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Roberto Freitas
28/08/2008 - 21h:36


Lula autoriza construção de novo aeroporto em Teresina

"...Teresina vai ganhar um novo aeroporto, que será construído ao lado do Aeroporto Petrônio Portella. O governador Wellington Dias recebeu a confirmação, nesta quarta-feira, 12, do presidente da Infraero, Sérgio Maurício Brito Gaudenzi. A autorização para a construção da obra partiu do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A inauguração do novo aeroporto, que absorverá recursos da ordem de R$ 65 milhões, está prevista para o fim de 2009.

O aeroporto a ser construído em Teresina será dotado de um terminal de pouso e decolagem com capacidade de ser utilizado por aviões de grande porte. O empreendimento faz parte das ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Estado.

“Teremos, a partir de 2009, dois aeroportos em Teresina. O antigo, que ficará para vôos normais, e o novo, para o tráfego de aviões internacionais, o que vai aumentar, com certeza, o fluxo de turistas no Piauí”, comemora o governador. O lançamento do projeto será no dia 10 de janeiro de 2008. Em setembro ou outubro, a obra entrará no processo de licitação.

O presidente da Infraero também anunciou a ampliação e reforço do pátio de aeronaves do aeroporto de Parnaíba. Com isso, a pista será ampliada em 400 metros. A conclusão do serviço de melhoramento ficou para janeiro de 2009. O edital vai ser publicado em fevereiro de 2008, e o objetivo é integrar o consórcio turístico do Piauí, Ceará e Maranhão. Um técnico da Infraero chega a Parnaíba nos próximos dias.

Com relação ao turismo entre os três Estados, Wellington Dias participou, na Câmara dos Deputados, do lançamento de projeto para que o Parque Lençóis Maranhenses seja destacado como uma das Sete Maravilhas do Mundo Natural. Na ocasião, a cidade de Parnaíba foi transformada na sede da Agência de Desenvolvimento Regional e porta de entrada da Rota das Emoções, que liga Jericoacoara (CE), Delta do Parnaíba (PI) e Lençóis Maranhenses (MA). Da solenidade participaram o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, e o governador do Maranhão, Jackson Lago..."


Onde está o edital? Algum recurso ja foi implantado? Licitações? Construtoras?

E agora? Quem poderá nos ajudar?
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28/08/2008 - 16h:41


Aumenta a busca por apartamentos baratos em condomínos com mordomias;

Quem ganha de cinco a dez salários mínimos procura um novo tipo de imóvel. Além de bom preço e financiamento, esse consumidor também quer mordomias:

Da janela do quarto, Rosi vai poder ver o filho na piscina, na pista de skate. E na varanda, a professora jura que vão caber todos os sonhos dela. “Um banquinho pra ficar bem aconchegante, uma fonte pra ter aquele barulhinho de água”, conta Rosi Garcias, professora universitária.

Com 54m2, o apartamento fica num condomínio com 384 unidades e mais de vinte itens de lazer.

“Você tem vida de rico num empreendimento de R$70, R$80 mil com parcelas muito competitivas. Em 3 meses e meio vendemos 100%”, explica o gerente de marketing da construtora, Fábio Romagnoli.

O mercado está entusiasmado com esse novo segmento. Clientes que ganham até dez salários mínimos e que querem muito mais do que os antigos condomínios de classe média ofereciam. “Era um sonho porque aí a gente tem tudo ao nosso alcance”, declara Rosi.

Os novos proprietários desse tipo de imóveis só precisam lembrar de um detalhe: como cada condomínio tem centenas de apartamentos, uma piscina pequena pode parecer ainda menor – num dia de sol – se todos os vizinhos resolverem mergulhar ao mesmo tempo. Por outro lado, se não for assim, esse clube em casa pode pesar no bolso depois da mudança.

“O custo do condomínio é muito importante na hora de pagar a prestação, ele tem que pagar a prestação e pagar o condomínio. Quanto mais gente, mais unidades, menor o custo do condomínio”, observa o consultor imobiliário, Luiz Paulo Pompéia.


Veja o viídeo da Reportagem em:
href="http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL740273-16022,00-AUMENTA+A+BUSCA+POR+APARTAMENTOS+BARATOS+EM+CONDOMINOS+COM+MORDOMIAS.html
"> Portal Globo.com


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Casarões de São Luís Ameaçados
São Luís
28/08/2008 - 11h:16


O Bom Dia Brasil já mostrou a depredação do casario do centro de São Luís (MA), patrimônio histórico da humanidade. Mas a capital maranhense pode perder esse título. Um representante da Unesco está na cidade.



A falta de investimentos tem um reflexo negativo para a imagem da cidade. Casarões históricos que já serviram de moradia para famílias ricas do século 18 e início do século 19 agora são apenas ruínas.

“Temos andado em outros países, como Itália e França, que também têm centros históricos, e vemos que o povo dá um valor muito maior”, compara o turista Carlos Chagas.

“Isso é a história da cidade. Se não for bem cuidada, pode desaparecer”, afirma a turista Cláudia Chagas.

Foi por causa do conjunto arquitetônico, das disputas que aconteceram no estado e dos costumes do povo maranhense que São Luis foi reconhecida como patrimônio mundial da humanidade.

A riqueza cultural, os detalhes das construções, os azulejos que vieram de Portugal e da França há mais de 300 anos estão ameaçados. É por causa dessa falta de cuidado com os casarões históricos que a Unesco poderá reavaliar o título concedido a São Luis em 1997.

“O processo de degradação do centro histórico de São Luis precisa ser estancado. Quem perde o título não é o município, é o Brasil. São Luis é patrimônio nacional e por isso é patrimônio da humanidade”, alerta o presidente do IPHAN Luiz Fernando de Almeida.

No Ministério Público Federal, há 58 ações contra donos de imóveis tombados pela Unesco. Os proprietários destruíram paredes internas para abrigar veículos, o que é crime. A polícia já fez operações para fechar os estacionamentos. Mas depois que terminam as vistorias, eles sempre voltam a funcionar.


Veja a reportagem na íntegra
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Forum da Construção
Telhas Metálicas Termoacústicas
Telhas Metálicas Termoacusticas
26/08/2008 - 09h:52


Atualmente, as telhas térmicas não devem ser vistas apenas como uma solução para proteger termicamente as coberturas das construções, mas também, e especialmente, como uma alternativa de produto para os chamados ‘green buildings”, dentro de critérios da construção sustentável.


Proteger termicamente as coberturas sempre foi um ponto crítico da construção. As telhas sanduíche (telha + isolante + telha) , usadas para coberturas, e suas variações para paredes, usadas para os fechamentos laterais, forros e pisos, são uma evolução bem percebida desse sistema. A Eternit, por exemplo, acaba de lançar uma linha de telhas metálicas também na versão termoacústica - telhas sanduíches e “telha forro” (telha + isolante + acabamento decorativo), visando economia de energia em ambientes climatizados e redução de ruído, traduzindo-se em melhor conforto térmico e acústico do ambiente.

Desenvolvidas originalmente dentro do conceito de produto “integrado” a elementos construtivos, a versatilidade de aplicação desse tipo de produto permite que as telhas termoacústicas sejam especificadas também em projetos residenciais, não só para edificações industriais como tradicionalmente tem acontecido.

O segredo está em saber especificar o produto certo, em saber explorar todas as variáveis do local e do ambiente a ser construído, de como integrar ao projeto com os demais projetos da obra, de saber avaliar a viabilidade econômica, considerando inclusive o impacto da eliminação total ou da redução do uso de aparelhos de climatização.

Se não é qualquer tipo de material ou sistema construtivo que vai proporcionar o conforto térmico de uma construção, também não será qualquer produto, pois cada um apresenta características técnicas próprias. Portanto, é preciso primeiro saber se ele é adequado ou não ao clima onde será utilizado. A região do país é determinante para a decisão, porque é preciso considerar a temperatura externa predominante x a temperatura interna desejada e aplicar na equação: fontes internas de calor, espessura necessária do material para conseguir a conservação da energia desejada etc.

As telhas termoacústicas lançadas pela Eternit apresentam-se como uma ótima solução em regiões com elevada concentração de umidade no ar, para evitar o gotejamento que ocorre com a condensação da umidade interna quando em contato com as coberturas aquecidas pela ação do sol.Além de solucionar esse tipo de problema, devido o seu isolamento térmico, as telhas permitem o uso de menores equipamentos de refrigeração e consumo de energia elétrica.

Outros aspectos devem ser analisados quando do projeto para uso de sistemas termoacústicos como os cuidados com instalação, proteção contra a entrada de água no material isolante e, no caso de fechamentos com isolante de material plástico, sua resistência ao fogo, e outras características de desempenho do produto.

No caso das telhas termoacústicas da Eternit, fabricadas no sistema "sanduiche" (telha + isolante + telha), utiliza o EPS (poliestireno expandido) como isolante. O produto é cortado no mesmo perfil das telhas, proporcionando um encaixe e colagem perfeitos, além de alta performance.






Solução inovadora para fechamentos de coberturas

A Eternit desenvolveu uma telha com acabamento decorativo, de forma a dispensar a instalação de forro. Por ser fabricada em processo contínuo e usar apenas uma telha, seu custo é baixo e pesa menos que outros tipos de coberturas termoacústicas. Vence vãos de até 12m e proporciona uma redução significativa nos gastos com a climatização do ambiente.






Fabricada a partir da Telha Trapezoidal 40,a telha forro Eternit recebe uma injeção de isolante feito em PU (poliuretano) que se molda na telha (preenche os "trapézios"), além de formar uma camada isolante de 30mm de espessura, proporcionando grande eficiência termoacústica em função das propriedades do poliuretano.





A telha recebe um revestimento, na face inferior do poliuretano, de PVC branco decorativo que tem a função de acabamento, conferindo o aspecto de forro com um visual extremamente agradável.


Leia mais sobre o assunto em: http://www.forumdaconstrucao.com.br
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;) 28.08.2008 - 10:03h
Uma sujestão...ja q esta falando de cobertura seria interssante falar tb de teto ...

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22/08/2008 - 10h:57


Álvaro Guilhermo explica que a arquitetura exige cinco anos de estudo, enquanto a decoração pede, em alguns casos, dois anos de formação profissional.



Fonte? Portal Globo.com
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:) 26.08.2008 - 09:00h
Interessante...até p quem pensa q arquiteto é decorador!!! P ser decorador ,além d...

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21/08/2008 - 07h:07


Hoje um dos grandes problemas do trânsito teresinense são as ciclovias, ou a falta delas como diz o diretor de trânsito da Superintendência de Transportes e Trânsitos de Teresina, Ricardo Freitas. “Hoje o trânsito em Teresina é muito intenso e os ciclistas acabam competindo com os carros e motos porque não têm espaço próprio para trafegar. Muitos acabam invadindo até os espaços de pedestres como praças e passeios”, afirmou.

Segundo ele o grande problema além de existir uma carência de espaços para ciclistas, grande parte das ciclovias já existentes estão desativadas. “Além de muitas ciclovias estarem destruídas, e atualmente sem uso, existe uma falta de sinalização destes espaços. Mas já detectamos estes problemas e a recuperação destes espaços será iniciada em breve através do Plano Diretor de de Transportes Urbanos”, disse Ricardo Freitas.

Segundo o sub-secretário municipal de planejamento, Augusto Basílio, Teresina hoje tem cerca de 50 km de ciclovia construídos. “A Prefeitura já notou o crescente aumento de bicicletas em Teresina, e já foi incluído no Plano Diretor de Transportes Urbanos a construção de mais 100 km, que totalizarão 150 km espalhadas por toda a cidade. Estaremos também realizando a revitalização das áreas já existentes, com reformas e sinalização adequada, além de identificar os pontos mais críticos de acidentes, para tentar reduzir os números de acidente com ciclistas”, falou.

Também está incluído no Plano Diretor uma reforma na Praça Rio Branco, que incluirá a construção de um bicicletário. “Esse projeto já está em sendo elaborado e em breve os ciclistas não só terão novos espaços para circular como para deixar suas bicicletas quando vierem ao centro de Teresina para trabalhar, fazer compras ou executar qualquer atividade”, explicou Basílio.


Reportagem de Viviane Menegazzo - Jornal Meio Norte
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