Pronatuvida

VIVER A VIDA!!!

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11/03/2010 - 20h:02

“O amor é que alimenta a fome de viver”.
Teca Calazans


Viva cada dia plenamente
Não pense no ontem, pois já passou, já foi vivido.
Não pense no amanhã, pois ainda estar por vir.
Viva o hoje aproveitando cada momento.
A vida a cada dia nos oferece presentes:
A família que necessitamos,
Os amigos que escolhemos.
A cada momento fazemos escolhas
Nem sempre as mais sábias,
Porém de acordo com o nosso conhecimento,
Com o nosso estágio de desenvolvimento
E com as nossas necessidades.
Assim viva a vida e
Confie em Deus e seja feliz.


(Mensagem recebida em 11.03.10 por MLOliveira)

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O BUSCADOR E A LINHA EVOLUTIVA

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15/02/2010 - 16h:56

O BUSCADOR E A LINHA EVOLUTIVA


Não é a linha evolutiva que faz o indivíduo evoluir. É a relação que o buscador tem com ela. A linha evolutiva pouco importa, mas as atitudes de responsabilidade, força de vontade de aprender, de se autoconhecer e de dominar o ego são o que define sua velocidade evolutiva.

Mesmo que alguém se utilize de grossos livros e técnicas sofisticadas, não significa que possua superioridade consciencial. Aliás, o sentimento de superioridade é inversamente proporcional ao nível evolutivo da consciência portadora. Ou seja, uma consciência realmente evoluída não ostenta qualquer superioridade consciencial, pois a lucidez maior, proveniente de elevados estados de consciência, não permite a manifestação desses egos ridículos de arrogância, orgulho e vaidade.

Observe estas três opções evolutivas básicas:
a) por descaso ou desconhecimento;
b) por fé e devoção;
c) por responsabilidade, reforma íntima, trabalho, estudo e autoconhecimento.

O resultado é óbvio: a maioria da humanidade se enquadra na primeira opção, incluindo religiosos, espiritualistas, técnicos, pesquisadores, conscienciólogos, "universalistas", parapsicólogos, entre muitos outros.

A relação entre os homens que ostentam esses rótulos e suas linhas é leviana e irresponsável, em sua maioria esmagadora, já que os mesmos se movem motivados mais por um ego social-técnico, social-religioso ou social-espiritualista, do que por um investimento autoconsciente na necessidade inexorável de evoluir.

Paciência; o que não vai pelo amor, vai pela dor. E é essa realidade que define o nível denso do plano astral, adstrito ao planeta Terra: o umbral espiritual (1).

Infelizmente, esses dolorosos intervalos são absolutamente necessários, diante da imperícia evolutiva humana que, quando não usa somente a técnica, busca o vazio das futilidades e se afasta da Luz que indica o caminho para a Consciência.

Os homens e sua sociedade são a indústria que polui a consciência humana durante a vida; o umbral é o lixão que recebe todo esse produto; os amparadores são os lixeiros, que trabalham sem receber a taxa do lixo. Ou melhor, essa taxa é cobrada de uma minoria encarnada, que trabalha na espiritualidade com seriedade, "carregando piano" e pisando em espinhos. Durante o dia, dentro do corpo, lutando para esclarecer, sobreviver e manter a dignidade. E à noite, fora do corpo, doando-se, muitas vezes até mesmo sem saber, em trabalhos de resgate extrafísico.

P.S.: Este texto foi inspirado espiritualmente por Ramatís.

- Dalton Roque -
Curitiba, 25 de junho de 2004.

recebido por e-mail de: daltonroque@yahoo.com.br ; www.consciencial.org

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GUERREIRO DA LUZ

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15/02/2010 - 16h:49

Saul Brandalise
Li esse texto há algum tempo atrás e nunca esqueci, sempre o recordo quando as coisas se tornam dificeis, e na sua leitura encontro forças para seguir adiante.

TODO GUERREIRO DA LUZ JÁ FOI DERROTADO.

Todo guerreiro da luz já ficou com medo de entrar em combate.
Todo Guerreiro da Luz já traiu e mentiu no passado.
Todo Guerreiro da Luz um dia já perdeu a fé no futuro.
Todo Guerreiro da Luz já trilhou um caminho que não era dele.
Todo Guerreiro da Luz já sofreu por bobagens.
Todo Guerreiro da Luz já falhou em suas obrigações espirituais.
Todo Guerreiro da Luz já disse sim quando queria dizer não.
Todo Guerreiro da Luz já feriu alguém que amava.
Todo Guerreiro da Luz já achou que não era Guerreiro da Luz.
Por isso é um Guerreiro da Luz; porque passou por estes desafios e não perdeu a esperança de ser Melhor.


Saul Brandalise Jr.

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Para pensar

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15/02/2010 - 16h:34

“Confia plenamente no Senhor. Ele te cuidará, te protegerá e te guiará. Tudo no seu devido tempo e lugar.”

(Mensagem recebida em 07.02.10 por LLOliveira)

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As dificuldades que as pessoas e a própria sociedade criam, quando o assunto é namoro"

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25/01/2010 - 16h:17

As dificuldades que as pessoas e a própria sociedade criam, quando o assunto é namoro"
Alamar Regis


Tenho impressão de que este meu artigo vai ser mais interessante para as minhas amigas mulheres. Mas garanto que vai ser útil, também, a muitos homens.

Assisti, na última sexta-feira, aquele que acho um dos mais importantes e úteis programas de televisão brasileira, o "Globo Repórter", que sempre aborda temas interessantes, e interessei-me muito por esta edição que tratou da questão da dificuldade que as pessoas têm em namorar. O programa mostrou a cidade que tem mais homens, no Brasil, a que tem mais mulheres, abordou a questão do namoro pela internet, apresentou psicólogos e inclusive aquele cidadão que deu dicas de como o homem deve abordar e mulher, etc... Mas não falou sobre aquele que eu vejo como um dos maiores problemas na questão do namoro:

As dificuldades que as pessoas e a própria sociedade criam, quando o assunto é namoro. Tenho tido uma certa experiência no trato desta questão, porque durante algum tempo eu venho estudando, com muito interesse, o comportamental humano, mais especificamente acerca da mulher.

Tudo começou quando eu fiz uma palestra, sobre um outro assunto, e no meio dela abordei, por uns dois ou três minutos, a questão da submissão da mulher ao machismo, que, ao meu ver, é uma das culturas mais ridículas do mundo, quando, ao final da palestra, numa sessão de perguntas e respostas que o público me fez, que seria de meia hora, mas terminou sendo de uma hora, quase todas as perguntas giraram exactamente em cima desta questão, embora eu tivesse falado sobre outras coisas.

Para completar, ainda fizeram uma fila, para me cumprimentar, sendo a maioria constituída por mulheres, que me pediam nome de telefone, e-mail, MSN, etc... Achei aquilo muito interessante e preparei, depois, uma outra palestra só falando sobre a mulher, que terminou fazendo um certo sucesso, o que inspirou-me escrever o meu livro “Mulher, só é boba quem quer”.

Eu tenho tido muito contato com mulheres, principalmente por e-mail e MSN, e tenho verificado que todos os casos são quase a mesma coisa, ou seja: muitas mulheres sofrendo porque são bestas mesmo.

Vamos ao questionamento:

Eu gostaria muito que o Globo Repórter tivesse abordado a questão integralmente, mas compreendo que um programa de apenas 50 minutos seja insuficiente para isto, por mais boa vontade que tivesse, já que existem aspectos bem complicados a tratar e nem sei se agradaria a muita gente, da mesma forma que sei que este artigo aqui não vai agradar a todo mundo não, exatamente pelas razões as quais vou apontar, como dificuldades criadas para o namorar.

As pessoas, bem como a sociedade, são extremamente cruéis em relação ao namoro. O que elas puderem criar de dificuldades nesta área, elas criam. É lamentável, mas se trata de um tremendo masoquismo social, já que se cria dificuldade para a prática de uma coisa que todo mundo gosta.

O namoro é perseguido e patrulhado, desde a infância.

Nos colégios, por exemplo, não há tanta vigilância quanto a tráfico de drogas que hoje está uma verdadeira praga e nem quanto as porcarias que são vendidas nas próprias cantinas, para os alunos. Mas há uma rigorosa vigilância em cima da possibilidade de alunos namorarem.

O aluno que quiser fumar maconha, faz isto tranquilamente, que não aparece um inspetor para coibir a prática, mas, tente um casal de alunos arranjar um cantinho para dar uns beijos e uns amassos, que pode ser no lugar mais escondido do estabelecimento, mesmo atrás das caixas e caixotes de papéis do depósito do colégio, que sempre aparece um vigilante para retirá-los dali, veementemente, levá-los à secretaria e até suspendê-los.

Os pais não têm tanta segurança se os filhos estão livre das drogas nos colégios, mas podem ficar seguros de que namorar, eles não vão, porque o patrulhamento é sempre rigoroso. No ambiente religioso, se um homem entra abraçado com uma mulher, alguém os repreende, sob a argumentação do "Aqui é lugar de respeito", como se namorar fosse desrespeito.

Os religiosos ficam, invariavelmente, aborrecidíssimos diante de qualquer argumento de que Jesus namorou Maria de Madalena.
- "Imagine, Jesus namorando! Isto é uma blasfémia. Como é que pode um desrespeito deste, em relação a Nosso Senhor Jesus Cristo!!!".

A visão de que o namoro é coisa imunda e impura é tão arraigada, no seio religioso, que muita gente não pode admitir que a mãe de Jesus tenha tido relação sexual, para dar-lhe a luz àquele maravilhoso filho. Têm que afirmar que ela viveu virgem a vida inteira.
Não consigo entender como pode alguém vincular uma simples pele, chamada hímen, com moral, honra, dignidade e valores elevados.

É impressionante o quanto o namoro é perseguido.

Se a pessoa está em determinado lugar, com amigos ou amigas, e de repente desperta olhar em uma outra pessoa de sexo oposto, e esses amigos percebem, aí todos voltam a atenção para aquela situação, esquecendo tudo o demais que possa ter no ambiente. Chega a ser constrangedor e deixa a pessoa em situação difícil, do ponto de vista psicológico.

Se algum parente, vizinho ou amigo tenta, por exemplo, insinuar a um pai ou mãe qualquer que o seu filho talvez esteja usando drogas, em maioria a reação é mais ou menos assim:
- “Acho que você está enganada. Quem? O meu filho? De jeito nenhum, eu confio nele, ele não aceita essas coisas, isto é coisa da sua cabeça, e pode ficar tranqüila que não está mesmo”.

Não dão atenção mesmo. As pessoas até se aborrecem com os alertas, e é por isto que todo o mundo tem receio de avisar. No entanto, se o aviso dado é de que o seu filho ou sua filha está namorando com alguém, com certeza a atenção será total.

Quando uma filha demora a chegar em casa, ou chega tarde, qual é a reação da maioria das mães, quando ela chega? Sempre a repreende, achando que ela estava namorando alguém. Muitas insinuam que ela deveria estar em algum motel, por aí, com algum vagabundo. Impressionante, mas é sempre com um vagabundo, nunca com uma pessoa de bem.

A condenação que se faz ao sexo, principalmente orquestrada pelas religiões, é uma das coisas mais ridículas e estúpidas da humanidade. É o que podemos chamar de masoquismo consciente.
Não consigo entender que nível de inteligência existe numa sociedade que vincula sexo com moralidade. O que tem uma coisa a ver com outra, pelo amor de Deus?

A sociedade inventa, a cada dia, mais dificuldade para o relacionamento entre as pessoas.
Em vários países, nos dias atuais, se um homem se atrever a olhar diferente para uma mulher, dizer que ela é bonita, insinuar qualquer interesse em estar com ela, estará ele sujeito até a ir para a cadeia, sob a argumentação do tal assédio sexual, que nos dias de hoje parece até piada, principalmente se isto ocorrer em uma empresa. É incrível o rigor como este tema é punido.

É claro que, de fato, existe o assédio sexual maldoso, por interesse, por pressão, por sabotagem, por chantagem e por outros motivos verdadeiramente indecentes, que precisam ser coibidos, sim, com rigor. Mas não há inteligência na sociedade para saber o que são alhos nem o que são bugalhos.

Por este motivo, homens mais sensatos, e mulheres também, terminam se resguardando e, com certo medo, fazem esforços para não dar qualquer demonstração de que estão interessados por outras pessoas.

Desde os tempos mais antigos a religião impôs ao mundo que o homem pode tudo e a mulher não pode nada, em termos mais íntimos.

Quando um homem, casado, tem algum relacionamento fora de casa, é admirado pelos outros homens e, por incrível que pareça, até mesmo pelas outras mulheres, que o vêem como o “poderoso”, o “garanhão”, o “eficiente”. Porém, quando é a mulher, a reação é violenta e cruel, todos a condenam, a consideram como “galinha”, e a maior condenação, por incrível que pareça, parte das próprias outras mulheres.

Um homem separado pode fazer o que quiser, pode namorar quem quiser, na frente de todo mundo, até mesmo na semana seguinte à sua separação. Agora, vai a mulher tentar fazer a mesma coisa, pra ver o que acontecerá com ela.

Acha a sociedade, de forma absurda, que a mulher separada no casamento, deve aposentar-se sexualmente e castrar-se totalmente em relação a qualquer desejo íntimo. Não importam quais foram as razões da sua separação, ninguém procura saber o que ela passou nas mãos de um verdadeiro animal que teve dentro de casa, que levava o rótulo de marido.

Ela é sempre a condenada, a quem todos devem recriminar e atirar pedras. Um absurdo.

As pessoas patrulham os namores de todas as maneiras:

- “Vânia, esse rapaz que você está namorando é novo demais pra você. Cuidado, viu?”

- “Ah, Célia, não gostei dele não, é muito baixinho!!!”

- “Minha filha, é preciso você saber de que família é esse rapaz. Tem que ter muito cuidado!!!”.

- “Roberto. Essa moça é uma negra e não tem a ver contigo.”

- “Celso. Pelo amor de Deus, essa menina tem idade de ser sua filha”.

- “Mônica. Esse rapaz tem condições de lhe sustentar? Tem bom emprego? O que ele tem?

- "Kátia. Será que ele não está só querendo se aproveitar de você?"

A sociedade, hipócrita, é assim: O que importa é o TER e não o SER.

No caso da Vânia, qual o problema que tem em ela namorar um rapaz mais novo do que ela?
E no da Célia, o que tem de relevante em o parceiro ser alto ou baixinho? Afinal de contas, o namorado tem que agradar a ela ou às amigas? Por que uma namorada negra não teria nada a ver com o Roberto? E se for uma moça de caráter, dignidade, inteligência e valores afins com os dele, não teria nada a ver só porque é negra?

O namoro e o compromisso:

Este é um outro grande problema que gera um tremendo obstáculo nos relacionamentos entre as pessoas: A exigência de compromisso. A maioria das pessoas, principalmente mulheres, impõe-se a si mesma o estabelecimento de um compromisso, para alguém namorar com ela. Pode estar na maior carência afectiva, ou numa “seca” enorme, como se diz nos dias actuais, mas se limita em relação a isto e acha que isto é princípio moral e é exemplo de honestidade e dignidade.

Compromisso é compromisso, é uma espécie de um contrato, uma prisão de uma certa forma.
Qual é a pessoa sensata e inteligente que vai querer assumir compromisso com alguém que conheceu há pouco tempo, não tem, ainda, idéia dos seus valores, dos seus pensamentos, das suas ambições, dos seus gostos, das suas manias, dos seus vícios,... para já vir logo assumindo compromisso, a fim de iniciar uma relação?

Aí vem uma amiga, para me dizer no MSN:

- “Ah, amigo, Eu não tenho sorte. Já tentei de tudo. Só consigo me envolver com homens galinhas, safados. É só decepção em cima de decepção”.

Mas é claro que isto vai acontecer sempre. Ela não quer um namorado ou um futuro marido que seja um bom companheiro, o que quer é um OBJETO para ela, uma PROPRIEDADE sua. Tem que quebrar a cara mesmo.

O homem sensato, por ser sensato, ter inteligência e ter nível, prefere não iniciar a relação; já o de nível mais rasteiro, não está nem aí, diz que assume, sim, porque só quer se divertir com ela, depois some, desaparece, sem a menor preocupação.

Não é que ela não dê sorte, é que faz a coisa errada. Nos dias atuais ninguém quer ser algemado por ninguém. Toda relação saudável deve respeitar os direitos à liberdade de cada um, deve se ligar por afinidade, por semelhança de valores e não por imposição, por obrigações e por prisões.

- “Ah, Alamar, mas o estabelecimento do compromisso é fundamental para dar segurança à família”.

E quem foi que disse que o relacionamento formal, nos parâmetros praticados pela sociedade, no civil e no religioso, dá segurança alguma para a família?

Quando o marido é descarado, viciado e problemático, casado ou não, de papel passado ou não, jurado para Deus em frente ao altar ou perante o juiz, ele será sempre descarado, omisso em relação à família, não estará nem aí para esposa e muito menos para filhos. Qual a segurança que uma família pode ter em relação a um animal desse?

Eu não canso de repetir para as minhas amigas: Vocês estão namorando errado!!! Vocês estão escolhendo errado!!! Vocês estão começando errado!!! Os parâmetros de valores estabelecidos estão equivocados!!!

Toda mulher, ou homem, que namora pessoa ciumenta, termina outorgando atestado de burrice e si própria. Ora, bolas, deixe que as pessoas ciumentas procurem, para relacionamento, pessoas ciumentas como elas, que adoram dar beliscões e fazer escândalos como elas, que sejam inseguras emocionalmente como elas, que se submetam a ser objeto dos outros da mesma forma que quer que os outros sejam objetos delas. Não você.

As meninas querem os rapazes bonitinhos, malhadinhos, atraentes fisicamente, porque só conseguem ver valores em pernas, bunda, olhos, peitoral, etc... sem qualquer relevância a caráter, inteligência, dignidade, sensibilidade, valores morais e espirituais, etc... por isto quebram a cara.

A mesma coisa é o homem em relação à mulher. Ele quer a mulher linda, pernas, bunda e seios atraentes e tudo mais, do ponto de vista visual. Não sabe o que é carácter, dedicação, carinho, afecto, dignidade...

Não canso de dizer às minhas amigas: Se você começa a namorar um cara que é grosso e estúpido para com a sua mãe e suas irmãs dentro de casa, não tenha a menor dúvida de que ele será, também, um cavalo em relação a você. Não se deixe enganar porque não há milagre, ninguém se transforma apenas porque mudou a mulher dentro de casa.

O mesmo digo para amigos: Se você namora uma jovem adolescente que em casa é uma irresponsável, não faz nada porque faz da sua mãe empregada sua, deixa calcinha imunda pra tudo quanto é canto, não lava uma louça, não cuida de nada dentro de casa, só sabe viver o dia inteiro grudada no telefone ou na internet, você vai querer ter que tipo de companheira no futuro? Vai esperar por milagre, pela sua transformação milagrosa só porque passou a morar contigo?

Bobagem, vai ter a mesma preguiçosa e imunda dentro de casa.

Pessoa inteligente não inicia namoro por beleza física, inicia por CABEÇA!!!!

Tem uma citação de um grande filósofo que diz o seguinte: "Os homens comuns, são medidos dos pés até a cabeça. Mas os grandes homens são medidos da cabeça para cima”.

Este “homens” aí, é no sentido homem e mulher.

Pare com essa bobagem do tal compromisso, porque compromisso da boca pra fora e m... é a mesma coisa. Mesmo se fosse assinado, ainda não teria garantia de nada. Inicie a relação normalmente, sem medos, sem submissão à formalidade e muito menos à língua dos outros, mas deixe claro para o parceiro:
- “Olhe só: Vamos sair, vamos dançar, vamos ficar a vontade, mas tem um detalhe: Que fique claro que eu não sou propriedade sua, não estou, com este momento, assumindo qualquer tipo de contrato, não vou cobrar e muito menos vou admitir ser cobrada de coisa alguma, não temos obrigação de ter que sair amanhã, semana que vem e nem dia nenhum...”.

E pronto.

Se um for boa companhia para o outro, não tenhamos dúvidas de que o relacionamento se repetirá, poderá ser duradouro e, quem sabe, amanhã não se transforme numa relação estável e tranquila. As pessoas já querem começar FIRMES e estabelecidos, o que quer dizer que o NAMORAR é objectivo, quando na realidade deveria ser CONSEQUÊNCIA do relacionamento natural.


Namorar amigos:

Nos contactos com as amigas, que tem se queixado que não tem dado certo nos relacionamento tentados, porque só encontram homens que não tem nada a ver, a primeira coisa que eu digo é:
"Você procura, por valores errados", mas pergunto se já tentou a experiência do namorar amigos.

Como assim, Alamar?

Toda moça, ou mulher já experiente, tem alguém na sua vida, uma pessoa, ou mais de uma, que conhece há muito tempo, que é seu amigo, amigo da sua família, talvez vizinho ou amigo de infância, gente cujas famílias tem relação de amizade, aquele que até freqüenta a sua casa, há muito tempo, que você conhece, que lhe conhece também, que é carinhoso para contigo, para com sua mãe, que gosta das mesmas músicas que é também carinhoso para com a mãe dele, as irmãs dele... enfim, pessoa de alto valor, inclusive espiritual e moral.

Muitas vezes é um homem que é louco por ela, desde infância, mas ela não lhe dar a menor bola.
Aí quando alguém pergunta se ela já experimentou ele, vem a resposta:

"Ah, não tem nada a ver. Eu só vejo ele como amigo, não sinto nada por ele".

Quando as pessoas admitem esse conceito, elas congelam o conceito e o sentimento em relação aos outros. Não se dão abertura e não fazem o menor esforço na tentativa de rever o conceito e o sentimento. Por conta disto, na maioria das vezes descarta um verdadeiro tesouro em sua vida.

- "Poxa, menina, pare com isto. Dispa-se dos congelamentos mentais, afinal de contas, o que almeja toda mulher não é uma companhia agradável, pessoa carinhosa, homem digno, de valores elevados e que realmente tenha carinho por elas? Por que você não faz um esforço em dar uma olhada diferente, para ele? tente, vai. Exercite, derreta os gelos, esquente, chegue próximo". Meu amigo e minha amiga: Não é fácil, mas posso garantir que várias amigas, mas várias mesmo, experimentaram a forma e encontraram resultados maravilhosos.

Algumas chegaram a dizer: - "Alamar, como você tinha razão. Eu estava com a preciosidade tão perto de mim e vivia procurando tão distante. Descongelei, como você sugeriu, tirei a venda dos olhos e percebi o quanto eu estava cega. Estou super-feliz, a relação está maravilhosa e tenho certeza de que esta relação é pra valer."

O que custa tentar?

Tem mais coisas desta minha experiência que não dá pra contar aqui, porque esta é uma mensagem pública que será retransmitida, certamente, e pode ter o problema da censura, por parte de algumas pessoas. Mas posso garantir que, em todos os sentidos que você pode imaginar, os resultados da tentativa da relação com amigos foram simplesmente fantásticas. Principalmente com mulheres depois dos 30 anos.

O grande problema é que a burrice das pessoas faz com que elas só queiram estar com quem não quer estar com elas. Depois vem com aquele papo besta de: - "Poxa, Alamar. Hoje eu estou muito pra baixo. Tive a maior desilusão com o meu namorado e terminamos. Estou sofrendo, amigo".

Aí eu digo: Bem feito, pra você deixar de burra. Só se desilude quem se deixa iludir antes. Você sabia e fingia que não via como ele era.

As experiências são muitas e eu escreveria outro livro sobre elas.


Liberdade e educação sexual:

Os falsos moralistas e hipócritas não suportam que se fale nisto, porque, geralmente, são pessoas altamente problemáticas, intimamente, com sérios problemas na área do sexo, podem ter certeza. Muitas mulheres que se casaram com homens que fizeram delas objetos, homens tão estúpidos ou mais estúpidos do que elas, já que a ignorância e o analfabetismo masculino nesta área é coisa que faz muita mulher sofrer e ficar frustrada sexualmente, vivem a condenar tudo o que se relaciona a sexo, exercem patrulhamentos severos em cima das suas filhas achando que todos os homens são necessariamente iguais ao homem que ela tem em casa, e daí esta perseguição maluca ao sexo. As meninas sofrem muito, quando têm mães assim, e não são poucas.

Os ambientes religiosos são terríveis, no que diz respeito ao assunto sexo. Invariavelmente sexo é vinculado a pecado, obsessão, perturbação e imoralidade. A religião ensina que os motéis estão carregados de diabinhos, espíritos ruins e obsessores. Mentira, o que está cheio de espíritos ruins, na maioria das vezes, é o nosso próprio lar e até as igrejas, quando cheios de fofocas, intrigas, invejas, perseguições, calúnias, difamações, rancores e ódios.

O fato de muitas pessoas usarem o sexo como imoralidade não quer dizer necessariamente que ele seja imoral, da mesma maneira que se alguém fizer negócios imorais, indecentes e desonestos não quer dizer que todo negócio seja sujo.

Sugiro que as pessoas procurem orientação sexual e que, principalmente, os pais parem com essa mania de fugir do assunto quando os filhos procuram conversar sobre o tema.

Muitos pais evitam orientar os filhos, falarem em preservativos e em cuidados que se deve ter, sob a argumentação de que em se falando nisto estão incentivando o sexo. Pura bobagem e até burrice, porque se os filhos não obtiverem a orientação dentro de casa, com certeza obterão na rua, muitas vezes de forma equivocada, que poderá trazer prejuízos irreparáveis.

Nas grandes livrarias, nas prateleiras dedicadas a livros sobre Psicologia, nos dias de hoje existem livros maravilhosos, de autores fantásticos, com orientações notáveis na área do sexo, inclusive com ilustrações claras e cristalinas, mostrando pênis, vagina e tudo isto, sem problema nenhum. Não se trata de livros eróticos não, tratam-se de livros profundamente educativos.
Por falar em erotismo, é bom que muita gente passe a entender que erotismo não é sinônimo de pornografia. Existem filmes eróticos que não são necessariamente pornôs.

Quero sugerir não apenas aos jovens não, mas também aos adultos!!! Isto mesmo que estou dizendo. Tem muito adulto aí, com mais de 20 ou 30 anos de casados que não sabe nem manter relação sexual, apesar de terem filhos e até netos, porque nunca obtiveram orientação sobre isto e começaram como animais.

Sei muito bem porque estou dizendo isto, posso garantir.

Posso garantir, também, que as estatísticas científicas que dão conta de que 48% das mulheres nunca chegou ao orgasmo e no universo de 78% que, quando chega, chega com extrema dificuldade, não acontece por deficiência orgânica nenhuma, a mulher não tem doença e desajuste nenhum para que isto aconteça, apenas criou um problema psicológico exatamente por conta dessa perversidade que a sociedade faz em relação ao sexo, pela ignorância das criaturas, pelo analfabetismo e despreparo do homem, em relação a isto e pelo complexo de culpa que a mulher termina assumindo, quando em relação íntima.

O namoro é saudável, sim, e deve ser praticado com total destemor, sem medo de pecado, de obsessão, de castração religiosa, de preconceitos da sociedade e muito menos da língua dos outros. As restrições devem ser inteligentes e jamais movidas pela burrice convencional. O que faz pessoas pessoas felizes é o relacionamento com pessoas honestas, dignas, carinhosas, compreensivas, afetuosas, sinceras, francas, decentes, íntegras, dedicadas, humildes, felizes, de bem com a vida e não com pessoas de bunda grande, olhos lindos, seios durinhos e dotes físicos avantajados. Diferença de idade, cor de pele, altura, tamanho do pé, careca ou cabeludo, mais gordo ou mais magro não devem ser obstáculos, jamais.

Que todos lutem contra isto e que possamos promover uma reviravolta nos conceitos estabelecidos, sem jamais abrir mão da dignidade, da responsabilidade, da honestidade e do verdadeiro AMOR ao próximo.

Abração.

Alamar Régis Carvalho
Analista de Sistemas e Escritor

recebido por e-mail de: daltonroque@yahoo.com.br; www.consciencial.org

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O amor precisa de explicações?

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25/01/2010 - 15h:56

O amor precisa de explicações?
Maria Silvia Orlovas


Já ouvi alguém dizer que quando se ama não é preciso pedir perdão, mas será que isso é real? Acho que esta afirmação parte do princípio que quando se ama não ofendemos o outro, não magoamos, não erramos e tudo dá certo. Mas, na realidade, não é isso que acontece na vida prática.

No dia-a-dia erramos, somos egoístas, queremos as coisas do nosso jeito, ou simplesmente nos sentimos inseguros e guardamos as coisas que pensamos dentro de nós.

Às vezes, nem temos coragem de colocar para as pessoas queridas aquilo que sentimos. Ou sentimos medo de magoar e perder a pessoa, ou não acreditamos que o outro vai nos compreender... Julgamento é uma coisa séria...

E julgar é necessário em todas as situações. Afinal, Deus nos deu o intelecto para usar, para desenvolver a discriminação, que não é uma atitude segregacionista. Ao contrário, discriminar o que é certo e é errado é um passo muito importante na nossa evolução espiritual. Em seguida, o movimento seria fazer escolhas e se posicionar.

Enquanto julgar é uma ação fixa, discriminar o que é correto, do que não é, e agir, é movimento, crescimento e amadurecimento. Algo que em todas as nossas relações devemos enfrentar. Nascemos e vivemos um jeito, mas não devemos morrer da mesma forma.

Estamos aqui para evoluir, para aprender com os fatos da vida, para superar nossos limites. E onde aprendemos, senão nos desafios? E onde estão os desafios senão nos relacionamentos íntimos? Nesta semana, recebi alguns clientes exatamente com esse medo de colocar em prática seus aprendizados espirituais.

Homens e mulheres já bem conscientes de atitudes necessárias que precisam tomar em suas vidas, mas com medo das conseqüências. Assim estão o tempo todo julgando a si mesmos, culpando-se dos fracassos, mas não agindo.

Talvez até tenham dado o primeiro passo desse amadurecimento da consciência que é discriminar o que é certo e errado para suas vidas, mas não conseguem continuar. E continuar requer coragem e força interior. E essa força muitas vezes está minada pela falta de auto-estima, de amor-próprio que nada tem a ver com egoísmo.

Todos nós precisamos nos amar e nos perdoar e não ficar o tempo todo dando justificativas para nossa não-ação, para nossa falta de coragem de colocar limites nas situações e nas pessoas. Entendendo como kármicas nossas relações e justificando nossa pouca coragem como compreensão...

Por que tanto medo? Por que tantas travas? Por que tentar poupar o outro ou a nós mesmos com mentiras? Explicar demais nossos sentimentos e atitudes confunde. Quantos de nós estão presos a sua falta de ação? Quantos de nós precisam apenas de coragem para tomar uma atitude e bancar suas reais intenções?

Ainda que eu trabalhe com Vidas Passadas e reconheça a reencarnação como uma verdade fundamental na evolução da alma... Esta vida é única. Este momento nosso é singular e cheio de oportunidades de felicidade e aprendizado. Os mestres espirituais ensinam que o nosso maior compromisso ao encarnar é para conosco.

Depois vem a família, as pessoas à nossa volta, o trabalho, a posição social... Encarnamos para amar, para viver nossa luz, nossa verdade... E não para nos justificar, para dar desculpas para nossa pouca ação.

recebido por e-mail: daltonroque@yahoo.com.br; www.consciencial.org

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A liberdade está prisioneira dentro de você, liberte-a!

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25/01/2010 - 15h:52

A liberdade está prisioneira dentro de você, liberte-a!
Nelson Saganzerla


O que todos nós buscamos para comandar as rédeas do nosso caminho, o leme do nosso barco (desculpem as frases clichês) é a felicidade, buscamos intensa e incansavelmente e, porque não dizer, até desesperadamente.

Todos nós, seja em qualquer canto desse planeta, procuramos ser felizes. Pergunte a um marajá na Índia, a um presidente de uma grande multinacional americana, a um pedinte em qualquer esquina do mundo, a um sheik em Dubai... O que eles querem e desejam na vida? Dentre tantas coisas, eles certamente responderão: queremos a felicidade.

Mas, existe, entre a variedade de itens que compõem a felicidade, um ingrediente que necessariamente terá que fazer parte desse maravilhoso e delicioso bolo, sem o qual não permitirá que cresça e delicie a todos em nossa volta e ficaremos meio que tolhidos na nossa maneira de pensar agir e falar.

Falo do ingrediente liberdade, que tem que caminhar junto com a felicidade. Sem esse ingrediente, nunca seremos felizes por completo, sempre nos faltará àquela agradável sensação do vento em nosso rosto, sensação de bem-estar e de leveza em nossas ações, e é fundamental exercê-la, óbvio, com responsabilidade, sabendo onde termina a nossa liberdade e se inicia a do outro.

Não se pode mais viver confinado em trincheiras, lutando contra valores arcaicos, valores que insistimos em carregar por gerações. Não se pode mais ser refém do complexo do medo e prisioneiro do preconceito. Não existe mais espaço para a tortura da ignorância, é necessário tomar a montanha, fincar nossa bandeira e expandir horizontes, soltar amarras, e de uma vez por todas deixar de fazer aquilo que outros direta ou indiretamente querem nos obrigar...

A ignorância, o complexo, o preconceito roubam nossa liberdade de existir plenamente. Toda vez que nos submetemos a imposições que não queremos, toda vez que alguém procura obter vantagem em algum negocio, toda vez que calamos diante de alguma injustiça, estamos aprisionando mais e mais a nossa liberdade e deixando de ser livres para com a nossa vida que nos é tão preciosa, e por isso devemos amá-la.

Viver em função daquilo que os outros acham, daquilo que os outros querem. Carregar em nossas costas fardos e muitas vezes valores que não são nossos, deixar que coloquem em nossos tornozelos bolas de aço ou, em nossa mente, idéias e pensamentos mesquinhos, é fechar a janela do nosso eu; é trancar a porta da nossa liberdade, é permitir que pensem por nós, que queiram por nós, que até amem por nós.

Veja a televisão, veja os jornais.O que você faz diferente daquilo que você, lê e assiste? Tornamo-nos mal educados, porque se banalizou a educação; somos violentos, porque a paz também está banalizada; somos inseguros porque o convívio entre as pessoas também não mais existe; não existe cortesia, porque não existe mais o cortês.

Não somos muitas vezes livres porque deixamos que tranquem a porta da nossa liberdade que é nosso direito, quando aceitamos todos os desmandos, as mazelas, a insegurança, as mesmices, as idiotices e todo tipo de preconceitos, quando vivemos e pensamos igual. A "unanimidade é burra" nunca foi parâmetro para o certo e para o errado; nunca se deixe levar por uma maioria, que você não confie.

Seja pleno, seja inteiro, seja livre, seja feliz e nunca deixe que o (a) conduzam para onde você não queira ir. Reflita sempre e não permita que aprisionem a liberdade que é sua por direito. Liberte-a e seja feliz!

Pense nisso.

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HERMIONE,BELLA SWAN E O MACHISMO

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10/01/2010 - 19h:45

Recebi esse material por e-mail, e como é um tema que sempre me chama a atenção pela questão da fragilidade feminina na construção de sua felicidade, resolvi colocá-lo para reflexão.

HERMIONE,BELLA SWAN E O MACHISMO
http://wwwjaneladaalma.blogspot.com/2009_08_01_archive.html

Machismo não é um tema novo, embora seja atual. Recentemente, uma série voltada para o público jovem feminino reeditou o velho roteiro dos contos de fada que exploram a fragilidade feminina. Estamos falando de Crepúsculo, é claro. A série conta a história de amor entre uma garota tímida e um vampiro super-poderoso. Ao criar a personagem Bella, Stephenie Meyer deixou psicólogos em alerta sobre a influência dos ícones da literatura na formação da personalidade juvenil. Do outro lado, temos a bruxa Hermione, personagem da saga Harry Potter, da autoria de J. K. Rowling. Embora não seja protagonista, ela tem papel de destaque no desenrolar da trama. Pensei em confrontar rapidamente as duas personagens e verificar como as autoras desses dois grandes sucessos editoriais tratam suas principais figuras femininas.

Bella Swan, filha de pais divorciados, é uma adolescente reservada. Ao longo da história, demonstra-se frágil e sempre inclinada a sofrer acidentes. Ela cria um forte laço de dependência com o vampiro Edward Cullen, pelo qual declara amor num intervalo curtíssimo de tempo. A garota não poderia viver sem ele. Contrastando com a figura desajeitada de Bella, temos o Edward. Ele acumula um catatau de qualidades: é belo, rico, ágil e forte. É o cara perfeito. Ele preenche cada lacuna dos mais profundos requisitos para príncipe encantado. E é justamente nesse contraste entre Bella e Edward que mora o perigo. Examinando as disparidades entre os dois, enxergamos como a protagonista é uma figura indefesa e necessitada da forte figura patriarcal de Edward. Para ilustrar essa dependência, podemos citar o episódio em que ela foi capaz de pôr a própria vida em risco apenas para ter alucinações com o amado. A autoridade do vampiro sobre a jovem fica
expressa, por exemplo, no caso em que ele vandaliza o caminhão da mesma para impossibilitá-la de visitar o amigo Jacob.

Hermione Granger é uma garota que ama bibliotecas. Não faz bem o tipo bonitona, já que têm os cabelos absurdamente cheios e é um tanto dentuça. Apesar de não ser a figura central da série Harry Potter, Hermione tem um papel decisivo na solução dos desafios que surgem ao longo da história, sempre decifrando ou indicando as pistas que levam à solução dos mistérios. Ela tem um talento excepcional na realização de feitiços e tira ótimas notas na escola. Hermione se apaixona pelo amigo e companheiro de aventuras Rony Weasley. Apesar disso, não demonstra dependência à figura do amado. Na verdade, Rony e Harry é que demonstram depender dela em vários momentos da série, tanto no que diz respeito aos trabalhos acadêmicos quanto na realidade prática, quando a bruxa executa feitiços extremamente úteis e muitas vezes desconhecidos dos garotos.

Desde pequenas, as garotas são acostumadas a ouvir histórias em que princesas são resgatadas por príncipes corajosos. É impressionante o alcance que os romances têm na formação dos valores da sociedade. Com base nessa influência, psicólogos têm chamado atenção para o relacionamento entre Bella e Edward, onde há uma dose excessiva de dependência, o que estimularia a formação de relacionamentos amorosos doentios, onde um parceiro não pode viver sem a companhia do outro. Organizações feministas criticaram a maneira como Stephenie Meyer retrata a figura feminina, deixando-a ora dependente de Edward, ora dependente do lobisomem Jacob.

É preciso que estejamos atentos para as mensagens que livros e filmes estão nos transmitindo. Em Os Contos de Beedle, o Bardo, Joanne Rowling tece uma pequena crítica às fábulas trouxas (não-bruxas) em que as mulheres esperam que “alguém lhes devolva o sapatinho perdido”. Segundo ela, as bruxas retratadas nas histórias de Beedle “são muito mais ativas quando se trata de partir em busca da fortuna do que as heroínas dos nossos contos de fadas”. Elas “são mulheres que tomam o destino em suas próprias mãos”, diz a autora.(...)

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SÓ OBSERVANDO!

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21/12/2009 - 21h:04

O padre de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar. A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada adentrou pelo corredor central.

O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora. Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia. Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita.

A curiosidade do padre crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali. O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava Jim. Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali.

E disse a oração que fazia:
'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

O padre, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse.
'É hora de ir' - disse Jim sorrindo.

Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.

O padre ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes. Teve então, um lindo encontro com Jesus.. Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem....

'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias.
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'

Certo dia, o padre notou que Jim não havia aparecido.

Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo.

Durante a semana em que Jim esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante. A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada!

Ao encontrá-lo, o padre colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:

- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!!

Parecendo surpreso, o velho virou-se para o padre e disse com um largo sorriso:

- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE VEM! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:
'Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias.
Agora sou eu quem o está observando... e cuidando! '

Jesus disse: 'Se vós tendes vergonha de mim, também me envergonharei de vós diante do meu Pai.'
Jesus é sempre o melhor amigo.

SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO OBSERVADO (a)!

TENHA UM LINDO DIA!

LEIA SOMENTE SE VOCÊ TIVER TEMPO PRA DEUS.

recebido por e-mail de : daltonroque@yahoo.com.br, Amor www.consciencial.org

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DEUS É CULPADO

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21/12/2009 - 20h:44

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson nos EUA e perguntou a ela:
'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?'
Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.
Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.

Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'

À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas...
A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos.. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'.
E então concordamos com ele.
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar).

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.
E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.
E nós dissemos: 'Está bem!'

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.
E nós dissemos:

'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'.

Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;
porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:

nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele:
'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.
É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.

É triste como alguém diz:
'Eu creio em Deus'.
Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também 'Crê' em Deus.

É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo uma vez por semana, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.
Será que isto não acontece com os Budistas e Hinduístas ou os cristãos são cegos para eles?

Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa...

Editado,
Dalton

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