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PLURAIS ESQUISITOS: DIA-A-DIA , MÃO-DE-OBRA

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20/08/2008 - 09h:37

Acessam nosso blog com a seguinte dúvida: qual o plural de mão-de-obra e dia-a-dia? Antes da resposta, um conselho: evite usar esses plurais. Afinal, mão-de-obra é um substantivo abstrato que quer dizer “o trabalho manual”, mas também indica a relação entre “o trabalho manual e aqueles que o realizam”. Já a locução adverbial dia a dia, quando substantivada ( dia-a-dia ), passa a ter o sentido de “rotina”, “cotidiano”. Mas se você insiste na flexão plural...

O dia-a-dia > Os dias-a-dia
(o Aurélio registra “dias-a-dias”, com o que não concordamos, pois a partícula “a” é preposição e impede a flexão do elemento subseqüente.

A mão-de-obra >As mãos-de-obra

Seus dias-a-dia eram tão monótonos que até seu cachorro o abandonou.
.
Existem várias mãos-de-obra, como a braçal, a qualificada etc.

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NOSSA GRAMÁTICA

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08/08/2008 - 23h:13

Emanoel acessa nosso blog e quer saber: quando vou publicar nova edição de minha Gramática Total.

A data ainda é uma incógnita. A gramática está pronta, com mais de 800 páginas (o dobro de páginas das duas edições – esgotadas – anteriores), voltada para concursos públicos, incluindo dois apêndices: Redação Oficial e Correção de Provas do Cespe, Carlos Chagas e Esaf. É só aguardar, Emanoel, e obrigado pela expectativa.



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VOZ PASSIVA PRONOMINAL (SINTÉTICA)

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26/07/2008 - 01h:49

O Cespe errou feio (2)

Deusirene Amorim acessa, de Brasília(DF), nosso blog e nos pede explicações sobre uma questão do Cespe, prova do STF, aplicada há poucas semanas. Já fizemos comentário a respeito, mas vou tentar melhorá-lo, em atenção à nossa blognauta de Brasília.

Paulo Roberto responde:
No trecho “Na economia, mudam-se os valores de uso concreto e qualitativo”, o Cespe propõe como correta a flexão da forma verbal “mudam-se” para a singular “muda-se”. Trata-se de voz passiva sintética ( já abordamos em nosso blog ) e, nesse caso, em decorrência do fato de que o sujeito ativo está impessoalizado, a partícula “se” dá ao objeto direto plural ( mudam o quê? = “os valores” ) a condição de sujeito (passivo). Por isso ela é classificada como partícula apassivadora (e o verbo deve ser flexionado no plural – mudam-se – concordando com valores ). Construir “muda-se os valores” é o mesmo que aceitar “os valores é mudado”!

Sei, Deusirene, que choverão recursos tentando anular essa questão. Mas dificilmente o Cespe recuará em sua decisão. Raramente ele altera gabarito de uma questão de Português, por mais que o candidato esperneie. Sua coordenação acadêmica alegará ( para quem? ) que alguns vernaculistas antigos e reacionários jamais aceitaram a voz passiva sintética na língua portuguesa.

Diante de posições pernósticas como essa do Cespe, os professores de Português que se danem! Vão vender sapatos ou plantar batatas! Eu, particularmente, estou “ferrado”, pois não sei plantar batatas.

Portanto, após o que o Cespe com seu pedantismo decidiu, por favor, não corrijam mais as plaquinhas de anúncios de cada esquina deste Brasil sem lei, sem gramática normativa:

Vende-se gramáticas a R$1,99.

Troca-se 50 votos por um empreguinho de assessor de gabinete do vereador.

Vende-se tatus, o Ibama não manda mais aqui!

Em tempo: tentei apenas ser irônico, mas as três frases acima, segundo a norma culta da língua portuguesa, estão erradas! Não importa a opinião do Cespe!

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O PRONOME LHE - FUNÇÕES

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24/07/2008 - 12h:42

Jaciara acessa o blog e me faz algumas perguntas sobre o pronome lhe e suas diversas funções. Questão morfossintática da Carlos Chagas (Ministério Público do Rio Grande do Sul -2008)

Paulo Roberto responde:

1ª função morfológica: pronome pessoal (oblíquo átono).
Exerce a função sintática de objeto indireto de verbos que exigem a preposição “a”.

Chávez veio ao Brasil, e Lula ofereceu-lhe um jantar.... (ofereceu a ele)

Heráclito afirmou que “deporia em qualquer instância, apesar de a Constituição lhe garantir foro privilegiado”.... (garantir a ele)


2ª função morfológica: pronome possessivo.
Exerce a função sintática de adjunto adnominal.

Dunga intranqüiliza os torcedores e rouba-lhes a paz (a sua paz)

McCain acusa Barack Obama de copiar-lhe o discurso (o seu discurso)

Discordando da declaração de bens de um candidato a prefeito, a promotora Leida Diniz afirmou que “subavaliação é crime eleitoral” e que irá impugnar-lhe a candidatura... ( a sua candidatura )

Monica Lewinsky começou a ficar famosa quando flagraram o então presidente Bill Clinton dando-lhe um tapinha no traseiro... (em seu traseiro)


3ª função morfológica: pronome pessoal oblíquo tônico (= preposicionado)
Exerce a função de complemento nominal.

Ao elogiar Maluf, Pitta explicou-se: “Sou-lhe fiel”. ( sou fiel a ele )

Daniel Dantas, ajeitando a gravata italiana no colarinho, teria dito ao carrancudo agente da PF que o prendia (sem algemas): “Fico-lhe grato” (grato a você)


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rejane de melo - 08.11.2009 - 13:49

Em:Dunga intranqüiliza os torcedores e rouba-lhes a paz (a sua paz) temos a possibilidade de classificação do lhe como dativo? Objeto indireto? Por quê?

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QUESTÃO DO CESPE – COLOCAÇÃO

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23/07/2008 - 17h:43

Eduardo Filho acessa nosso blog com uma dúvida: uma questão de colocação pronominal do Cespe, prova do TSE (2008).

Paulo Roberto responde:
A questão mencionada diz respeito à mudança de voz passiva analítica para passiva pronominal (sintética), aliás, típica das provas do Cespe. Um artigo do escritor Machado de Assis (final do séc. XIX) começa assim: “Amanhã serão definidos os nomes dos candidatos...”. O Cespe sugere que, caso se substitua “serão definidos” por “definir-se-ão”, a correção gramatical será preservada. No gabarito, o Cespe dá como afirmação ERRADA. E o Cespe está correto, pois a forma adverbial “Amanhã” é fator de próclise uma vez que advérbios são palavras atrativas. Assim, a mesóclise “definir-se-ão” é improcedente. A substituição correta, Eduardo, seria: “Amanhã se definirão”.

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VERBOS ABUNDANTES

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20/07/2008 - 22h:41

Suleyman acessa nosso blog e nos pede explicações sobre verbos abundantes. Estes são verbos que têm mais de uma forma gráfica ou prosódica. Entretanto, o principal aspecto que envolve a abundância verbal está fato de alguns deles possuírem duplo particípio.
Eis os mais conhecidos:

Aceitar > aceitado > aceito
Acender > acendido > aceso
Benzer > benzido > bento
Eleger > elegido > eleito
Entregar > entregado > entregue
Expulsar > expulsado > expulso
Extinguir > extinguido > extinto
Fritar > fritado > frito
Ganhar > ganhado > ganho
Gastar > gastado > gasto
Imprimir > imprimido > impresso
Incorrer > incorrido > incurso
Matar > matado > morto
Morrer > morrido > morto
Pagar > pagado > pago
Pegar > pegado > pego (pêgo = pronuncia-se o “o” fechado)
Prender > prendido > preso
Salvar > salvado > salvo
Soltar > soltado > solto
Suspender > suspendido > suspenso


Se você, Suleyman, quer usar o português formal, padrão, adstrito à norma culta, não faça como a maioria dos brasileiros. Faça da seguinte maneira:

VOZ ATIVA > PARTICÍPIO REGULAR > = DO > APÓS TER OU HAVER
VOZ PASSIVA >PARTÍCPIO IRREGULAR > # DO > APÓS SER OU ESTAR

Formas corretas ( linguagem culta ):
Segundo o TCE, o prefeito havia gastado os recursos sem licitação.
Segundo o TCE, os recursos foram gastos sem licitação.

Formas incorretas ( linguagem popular ):
Segundo o TCE, o prefeito havia gasto os recursos sem licitação.
Segundo o TCE, os recursos foram gastados sem licitação.

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OS VERBOS DA REDAÇÃO OFICIAL CONVIDAR – INFORMAR –

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16/07/2008 - 11h:50

A ex-aluna Eduarda acessa nosso blog e nos pede explicações sobre os verbos mais usados na Redação Oficial. Acredito, Eduarda, que você queira um comentário sobre a regência desses verbos. É um assunto importante, pois se trata de verbos usualmente empregados nos ofícios, memorandos, circulares etc.

CONVIDAR > bitransitivo oracional; isso quer dizer que “a pessoa convidada” é o objeto direto, e o “convite” é um objeto indireto oracional (com a exigência da preposição “a” ):

Convidamos V. Ex.ª a participar das solenidades de inauguração...

Observe um erro comum:
Convidamos a V. Ex.ª... (errado!)

(Outro erro comum é a expressão convidar-lhe, pois o pronome lhe é oblíquo indireto. O correto é convidá-lo...)

INFORMAR > bitransitivo (oracional ou não), em que os objetos (direto e indireto) são, indiferentemente, a pessoa ou a informação.
Informamos a V. S.ª que o pedido foi encaminhado...
Ou
Informamos V. S.ª de que o pedido foi encaminhado...

Informamos a V. Sª a decisão do Conselho...
Ou
Informamos V. Sª da decisão do Conselho...

Observe os erros comuns:
Informamos a V. S.ª de que o pedido foi encaminhado...(errado: 2 obj. indiretos )
Informamos V. S.ª que o pedido foi encaminhado... (errado: 2 obj. diretos)
Informamos V. Sª a decisão do Conselho... (errado: 2 obj. diretos)
Informamos a V. S.ª da decisão do Conselho... (errado: 2 obj. indiretos )

SOLICITAR > bitransitivo (oracional ou não); não aceita a preposição “de”:
Solicitamos a V. Ex.ª que se digne apreciar nosso projeto...
Solicitamos a V. S.ª as novas tabelas de...

Observe os erros comuns:
Solicitamos de V. Ex.ª que se digne apreciar nosso projeto... (errado!)
Solicitamos de V. S.ª as novas tabelas de... (errado!)

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Bruno Paulo - 24.11.2009 - 18:02

Olá professor! O meu nome é Bruno, sou um jovem trabalhador em Amsterdam, e o meu emprego exige a comunicação escrita e oral com clientes em português e inglês. Esta semana surgiu-me uma dúvida pertinente sobre o verbo "informar" e como perfeccionista que sou, decidi investigar para esclarecer totalmente a minha questão. Gostaria que informasse se alguma das seguintes frases está correta ou se ambas estão igualmente corretas: 1) Gostaríamos de informar-lhe que o cliente não compareceu. 2) Gostaríamos de o informar que o cliente não compareceu. Sei que o verbo informar é transitivo direto e indireto, contudo peço-lhe amavelmente que me esclareça especificamente acerca deste exemplo que lhe dei. Agradeço a sua atenção e o seu tempo.

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O CESPE ERROU (FEIO!)

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11/07/2008 - 10h:46

Priscila e Vilela acessam nosso blog e reclamam da questão 2, da prova do STF aplicada no último domingo pelo Cespe, cargo “Analista”. Você tem razão, Priscila. Este é mais um erro dessa banca examinadora. O Cespe errou feio.

No trecho “Na economia, mudam-se os valores de uso concreto e qualitativo”, o Cespe propõe como correta a flexão da forma verbal “mudam-se” para a singular “muda-se”. Trata-se de voz passiva sintética ( já abordamos em nosso blog ) e neste caso, em decorrência do fato de que o sujeito ativo está impessoalizado, a partícula “se” dá ao objeto direto plural ( mudam o quê? = “os valores” ) a condição de sujeito (passivo). Por isso ela é classificada como partícula apassivadora. Portanto, construir “muda-se os valores” é o mesmo que aceitar “os valores é mudado”!

Sei, Priscila, que choverão recursos tentando anular essa questão. Mas posso adiantar que dificilmente o Cespe recuará em sua decisão. Dificilmente ele anula uma questão de Português, por mais que o candidato esperneie. Sua coordenação acadêmica alegará ( para quem? ) que alguns vernaculistas antigos e reacionários jamais aceitaram a voz passiva sintética na língua portuguesa.

Pois é, diante de posições anacrônicas (por que não dizer pernósticas) como essa do Cespe, os professores de Português que se danem! Vão vender sapatos ou plantar batatas! Eu, particularmente, estou “ferrado”, pois não sei plantar batatas.

Portanto, após o que o Cespe com seu pedantismo decidiu, por favor, não corrija mais as plaquinhas de anúncios de cada esquina deste Brasil sem lei, sem gramática normativa:

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VOZ PASSIVA

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08/07/2008 - 12h:35

VOZ PASSIVA
(Transposição ativa)

Pedro Henrique acessa nosso blog e nos faz algumas perguntas:
1. Qual é a voz ativa da frase: “Projetos futuros haviam sido prorrogados”?
2. Qual a passiva da frase: “Os funcionários haviam aceitado o novo acordo”?
3. “Verbos com mais de um particípio, qual deles escolher na passiva”?
4. “Quando o verbo haver aceita passiva”?

Paulo Roberto responde:
1. A primeira frase é um exemplo de passiva sem agente. Em tal caso, flexione (obrigatoriamente) o verbo ativo na 3ª do plural.

Passiva: Projetos futuros haviam sido prorrogados
Ativa: Haviam prorrogado projetos futuros.
Outros exemplos:

VP O estudante foi elogiado
VA Elogiaram o estudante
VP Um novo imposto terá de ser criado
VA Terão de criar um novo imposto

2. A segunda frase está na ativa. Mas observe que “aceitar” é verbo abundante com dois particípios ( aceitado e aceito ). Respondendo também à 3ª pergunta, use na passiva a forma irregular (a forma diferente da terminação “do”) do particípio: aceito.

Ativa: Os funcionários haviam aceitado o novo acordo
Passiva: O novo acordo havia sido aceito pelos funcionários

4. O verbo haver, apesar de transitivo direto, jamais aceita ser apassivado! Os exemplos em que se vê esse verbo na voz passiva indicam frases nas quais “haver” é mero auxiliar. Como verbo principal, haver não aceita passiva:

Haverá novos conflitos no sul do Líbano ( não há transposição passiva )
Está havendo reuniões secretas no Palácio ( não há transposição passiva )
Houve um acidente na BR ( não há transposição passiva )
Deverá haver uma mudança no Código Penal ( não há transposição passiva )

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“ONDISMO”: uma droga (gramatical) ilícita

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01/07/2008 - 17h:42

A usuária Rakel ouviu dizer que o uso indiscriminado do pronome onde deve ser considerado um vício gramatical. É, você tem razão, Rakel. Já fizemos esse comentário aqui em nosso blog. Mas nada me custa refazê-lo.

O pronome onde significa “o lugar em que”. Assim, como pronome relativo, deve ser precedido de um termo que represente um local. Mas os brasileiros adotaram-no como o “queridinho” do momento. Em qualquer pronunciamento na TV, ouve-se um figurão dizer:

O nosso governo, onde procuramos implantar políticas sociais eficazes, tem procurado...

Observe o erro: governo não é local, portanto não se justifica o onde. A frase correta é:
O nosso governo, no qual procuramos implantar políticas sociais eficazes...

Outros absurdos:
No último mês de maio, onde nos reunimos com nossas bases........ ( maio é local!?)
Essas manifestações onde o povo tem voz são legítimas .. ......(manifestação é local!?)
Foi um encontro onde se discutiu o destino do partido...........( encontro é local!?)

Leiam agora dois pronunciamentos feitos em Belo Horizonte, nesta semana: um, do presidente Lula; outro, do governador de Minas Aécio Neves.

Lula:
“Terei imenso prazer em participar de um comício onde o PT poderá estar unido ao PSDB...Eu acredito que alguns acordos políticos onde o PT nacional não deveria intervir têm dimensão apenas regional e...Acho que esse é um momento onde uma determinada aliança é plenamente viável e aceitável...”

Aécio Neves:
“Acho que a aliança PT-PSDB é um fato de dimensão relativa, restrito a Belo Horizonte. Mas, se isso puder inspirar o país a ter uma relação onde PT e PSDB possam dialogar...Está consolidada a aliança onde será aprofundado aquilo que já vem acontecendo em Belo Horizonte...Em Minas estamos obtendo um resultado onde uma porta fica aberta para um possível entendimento entre petistas e tucanos no futuro...”

Observem o ondismo dos dois políticos. Eles, indiscriminadamente, trataram comício, acordos políticos, momento, relação, aliança e resultado como locais!!!

Mas o campeão entre nossos personagens de hoje é o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que, não satisfeito, tripudiou com um sonoro aonde:

Candidato à reeleição, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, aborrecido com as declarações de Geraldo Alckmin, alfinetou:

“São declarações aonde não se mencionam os erros deles, que já governaram São Paulo...”

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