Sarah Gabrielle Cabral de Menezes, mais conhecida por Sarah Menezes, tem 18 anos. É teresinense e começou a lutar judô aos 9 anos de idade. É a terceira filha do casal José Rogério Silva de Menezes (58 anos, técnico odontológico) e Olindina Pereira Cabral (54 anos, comerciária). Tem três irmãos: Sâmia, 25; Samara, 22; João Victor, 8 anos.
Sarah começou a treinar na escola e hoje tem como técnico Expedito Falcão. Sua categoria é - 48kg, ligeiro. Atualmente ela treina no Judô Expedito Falcão, no Sesc, e na Biotrainning Academia, em Teresina, gratuitamente. A judoca contabiliza mais de 50 medalhas e troféus.
Dentre os títulos mais importantes, é onze vezes campeã brasileira, tetra-campeã Sul-americana, campeã Pan-americana em 2003, terceira colocada no Pan-Americano Sênior, sétimo na Super Copa do Mundo em Paris, e terceiro na Copa do Mundo de Budapeste, na Hungria (segundo melhor desempenho da equipe pré-olímpica). Foi, ainda, reserva dos Jogos Pan-Americanos e do Mundial Sênior 2007.
Sarah Menezes é a única judoca do Brasil a conseguir por dois anos consecutivos ser campeã brasileira em três categorias do judô: juvenil (15-16 anos), júnior (17-19) e sênior (a partir de 20 anos). É a primeira atleta genuinamente piauiense (nascida, criada e treinada no Estado) a ir para uma Olimpíada, com chances de trazer a primeira medalha olímpica do judô feminino do Brasil.
Sarah está cursando o 3º ano do ensino médio, no Colégio Certo, onde tem bolsa de estudo integral desde a 7ª série também graças ao esporte. Quer ser educadora física e médica veterinária.
Por Sâmia Menezes
comentários
Helda Emília
05.08.2008 - 17:31h
É um orgulho termos a Sara Meneses nas Olimpíadas de Pequim. Estou torcendo por ela e tenho certeza que ela representará nosso País muito bem. Sucesso Sara !!!
Célio Gomes Cardoso
05.08.2008 - 16:31h
Ter uma piauiense nos jogos olimpicos é motivo de muito orgulho para nos que moramos em um estado tão pobre em incentivos para formação de atletas como a Sarah. Fica um alerta para o governo: Existem muitas Sarahs em nosso estado, o que quase não existe são incentivos de empresarios e também de nossos governantes.