da República deste ano. A pesquisa vai atingir dois mil entrevistados nas cinco regiões do país e em 24 estados, com o sorteio de 136 municípios por representatividade de grupos populacionais.

Também o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) fez o mesmo pedido para a realização de pesquisa no estado do Paraná, em relação aos cargos de presidente, governador e senador. Serão entrevistadas 1.400 pessoas, em seleção aleatória.

Outro pedido foi feito pela Enquet Pesquisas de Opinião Pública e a Nassau Editora Rádio e Televisão, para pesquisa em relação aos cargos de presidente, governador e senador no estado do Espírito Santo. Serão 1.200 entrevistas realizadas em domicílio, com aplicação de questionários.

Por fim, o Ibope Inteligência Pesquisa e Consultoria e o jornal A Praça, do município de Iguatu, no Ceará, pediram registro para pesquisa envolvendo os cargos de presidente, governador, deputado federal e estadual no município, entre 300 pessoas.

De acordo com a Resolução 23.190 do TSE, desde o dia 1º de janeiro deste ano as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião relativas às eleições de 2010 ou aos candidatos são obrigadas a registrar a pesquisa, com no mínimo cinco dias de antecedência da divulgação.

Para consultar as pesquisas eleitorais de entidades e institutos que já solicitaram registro no TSE entre no link “Eleições” na parte superior do site do Tribunal. Acesse “Eleições 2010” no menu, em seguida “Pesquisas Eleitorais” e, por último, clique em “Consulta a pesquisas registradas”.
Fonte: TSE

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José Dirceu participa da caravana do PT no próximo domingo

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28/01/2010 - 01h:02

O ex-deputado e ex-ministro da Casa Civil da Presidência da República, José Dirceu, vai estar no Piauí no próximo domingo participando da caravana que PT está realizando no estado para comemorar os seus 30 anos de fundação. José está cumprindo agenda de visita pelas regiões Norte e Nordeste neste final de semana e incluiu o Piauí em sua agenda de viagem. O líder petista desembarca, vindo do estado do Pará, direto na cidade de Parnaíba onde a caravana do partido aportará e na parte da tarde, ele se desloca até a cidade de Oeiras onde também participa dos eventos que o PT programou para comemorar a passagem de seu aniversário.
Durante o período em que estiver no Piauí, José Dirceu terá ao seu lado o pré-candidato do PT a governador do Piauí Antonio José Medeiros. O ex-ministro, segundo informam os petistas do estado, vai defender durante os eventos que participará a candidatura própria do partido, partindo da tese de que onde o PT já é governo, deve indicar o candidato que encabeçará a chapa majoritária. Na agenda do ex-ministro não está incluída a capital, Teresina. Segundo Zenaide Lustosa, que está articulando a visita, Teresina só será incluída no roteiro da caravana petista no final da programação e por esta razão Dirceu não poderá passar pela capital.

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