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Valéria Monteiro diz que não tem apoio do PMN para custear campanha

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A pré-candidata a presidência da República, Valéria Monteiro - PMN afirmou em entrevista ao programa Agora que não tem apoio do partido para custear sua campanha política e por isso  está pegando o próprio carro para percorrer o Brasil.

Ela reforça a importância da participação das mulheres no cenário político. "Nós temos uma representação muito pequena ainda, as mulheres brasileiras, nós não somos minoria, nós somos maioria tanto da população quanto dos eleitores e no momento em que nós decidirmos nos empodeirar, porque o empoderamento não vem de outro, não são os homens que vão nos empodeirar, nós vamos buscar o empoderamento, então quando nós entendermos isso não vai ter pra ninguém", disse.

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Valéria Monteiro falou sobre ter experiência na gestão para administrar um país. Segundo ela, os políticos experientes são o nome científico para políticos ladrões. "Entra governo, sai governo e o poder está nas mãos de pessoas que estão nos roubando, envolvidos em escândalos de corrupção", enfatizou ressaltando que o país precisa é de líderes com vontade política.


A pré-candidata a presidência classificou o sistema eleitoral atualmente como fraudulento, dizendo que ele não dá oportunidades para as pessoas se candidatrem, a não ser que elas tenham muitido dinheiro. "O poder político está sento tomado pelo poder econômico", acredita.

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Sobre a principal bandeira que defende, Valéria Monteiro disse que não seria só a reforma tributária, mas seria importante cobater a desigualdade pois ela gera cada vez mais violência.

"Se não tiver esse combate não haverá como construir tantos presídios para todas as gerações que virão cada vez mais violentas. Precisamos colocar prioridade na educação que é uma ferramenta de transformação e empoderamento de todas as pessoas que querem mudar de vida, e a saúde também é uma decorrência desse combate a desigualdade porque nós temos 40% das internações ligadas a falta de saneamento básico e se não houver saneamento a gente não tem saúde, é uma ação de prevenção muito necessária que nos deixa no século 18 quando nós já estamos no século 21.", enfatizou.












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