Prof. Paulo Roberto

REGÊNCIAS VICIOSAS (1)

1 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 5 de 5 )
11/12/2008 - 17h:07

Rejane, de Brasília, há poucos dias acessou nosso blog e nos pediu ajuda. Com algum atraso, tentemos ajudá-la.
“Professor, tenho lido aqui do DF alguns comentários deste blog e gostado muito. Resolvi pedir-lhe ajuda sobre a regência de alguns verbos. Num concurso público daqui deram como errada a frase ‘Isso implicará em erros comuns’. Por que a frase está errada?.......”
É, Rejane, a frase está construída com um desvio do padrão culto, pois implicar no sentido de “produzir resultados” é transitivo direto. O correto é, pois, Isso implicará erros comuns.
Eis a lista de alguns verbos com desvio da língua padrão ( desvio muito comum entre os usuários de nossa língua ):

Agradecer ( por > errado )
Agradeço a todos pelo apoio que me deram (errado!)
Agradeço a todos o apoio que me deram

Confraternizar-se ( com > errado )
Dunga confraternizou-se com os jogadores da Seleção (errado!)
Dunga e os jogadores da Seleção confraternizaram-se.

Implicar ( em > errado )
O aumento do preço do petróleo implicará em repasse ao consumidor (errado!)
O aumento do preço do petróleo implicará repasse ao consumidor

Pedir ( para > errado )
Lula pediu para que o povo tivesse paciência (errado!)
Lula pediu ao povo que tivesse paciência

Preferir ( mais, mil vezes ...do que > errado )
O brasileiro prefere muito mais uma cerveja gelada do que um bom vinho (errado)
O brasileiro prefere uma cerveja gelada a um bom vinho

Solicitar ( de > errado )
Solicito de V. Ex.ª minha transferência... (errado!)
Solicito a V. Ex.ª minha transferência...

_______________________________________________________________
Obs.: este assunto será retomado em outros comentários.

comentários

Francisca Braga - 26.01.2009 - 18:11

Professor,fui sua aluna nos cursos de redação, teoria e prática, e estudando o novo Acordo gostaria de saber qual a forma correta: sub-bibliotecário ou subibliotecário?

Deixe seu comentário




O USO DOS PORQUÊS (1)

1 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 0 de 5 )
04/12/2008 - 21h:24






Élton e Lívia acessaram nosso blog há algumas semanas com uma dúvida cruel sobre o emprego dos porquês. A dúvida recaía sobre uma frase que Madonna, numa resposta a um repórter, dissera: “Não sei porque. Talvez eu esteja mesmo ficando velha”. A revista ( ou o repórter ) transcreveu corretamente a resposta?


 


Não, Elton e Lívia. A transcrição correta seria: “Não sei por quê. Talvez eu esteja mesmo ficando velha”.


 


Quando você puder substituir o som “porque” pela expressão “o motivo ( pelo qual )”, terá de separar graficamente: por que. Se a expressão estiver antes de pausa pontuada, torna-se tônica e será obrigatoriamente acentuada.


 


Não entendo por que Maria está tão tensa.


Não entendo por quê. Maria, contudo, parece-me  muito tensa.


 


Depois eu explico por que não pude ir à festa de Cristina.


Estou apressado; depois explico por quê.


 


Acho que muitos ainda não perceberam por que esta crise nos afeta também.


Muitos não perceberam por quê...Mas é certo que esta crise nos tem afetado.


 


____________________________________________________________________


Obs.: o uso dos porquês terá outros comentários nos próximos blogs.


 


____________________________________________________________________


CURSO PAULO ROBERTO      PORTUGUÊS TOTAL PARA CONCURSOS


FONE: 3217 3626      8809 2161


 


         

comentários

leonardo - 19.01.2009 - 14:13

prof,eu estou fazendo as suas baterias de exercício e estou com duvidas.passar da ativa para passiva a frase "A economia continua comandando os destinos dos emergentesdo cone sul" eu coloquei" continuam sendo comandados" no gabarito tem"continua sendo comandada" e outra é pra apontar a locução passiva correta "Os fincionários haviam aceitado o novo acordo em todos os seus termos" eu coloquei" havia sido aceito" e o gabarito é "havia sido aceitado" me tire essas duas duvidas professor?

Deixe seu comentário




APOSTO NO CONCURSO PÚBLICO

0 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 0 de 5 )
03/12/2008 - 17h:26






Há alguns dias, Juliana Neiva acessou este blog , meio aflita porque não conseguia entender a figura do aposto. Com algum atraso, tentaremos hoje acabar com essa aflição.


Aposto, Juliana, é um termo oracional que se usa para explicar ( com detalhes imprescindíveis ou não ) uma palavra ou expressão que acabamos de transcrever ou articular. Aposto  é explicação, é detalhe.


 


O teste do aposto


> Retire a expressão anterior ( fundamental ) e a substitua pelo aposto.


Barack Obama, o presidente eleito dos EUA, apresentou sua equipe de governo.


O  presidente eleito dos EUA  apresentou sua equipe de governo.


 


Odeio Paulo Coelho, o autor de O Alquimista.


Odeio o autor de O Alquimista.


 


O trabalho evita três males: o tédio, o vício e a necessidade. (Voltaire)


O trabalho evita o tédio, o vício e a necessidade.


 


Depois de amanhã, sexta-feira, será um dia importante para Marcela.


Sexta-feira  será um dia importante para Marcela.


 


A Amazônia, nossa principal riqueza ecológica, está caminhando para a UTI.


Nossa principal riqueza ecológica  está caminhando para a UTI.


 


Fui professor da Nayana, a filha do Pereira.


Fui professor da filha do Pereira.


 


Ana Caroline tem muitas virtudes: é educada, inteligente, extrovertida...


Ana Caroline  é educada, inteligente, extrovertida...


 


Lucas, meu filho de 17 anos, irá a Minas em janeiro.


Meu filho de 17 anos  irá a Minas em janeiro.


 


O Armazém Paraíba está fazendo 50 anos.


O Paraíba está fazendo 50 anos.


________________________________________________________________


Obs.: o aposto tem como forte característica o isolamento ( geralmente por vírgulas ); no último exemplo, contudo, com o chamado aposto especificativo, as vírgulas de isolamento não ocorrem.


 





comentários

Seja o primeiro a comentar

Nenhum comentário

Deixe seu comentário




QUESTÃO CRETINA

0 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 0 de 5 )
02/12/2008 - 11h:52






Lia, aluna de nosso curso, acessa este blog e nos pede ajuda. Numa prova recente (se não me engano o concurso da Codevasf  aplicado pela Consulpan), propuseram a seguinte questão:


 


O verbo concorda com o sujeito em número e em pessoa, exceto em:


a) Não há dúvida quanto ao nosso direito.


d) O brasileiro deve preservar e cuidar da floresta Amazônica.


 


O item “A” satisfaz a proposição da questão, pois na frase não há sujeito (o verbo haver é impessoal). Entretanto, a frase “D” está gramaticalmente incorreta, uma vez que há quebra de paralelismo sintático: “floresta Amazônica” é, na frase, simultaneamente objeto direto de “preservar” e  objeto indireto de “cuidar”, e isso constitui quebra de paralelismo sintático. A frase estaria correta se tivesse a seguinte construção: “O brasileiro deve cuidar da floresta Amazônica e preservá-la”. Portanto, o candidato que marcou a opção “D” ( e errou !) foi prejudicado por ter sido propositadamente induzido a erro! 


                                                                                                                    


 


________________________________________________________________


Observação: no português popular, chamamos de “pergunta cretina” aquela na qual existe a clara intenção de induzir a erro a pessoa a quem perguntamos. Neste caso ( da Consulplan), houve, pois, uma questão cretina.


 


 


 


__________________________________________________________________


CURSO PAULO ROBERTO             PORTUGUÊS TOTAL


CONCURSOS PÚBLICOS                FONE   3217 3626


 

comentários

Seja o primeiro a comentar

Nenhum comentário

Deixe seu comentário




QUESTÃO CRETINA

0 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 0 de 5 )
02/12/2008 - 09h:13






Lia, aluna de nosso curso, acessa este blog e nos pede ajuda. Numa prova recente (se não me engano o concurso da Codevasf  aplicado pela Consulpan), propuseram a seguinte questão:


 


O verbo concorda com o sujeito em número e em pessoa, exceto em:


a) Não há dúvida quanto ao nosso direito.


d) O brasileiro deve preservar e cuidar da floresta Amazônica.


 


O item “A” satisfaz a proposição da questão, pois na frase não há sujeito (o verbo haver é impessoal). Entretanto, a frase “D” está gramaticalmente incorreta, uma vez que há quebra de paralelismo sintático: “floresta Amazônica” é, na frase, simultaneamente objeto direto de “preservar” e  objeto indireto de “cuidar”, e isso constitui quebra de paralelismo sintático. A frase estaria correta se tivesse a seguinte construção: “O brasileiro deve cuidar da floresta Amazônica e preservá-la”. Portanto, o candidato que marcou a opção “D” ( e errou !) foi prejudicado por ter sido propositadamente induzido a erro! 


                                                                                                                    


 


________________________________________________________________


Observação: no português popular, chamamos de “pergunta cretina” aquela na qual existe a clara intenção de induzir a erro a pessoa a quem perguntamos. Neste caso ( da Consulplan), houve, pois, uma questão cretina.


 


 


 


__________________________________________________________________


CURSO PAULO ROBERTO             PORTUGUÊS TOTAL


CONCURSOS PÚBLICOS                FONE   3217 3626


 

comentários

Seja o primeiro a comentar

Nenhum comentário

Deixe seu comentário




VERBOS CINEMÁTICOS (2)

0 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 5 de 5 )
18/11/2008 - 19h:10






Luciana, do Rio de Janeiro, acessa este blog com uma dúvida. Ela nos diz que certa instituição, numa prova, em seu gabarito apontou a frase Fui à festa, mas minha irmã chegou na festa antes de mim” como correta. E indaga: “Está realmente correta essa frase?


 


Não, Luciana. Com toda a certeza, não. Trata-se evidentemente de uma questão sujeita à interposição de recurso. Os verbos chegar, ir (e alguns outros cinemáticos) têm como regência a preposição “a” quando há uma indicação de deslocamento até certo lugar. E a frase em questão quer dizer:: “Ela chegou( deslocou-se) até ali”.


 É óbvio que, em determinadas outras circunstâncias ( tempo, modo ), pode-se ter:


Minha irmã chegou na hora certa.


Minha chegou em cima da hora.


Minha irmã chegou naquela madrugada de sábado.


Minha irmã chegou em trajes de roqueira de banda “underground”..


 


Entretanto, quando houver indicação clara de deslocamento até certo local ou evento, haverá a regência cinemática (de movimento), que foi objeto de nosso comentário na última semana. Nesse caso, a regência correta é a da preposição “a”.


 


Minha irmã chegou à festa antes de mim.


Minha irmã chegou ao aeroporto atrasada.


Minha irmã chegou à puberdade precocemente.


Minha irmã chegou a uma conclusão óbvia.


 


 


 


 


____________________________________________________


Curso Paulo Roberto               Português Total


Fones:  3217 3626        9412 3534      -  Teresina (PI)

comentários

Seja o primeiro a comentar

Nenhum comentário

Deixe seu comentário




REGÊNCIA – TENTE SENTI-LA !

0 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 0 de 5 )
13/11/2008 - 17h:55






João Ribeiro Barros Júnior acessou o blog, há alguns dias, e disse que “sinto dificuldades enormes quando procuro a regência de alguns verbos. Principalmente no exercício de sua anteposição ao pronome relativo que, qual  etc.”.  


Regência, João, é quase sempre “um exercício puro de sentimento, de sensibilidade”. Não há como decorar as variantes de predicação dos milhares de verbos da língua. É preferível tentar senti-las a guardá-las sob um artifício mnemônico.


 


>Exercício do “sentimento da regência” verbal e nominal:


>Use o pronome “quem” e repita o verbo:


Quem gosta, gosta de.


Quem acredita, acredita em.


Quem duvida, duvida de.


Quem confia, confia em.


Quem desconfia, desconfia de.


Quem insiste, insiste em.


Quem dispõe, dispõe de.


Quem se dispõe, se dispõe a.


Quem fala, fala de, sobre.


Quem atribui, atribui algo a alguém.


Quem dá, dá algo a alguém.


Aquilo que compete, compete a alguém.


Quem se insurge, se insurge contra.


 


>Use o pronome “quem” e repita a forma verbal/nominal:


Quem tem confiança, tem confiança em.


Quem morre de amores, morre de amores por.


Quem está sujeito, está sujeito a.


Quem está apaixonado, está apaixonado por.


Quem está decidido, está decidido a.


Quem tem acesso, tem acesso a.


Quem está convicto, está convicto de.


Quem está exposto, está exposto a.


 


Assim, em alguns exercícios com os relativos, pode-se ter:


O crise mundial  de que falamos afeta países em que todos tinham confiança.


 


------------------------------------------------------------------------------------------------------


Obs.: alguns verbos especiais ( aspirar, visar, assistir ) e ( obedecer, responder ) tiveram suas regências impostas pela tradição da Norma Culta da Língua. Esses devem ser objeto de um estudo especial. Mas são pouquíssimos quando comparados aos milhares de verbos da língua.  











____________________________________________________


CURSO PAULO ROBERTO  PORTUGUÊS TOTAL - Fone: 3217 3626

___________________________________________________________________


 



 

comentários

Seja o primeiro a comentar

Nenhum comentário

Deixe seu comentário




CUJO - O PRONOME DA POSSE

1 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 4 de 5 )
30/10/2008 - 09h:34






João Ribeiro Barros Júnior acessa nosso blog e quer saber: como e por que usar o pronome relativo cujo?


Esse pronome, João Júnior, é usado para indicar posse. Normalmente, o termo antecedente é o possuidor ; o conseqüente, o possuído.


Barack Obama, cuja mansão custou 1,5 milhão de dólares, é um homem rico.


 


Leitura da posse: A mansão de Barack Obama


 


O bandido cuja identidade a polícia não quis revelar é perigoso.


 


Leitura da posse: A identidade do bandido.


 


Odeio político populista, cujo discurso cheira a cinismo, hipocrisia e megalomania


 


Leitura de posse: O discurso do político populista


 


>Para empregar o pronome cujo, são necessárias quatro condições sine qua non:


a) estar entre dois substantivos;


b) concordar ( em gênero e número ) com o substantivo seguinte;


c) estar em contato direto com o substantivo seguinte;


d) estabelecer  posse ( com a preposição “de” ) entre o 2º e o 1º substantivo


Assim, tem-se:


a) O bandido cujo conhecemos a identidade  ( errado, pois não está entre 2 substantivos)


b) O bandido cujo identidade  ( errado, pois não concorda com “identidade” )


c) O bandido cuja a identidade (errado, pois entre “cuja” e “identidade” existe a interferência do artigo )


d) A identidade cujo bandido (errado, pois não há uma leitura coerente com a preposição “de” entre o 2º e o 1º substantivo: O bandido da identidade > sem sentido )


 


Duas frases incorretas:


...esta crise financeira mundial cujos os desdobramentos afetarão o Brasil...


...o governo Bush, cujo não soube conduzir a política econômica dos EUA...


As duas frases acima corrigidas:


 ...esta crise financeira mundial cujos desdobramentos afetarão o Brasil...


...o governo Bush, cujos equívocos desmantelaram a política econômica dos EUA


__________________________________________________________________


CURSO  PAULO  ROBERTO -  “PORTUGUÊS TOTAL PARA CONCURSOS”

comentários

renata - 01.05.2009 - 19:39

Professor tenho muita dúvida em relação ao empreo desse pronome, é verdade que o cujo, não pode vir antecedendo verbos?

Deixe seu comentário




A VÍRGULA PROIBIDA

0 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 5 de 5 )
23/10/2008 - 21h:40






Ana Lívia  acessa o blog  e  coloca-me diante de uma missão quase impossível: Quando a vírgula é proibida, professor?”


Muito mais plausível seria orientar sobre o uso da vírgula – quando a vírgula é estruturalmente obrigatória. Seria didaticamente mais factível. Mesmo assim, vou tentar satisfazê-la, Ana. 


 


A vírgula é proibida, principalmente, nestes casos:


 


a) nas estruturas sintáticas verbais simples:


sujeito simples > predicado simples > complemento simples


 


Obama  derrotou  Hillary


O candidato Barack  Obama surpreendeu a poderosa Hillary Clinton.


A crise afeta o mundo.


A crise econômica norte-americana afeta todas as economias do mundo.


 


b) nas estruturas sintáticas “bicompostas” (sem enumeração – 2 núcleos):


sujeito “bicomposto” (2 núcleos) > complemento “bicomposto”(2 núcleos)


 


Obama e os democratas derrotaram McCain e os republicanos.


A alta do dólar e a queda das bolsas afetam o Brasil e a  Argentina.


 


c) nas estruturas sintáticas nominais simples e nas “bicompostas”:


sujeito simples ou bicomposto>verbo/ligação>predicativo simples ou bicomposto


 


Obama é carismático.


A crise permanece inalterada.


Obama e McCain parecem  inteligentes e decididos.


A alta do dólar e a queda das bolsas continuam inalteradas e preocupantes.


 


d) nas estruturas circunstanciais simples ou “bicompostas”:


sujeito simples ou bicomposto > predicado simples > adjunto adverbial


 


O pai de Obama nasceu no Quênia.


A crise se alastrou pelo mundo.


McCain e Obama debaterão na próxima terça-feira.


 


Obs.: o comentário deste blog ( sobre a vírgula proibida ) continua no próximo.


CURSO PAULO ROBERTO  -  FONE 3217 3626  - CONCURSOS PÚBLICOS

comentários

Seja o primeiro a comentar

Nenhum comentário

Deixe seu comentário




ALZIMEIRE BATISTA E MAURO CÉSAR

0 comentário
Imprimir imprimir
Avalie ( 5 de 5 )
22/10/2008 - 20h:33






           


 


 


 


Saudades de nossos queridos alunos


 


Alzimeire Batista Miranda


 


Mauro César de Oliveira Alves


 


Ø           


 


Há alguns anos, Alzimeire, Mauro César, Ana Diva, Conceição, Varbareno, Maria Helena, Ricardo, Isabel e outros amigos formaram um grupo de estudos e tinham um sonho: passar em concursos públicos. Estudaram comigo, passaram em diferentes concursos e sempre mantiveram contato. Recentemente, o Mauro e a Alzimeire voltaram ao curso (na turma de sábado). Trabalhavam no Tribunal de Justiça do Maranhão, em Caxias, mas queriam fazer o concurso de Fiscal do Trabalho. Na tarde de terça-feira, 21, uma fatalidade interrompeu os sonhos da sempre alegre e extrovertida Alzimeire e do tímido e brilhante Mauro César.


Faltam-me palavras para descrever como me sinto agora.


Só me restam as condolências às suas famílias e uma única frase que me vem à alma:


 


Não importam os desígnios de Deus, vocês venceram!


 


 


Professor Paulo Roberto

comentários

Seja o primeiro a comentar

Nenhum comentário

Deixe seu comentário





'O Portal Meio Norte é apenas meio contratado para divulgação deste material. Todo conteúdo, imagem e/ou opiniões constantes aqui neste espaço é de responsabilidade civil e penal exclusiva do blogueiro ou de quem utilizou sua senha pessoal para postar as informações. O material aqui divulgado não mantém qualquer relação com a opinião editorial da empresa.'

Arquivo

Março / 2010
D
S
T
Q
Q
S
S
010203040506070809101112131415161718
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Coordenador:André Moura - andremoura@meionorte.com
Todos os direitos reservados. meionorte.com
meionorte.com: Anuncie | Cadastre-se | Trabalhe Conosco
Fale conosco: meionorte@meionorte.com | 86 2107.3032
Conheça o Jornalismo do Bem
Resoluçao indicada: 1024 x 768
Aprenda a ajustar sua resolução
Conheça nossa equipe