Phylippe Moura

Storyboard de "Homem de Ferro 2"

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14/10/2009 - 15h:25

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No processo de gravação de um filme, desde um comercial de 10 segundos até longas-metragens, após o roteiro criado, a equipe de produção: diretores, fotógrafos e os envolvidos na atividade de gravação, partem para o processo de decupagem da história escrita.
Entra em cena o Storyboard.
Entra em cena mesmo.
Tudo que será gravado vai para o papel.
A criação, antes no roteiro, toma forma em traços nítidos, deixando a equipe de produção em completa sintonia e noção de tudo que o filme necessita e deve ter no momento da gravação.
O Storyboard é o primeiro contato real da equipe com o filme, após a criação do roteiro.
Passeando pelo Judão Judão , encontrei essa obra de arte, o Storyboard da sequência “Homem de Ferro 2”, que estreia dia 30 de abril do ano que vem.
Muito curioso. Trabalho genial.












































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Quatro experiências

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13/10/2009 - 17h:04

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Quatro experiências distintas no feriadão.
O ponto de partida foi “Transformers 2”, uma das apostas de bilheteria do ano.
Na mais nova seqüência de Michael Bay, diretor de enorme potencial para filmes que respiram inovadoras técnicas de efeitos visuais, ele demonstra o melhor artifício do gênero.
Os Autobots estão bem melhores, a enxurrada visual é nítida, diferentemente do primeiro filme.
“Transformers 2” alimenta a tendência que vem tomando conta dos “pipoca/films”. O uso da linguagem vídeo clipe é ferrenha. Tudo é muito rápido. A continuidade é sufocante.
Nada pega gás.








Em seguida uma imersão na mente de um jovem psicopata, preso pelo assassinato dos pais, que tem o caso investigado pelo personagem de Russel Crowe.
É o suspense “Tenderness”.
História boa, mas filme sem força.
Crowe é o ponto positivo, só isso.










Na seqüência o mais novo de Almodóvar, “Abraços Partidos”.
A genialidade do cineasta espanhol é intrigante.
Penélope Cruz se envolve com um ricaço de Madri, ela sonha ser atriz.
Do outro lado temos Mateo, diretor e roteirista de cinema, em busca da atriz perfeita para personagem de seu mais novo longa.
É aí que o diretor e a aspirante a atriz se cruzam, criando uma celeuma digna de Pedro Almodóvar.
A conclusão comum e superficial faz parte dos normais, não de Almodóvar, que cria uma história arrebatadora dos personagens com belíssimas referências do cinema, emplacando um ótimo roteiro e um dos melhores filmes do ano.






Por último um lindo filme vindo da Suécia, com a história de Maria Larsson, que enxerga a vida com outros olhos ao resgatar sua máquina fotográfica, ganhada na sorte de uma loteria. Mas Maria é casada com um alcoólatra, mulherengo e possessivo. Ela tem muitos filhos e as condições nada favoráveis a impedem de realizar o cada vez maior sonho de fotografar.
A beleza do filme nórdico vai desde sua estética, de Suécia paupérrima dem 1910 a feroz batalha de Maria em educar seus 7 filhos e não apagar a chama do sonho de ser uma fotógrafa.
“Everlesting Moments” ou “ Momentos Eternos de Maria Larsson”, foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro em 2009, categoria vencida pela ótimo animação israelense “Valsa Com Bashir”.







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filmes para o feriadão

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10/10/2009 - 11h:48

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Dicas de locações para o feriadão.
Dois lançamentos e dois catálogos.

LANÇAMENTO

Jogada de Gênio




Sinopse: Robert Kearns, um homem casado, inventor e professor de engenharia de uma Universidade, tem uma vida pacata. Até que ele inventa um equipamento para carros que será muito usado no futuro, mas as grandes corporações roubam sua invenção sem dar créditos a ele. Então Robert luta para que sua idéia seja reconhecida, mas é ignorado pela justiça. Com tudo isso, torna-se um homem obcecado e não se conforma com a injustiça que sofreu. Quer ter seus direitos reconhecidos, luta por isso e por todas as pessoas que passaram pelo mesmo que ele.

Trailer:


Crítica: Davi contra Golias guiado pela ótima performance de Greg Kinnear.

Operação Valquíria




Sinopse: Tom Cruise nos brinda com uma das melhores atuações de sua carreira neste movimentado e tenso filme do diretor de "Os Suspeitos" e de "X-Men: O Filme". Baseado na inacreditável história real do Coronel Claus von Stauffenberg (Cruise) e do engenhoso plano arquitetado para matar Adolph Hitler, este interessante suspense recria a ousada operação cujo objetivo era eliminar um dos mais cruéis tiranos que o mundo já conheceu. Co-estrelado por Kenneth Branagh, Bill Nighy, Tom Wilkinson, Terence Stamp e Eddie Izzard, Operação Valquíria é uma montagem esmerada e realística envolta em um suspense impactante do início ao fim!

Trailer:


Crítica: Sim. “Operação Valquíria” é um bom filme.

CATÁLOGO

O Grande Truque




Sinopse: A apresentação de uma mágica revolucionária faz com que outro mágico, que é seu rival há anos, busque meios de descobrir como ela acontece. Dirigido por Christopher Nolan (Amnésia) e com Hugh Jackman, Christian Bale, Michael Caine, Scarlett Johansson, David Bowie e Piper Perabo no elenco.
Recebeu 2 indicações ao Oscar.

Trailer:


Crítica: Um filme mágico e surpreendente.

K-Pax - O Caminho da Luz





Sinopse: Após um homem misterioso, que diz ter vindo de outro planeta, ser internado em um hospício, um psiquiatra passa a examiná-lo disposto a provar que ele na verdade sofre de uma grave síndrome de personalidade. Com Kevin Spacey e Jeff Bridges.

Trailer:


Crítica: Emocionante!

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Entrevista com Fernando Meirelles

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10/10/2009 - 10h:57

O Esquema
Entrevista com Fernando Meirelles a Revista da Livraria Cultura, em outubro de 2008, que achei no Blog do Lisandro .
O diretor fala, dentre outras coisas, da importância do roteiro na construção do filme e sobre adaptações de livros para cinema, processo que muita gente não entende, chegando e questionar a qualidade do filme baseado no processo analítico literário, que é bem diferente da análise cinematográfica/audiovisual. Coisas distintas, lógico.
É sempre bom ver alguém como Meirelles falando de cinema.


"O roteiro é o rei", entrevista com Fernando Meirelles

A adaptação da literatura para o cinema é sempre uma questão delicada. O que mais te preocupa neste processo?
Livro é livro, e filme é filme. A primeira coisa que me preocupa é que o roteiro seja interessante. Se der para ser fiel, ótimo. Se não der, o roteiro deve ser o rei; se tiver que alterar a obra, altere, porque você tem que ter um bom roteiro. Mas, às vezes, há livros aos quais você pode ficar muito preso e, mesmo assim, produzir uma boa adaptação.

Seria o caso de Ensaio sobre a cegueira?
É, neste caso, a trama do filme é muito próxima, muito parecida com a trama do livro. Mas acho que é bem diferente, porque no Ensaio os personagens não têm muita cara, não tem nome; no filme, embora também não tenham nome e nem passado, você coloca o Gael, fazendo o papel do Rei da Camarata 3 e, imediatamente, traz a personalidade do ator. A mesma coisa acontece com a Juliane Moore, você não olha mais a mulher do médico, mas a Juliane Moore. Mesmo sem querer, você dá cara, dá personalidade para os personagens, o que Saramago não quis fazer. Mas não há como, porque o cinema é visual. E tem outra coisa: no livro, quem narra, quem conta a história é o escritor – é como ele vê as coisas, coloca pensamentos na cabeça dos personagens. No cinema, nada disso é possível. Toda a história tem que ser contada pelas ações dos personagens. Ensaio sobre a cegueira foi extremamente difícil de adaptar, porque é muito pessoal, muito subjetivo, opinativo, tem as ironias do autor, e isso não cabe na ação do ator. Acho que foi uma ousadia do Don McKellar – canadense responsável pela adaptação –, mas acho que acabou saindo bem

É isto que você coloca como o maior desafio da adaptação?
É isto sim. Para mim, o maior desafio para fazer um filme sempre é chegar ao roteiro, é escrevê-lo. Quando você tem um bom roteiro, 90% está feito; aí, é só ir lá, arrumar um ator e filmar.

E por que resolveu mudar o filme depois da apresentação no Festival de Cannes este ano, antes da estréia no Brasil?
Primeiro, esse negócio de ficar alterando o filme é um processo de todo filme. Todos os cineastas demoram oito, nove meses – o Walter [Salles] demorou quase um ano montando o Linha de passe. Não é que você demore colocando as partes juntas, é o tempo em que você fica mudando para chegar ao melhor resultado. E eu fiquei nesse processo. Aconteceu que, como fomos convidados para abrir o Festival, fechamos e mixamos o filme muito rápido e mandamos. Mas ainda não estava acabado. O ideal é acabar o filme, que na hora está bom, dar uma semaninha e voltar a ele, mas eu não tive essa semaninha.

O interessante é que Saramago gostou do filme. Diferentemente de outros autores que acabam não gostando das adaptações. Quando há essa desavença, como o diretor deve se posicionar?
É, eu tive a sorte de os três autores que peguei – o Paulo Lins, John Le Carré e José Saramago – terem gostado das adaptações. Mas acho que, realmente, é sorte ter pego escritores generosos, tolerantes, que deixaram eu meter a mão no filme, dar uma outra versão, mesmo que não tivesse sido da forma que estavam imaginando. Na verdade, fiquei muito ansioso para saber o que ele ia achar, se seria a história dele ou não. Fiquei feliz que gostou.

Esta é a sua terceira adaptação. Você prefere esse tipo de trabalho a roteiros originais?
Não. Acho que foi coincidência, porque leio bastante. Leio, me entusiasmo com a história e me envolvo. Foi assim com essas obras. Mas tenho dois roteiros começados que são originais. Mas demoram um tempo e, por causa disso, acabo lendo outra coisa e coloco um filme no meio. Mas devo fazer um roteiro original em algum momento da minha vida.

Mas o seu próximo trabalho seria uma adaptação, desta vez de um livro do Jorge Furtado, não é?
É. Na verdade, não é bem uma adaptação. Não vou nem utilizar o mesmo nome. O Jorge escreveu um livro um pouco baseado em Trabalhos de amor perdidos, de Shakespeare. Agora, está escrevendo um roteiro para mim que é levemente baseado no livro dele. Não sei quando vou fazer. É uma comédia de estudantes estrangeiros, em Nova York, que estão fazendo projetos sobre Shakespeare.

Quando você fala “levemente”, acha que as outras adaptações também podem ter esse advérbio?
O Cidade, acho que foi uma adaptação bem livre, porque a estrutura do filme é diferente da apresentada no livro do Paulo, que é muito episódico. Já o roteiro do Bráulio Mantovani é bem-estruturado, tem alguns personagens centrais, coisas que não existem no livro. O do John Le Carré, acho que foi uma adaptação fiel, mas a gente tirou muita coisa, porque é um livro muito grande, de 600 páginas, então, na verdade, demos uma filtrada na obra. E esta do Ensaio, por ser uma obra mais curta, acho que tem a trama mais fiel ao original.

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Paulo Ricardo Rodrigues - 14.12.2009 - 14:04

Bacana a entrevista.O Fernando Meirelles sem dúvida é o maior cineasta brasileiro da atualidade,juntamente com Walter Salles e José Padilha.Quando Meirelles topou filmar Ensaio Sobre a Cegueira,ele deu a cara a tapa,porque ele com o prestigio que tem em Hollywwod(os gringos ficaram com queixo no chão com Cidade de Deus e o filme tem fãs que vão de Tom Hanks,Dustin Hoffman,Ben Afleck..e muitos outros).Com essa moral toda o que ele faria?pegaria um filme de Hollywood como Colateral e sairia bem na fita,mas foi fazer um filme que o público não entendeu,uma metafora muito bonita sobre a cegueira que todos nós humanos temos uns aos outros,e infelizmente não foi compreendido.Meirelles tem 2 opções na carreira agora,ou faz filmes nacionais em co-produções(no caso de blindness)e aumenta o prestigio da sua produtora(o que seria rentavel pra ele),ou se manda para os Estados Unidos e trabalha em projetos para estúdios.Pedro Almodovar tem um oscar na estante e só faz filmes espanhois e autorais,e Ang Lee saiu de Taiwan e fez carreira nos Eua e também papou um oscar.E sem tem um papo que eu não acredito é que um Oscar não importa,essa estatueta dá um prestigio de honraria para o resto da vida.Mas uma coisa é certa,ele é muito talentoso é fez uma obra prima que é Cidade de Dus,Abraço e parabéns pela entrevista.

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Som da sexta

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09/10/2009 - 17h:55

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Som da sexta de hoje é dos californianos do Incubus.
A faixa é "Nice to know you", a primeira do cd “Morning View”, lançado em 2001.
O vídeo abaixo foi retirado do DVD “Alive At Red Rocks”, de 2004, que alias é um showzaço.
Boa sexta!

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Cinema: estreias da semana

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09/10/2009 - 08h:21

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Duas comédias românticas são as estreias do final de semana em Teresina.
“Jogando com Prazer”, com Ashton Kutcher, que aparece mais no twitter do que na telona, e “A Verdade Nua e Crua”, com Gerard Buttler.
A boa notícia é que “Se beber, não case”, uma das melhores comédias do ano, continua em cartaz nos Cinemas Teresina.
“UP – Altas Aventuras”, a mais recente obra da Pixar, e “O Seqüestro do Metrô”, novo do mestre da ação Tony Scott, com Denzel Washington e John Travolta, agora fazem parte da programação dos Cinemas Riverside.

Jogando com Prazer

Sinopse: Para Nikki (Ashton Kutcher) a vida é um jogo bem simples. Ou você é a caça ou o caçador. Ele se considera um cara muito esperto e sabe que a beleza e juventude são suas melhores cartas. Freqüentando grandes festas nos melhores clubes e nas maiores mansões de Los Angeles, ele passa os dias e as noites aproveitando o melhor que a vida pode dar. Com Samantha (Anne Heche) sua última conquista, ele ganhou tudo que sempre sonhou. Porém ao encontrar Heather (Margarita Levieva), uma sedutora garçonete, ele descobre que as regras do jogo acabaram de mudar e agora ele vai ter que decidir se vai querer continuar jogando.

Trailer:


Cinemas Teresina
Horários: 15h – 17h – 19h10 – 21h20


A Verdade Nua e Crua

Sinopse: A batalha dos sexos esquenta na comédia da Columbia Pictures, A Verdade Nua e Crua (The Ugly Truth). Abby Richter (Katherine Heigl) é produtora de um programa matutino, que tem problemas emocionais e cuja busca pelo Sr. Perfeito a deixou irremediavelmente solteira. Ela está prestes a ser acordada de forma brusca quando seus chefes a colocam frente a frente com Mike Chadway (Gerard Butler), uma intransigente personalidade da TV que promete despejar a verdade nua e crua sobre o que faz os homens e as mulheres balançarem.

Trailer:


Cinemas Teresina
Horários: 14h50 – 16h50 – 19h – 21h10


Fonte sinopse: UOL e Cinepop

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As 15 melhores aberturas de filmes

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08/10/2009 - 16h:54

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Hoje é quinta-feira, dia de postar belos pôsteres lançados na semana, mas o acervo não convence, então hoje, expecionalmente, não tem o post clássico das quintas.
Pra não passar em branco, achei no Cinema e Afins um TOP 15 das melhores aberturas do cinema.
Genial.
Open Credits como o de “Juno”, “Senhor das Armas”, “Obrigado Por Fumar” e outros clássicos como “Um Corpo Que Cai” e “Psicose”, fazem parte da lista.

Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet - 2007


Psicose - 1960


Quarto do Pânico - 2002


Cães de Aluguel - 1992


007 - Goldfinge - 1964


Planeta Terror - 2007


Homem Aranha 3 - 2007


Beijos e Tiros - 2005


Um corpo que cai - 1958


Pí - 1998


Obrigado Por Fumar - 2004


Juno - 2007


Seven - Sete Crimes Capitais - 1995


Senhor das Armas - 2005


Prenda - me se for capaz - 2002

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Video do 60º aniversário da República Popular da China

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07/10/2009 - 09h:48

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Fugindo um pouco do cinema, música, mas sem sair do audiovisual, trago um filme com momentos da comemoração do 60° aniversário da República Popular da China.
Um show de imagens, edição, e principalmente, disciplina militar dos orientais.
Segue o vídeo abaixo.

China's 60th Anniversary national day - timelapse and slow motion - 7D and 5DmkII from Dan Chung on Vimeo.


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Assista 5 minutos da nova animação da Disney

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06/10/2009 - 16h:13

Disney@
O cinema de animação vem sofrendo uma verdadeira enxurrada de filmes 3D.
Pensando em quebrar esse ritmo alucinante, a Disney vai lançar o longa “A Princesa e o Sapo”, que já apareceu aqui no blog no post de novos cartazes.
Estúdio como a Pixar, que hoje é parceira da Disney, sempre ditam tendências e simplesmente não erram em suas produções. Tirando sucessos como a “A Era do Gelo” e “Shrek”, o primeiro da FOX e o segundo da Dreamworks, os grandes sucessos que não deixam dúvida alguma sempre vem dos artistas da Pixar.
Se espera muito de “A Princesa e o Sapo”, justamente para saber como vai se comportar um filme em 2D, meio a um cenário dominado pelo 3D.
Assista abaixo 5 minutos de “A Princesa e o Sapo” que deve estrear no Brasil dia 11 de dezembro.


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Filmes para o final de semana

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03/10/2009 - 11h:57

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De volta com as dicas de filmes para o final de semana. Dois lançamentos e dois catálogos.
Se for a locadora tome nota.

LANÇAMENTOS

Coraline e o mundo secreto

Sinopse: O longa mostra a história de Coraline (voz de Dakota Fanning na versão original), uma menina que se muda com sua família para uma enorme casa. Explorando as inúmeras portas do local, a menina acaba abrindo uma que dá para outra casa, em uma realidade paralela, onde seus habitantes querem mantê-la presa, como sua filha.

Trailer:


Crítica: A fantasia de Coraline é linda e assustadora.




Dúvida

Sinopse: A história é ambientada no ano de 1964, em uma escola católica no Bronx (Nova York), onde a diretora (Meryl Streep) é uma dura freira que acusa publicamente de pedofilia um padre popular (Philip Seymour Hoffman). O filme aborda as questões de religião, autoridade e moralidade.

Trailer:


Crítica: Um elenco com Philip Seymour Hoffman e Meryl Streep vale apenas me qualquer circunstância.




CATÁLOGOS

Terra Fria

Sinopse: Após um casamento fracassado, Josey Aimes (Charlize Theron) retorna à sua cidade natal, no Minnesota, em busca de emprego. Mãe solteira e com dois filhos para sustentar, ela é contratada pela principal fonte de empregos da região: as minas de ferro, que sustentam a cidade há gerações. O trabalho é duro mas o salário é bom, o que compensa o esforço. Aos poucos as amizades conquistadas no trabalho passam a fazer parte do dia-a-dia de Josey, aproximando famílias e vizinhos. Incentivada por Glory (Frances McDormand), uma das poucas mulheres da cidade que trabalha nas minas, Josey passa a trabalhar no grupo daqueles que penam para arrancar o minério das pedreiras. Ela está preparada para o trabalho duro e, às vezes, perigoso, mas o que não esperava era sofrer com o assédio dos seus colegas de trabalho. Como ao reclamar do tratamento recebido é ignorada, ela decide levar à justiça o caso.

Trailer:


Crítica: Sobre o preconceito feminino, nada como um excelente trabalho de Charlize Teron. Uma aula de humanidade.




Apocalypto

Sinopse: Um homem é capturado para ser sacrificado, em nome da prosperidade do império maia. Ele consegue fugir e tenta voltar para casa o mais rápido possível, para salvar sua família. Dirigido por Mel Gibson (Coração Valente).
Recebeu 3 indicações ao Oscar.

Trailer:


Crítica: O ambiente de Apocalypto é genialmente sinistro e eletrizante. Mel Gibson acerta mais uma vez.


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