NUNCA ODEI QUEM LHE TRAZ UM PROBLEMA, ELE É SOMENTE O PROFESSOR. RESOLVA A DIFICULDADE E AGRADEÇA A ESSA PESSOA (PODE SER EU?) PELA OPORTUNIDADE DE EVOLUIR.
"Problema é um acontecimento que vem sempre acompanhado de solução. Quando você não tiver uma solução, será necessário definir qual é o problema"
O médium Luiz Antonio Gasparetto certa vez falou:
“Perdoar é descobrir que você não tem razão nenhuma para perdoar; é apenas viver o aprendizado. Isso só acontece quando você aproveita a oportunidade para crescer”.
Se você carrega ódio de alguém, pense na lição que você tem a aprender com esse alguém e sua vida será muito melhor.
Se você tem muitos problemas, pense na lição que você tem a aprender com esses problemas e sua vida será muito melhor.
Aliás, sabe por que você tem tantos problemas? Pela simples razão de estar vivo. Pela simples razão de ter muito ainda por aprender.
Se você está passando por um problema, pode ficar tranqüilo: ele não será o último nem o pior.
Carlos Hilsdorf é pesquisador do comportamento humano, pós- graduado em Marketing pela FGV. E vai te explicar direitinho o seu maior problema. Se você entender, é claro!!!
"Devemos nos dedicar com entusiasmo a toda e qualquer possibilidade de diminuir a nossa gigantesca ignorância a respeito de tudo.
A postura do eterno aprendiz é, ao lado do amor, a maior fonte de alegria e prazer na nossa existência. Ambas, para serem plenas, devem estar associadas à postura de servir, ser útil à vida e às pessoas.
Quanto mais aprendemos, mais se revela a nossa profunda ignorância sobre as coisas, fato que não deve nos deprimir, mas incentivar a continuar buscando e aprendendo. Ficarmos deprimidos com aquilo que não sabemos é perda de tempo e energia. A ignorância quando reconhecida é a porta de entrada para o conhecimento consciente. Ignorar é bom quando sabemos que ignoramos, quando não ignoramos nossa própria ignorância.
Aquilo que não sabemos não deve ser fonte de tristeza, mas ponto de partida para a felicidade. Descobrir é experimentar um tipo especial de felicidade. O conhecimento enobrece, liberta e alegra. A depressão é a ignorância que se entrega enquanto a sabedoria é a ignorância que entrevista a vida sobre seus segredos...
O que temos consciência de que não sabemos já podemos buscar aprender, e isso é ótimo. A área de sombra está em desconhecer o que não sabemos. A ignorância que ignoramos é a verdadeira ignorância.
Conviver é vital para desenvolvimento pessoal
Por isso é necessário o convívio com as outras pessoas, quanto mais diferentes de nós, melhor. Isto é de vital importância para o nosso desenvolvimento. Através das lentes da diferença, podemos entrar em contato com aquilo que desconhecemos. O convívio com o outro revela dimensões da vida e de nós mesmos que seriam de difícil acesso só pelos nossos caminhos.
O universo do outro, sua forma particular de ver, sentir e viver a vida pode nos despertar das nossas ilusões sobre o conhecimento das coisas. Observar que existem múltiplos caminhos para responder uma questão, resolver um problema e superar uma dificuldade nos liberta do perigo do pensamento único, da megalomania de acreditar que temos, não somente as respostas, mas detemos a verdade.
A verdade do outro é um ótimo antídoto para as nossas ilusões de verdade. Precisamos do outro para enxergar a nós mesmos de outra perspectiva, menos vaidosa, menos egoísta e narcisa, desde que o outro seja sincero em sua interação conosco. Pessoas que nos endeusam não colaboram com nosso crescimento. Quanto mais eu vivo mais prefiro a crítica sincera ao elogio paternalista. Cresço com as críticas, me alegro com os elogios (quando lúcidos), mas me alimento mesmo é do conhecimento que surge a partir de ambos.
Tanto o elogio quanto a crítica podem estar equivocados, enviesados, mas o que importa é que trazem novos elementos ao cenário sob o qual a história viva do conhecimento está sendo escrita. Conhecer é viver e viver é reconhecer-se. Quem meditar nesta frase encontrará muito sobre si mesmo.
A ignorância é bela como ponto de partida. Nesse sentido ela é uma espécie de ingenuidade, uma fome de conhecimento. A ignorância é cruel como âncora. Como âncora ela pode fazer com que você fique confortavelmente preso à segurança do cais. Nenhum barco é construído para ficar junto ao cais, sua função é navegar.
Nenhum ser humano deve ficar ancorado às suas certezas sem antes navegar pelos oceanos das possibilidades do conhecimento, considerar e compreender de maneira empática, outros horizontes, outras culturas, outras religiosidades, outras escolhas.
A sabedoria não depende de erudição, de formação acadêmica ou cultura enciclopédica. Sabedoria é um estado de espírito diante do conhecimento da vida, ela está presente em pessoas que nunca freqüentaram a escola e ausente em muitos Ph.Ds. Quantos deles publicam suas falsas certezas, mas têm medo de publicar suas dúvidas?
Tenho muito mais receio das certezas que das dúvidas. Penso que a dúvida já não seja ignorância, mas início do caminho da sabedoria.
Até mesmo a fé contém a dúvida, embora a fé seja a certeza que resta quando todas as outras deixam de existir. E, mesmo considerando que a fé seja uma certeza além das certezas, sempre existirá a dúvida: por que caminhos Deus se manifestará? Sabemos da sua presença e da sua ação, mas ousaríamos dizer que temos certezas sobre os caminhos que Ele utilizará diante de determinada situação?
Uma fé verdadeira, mas humilde, reconhece-se impossibilitada de compreender a plenitude do conceito de Deus e suas possibilidades de atuação.
Conviver com a presença da dúvida sem utilizá-la como desculpa e vivê-la como ponto de partida e não uma âncora é fundamental para ser feliz. Pessoas mergulhadas em certezas ou em dúvidas se esquecem de tirar a cabeça para fora da “água” e respirar para continuar vivendo.
A dúvida é amiga do cientista, do artista e de todas as pessoas que de maneira sincera e humilde se apresentam cheias de perguntas diante do maravilhoso mistério da Vida.
Ignorar também é bom, desde que reconheçamos a presença da ignorância. Ignorar a nossa própria ignorância equivale a uma sentença. Reconhecê-la nos liberta para aprender...
Aqueles que se sentem satisfeitos com sua própria ignorância e nada fazem pra vencê-la empobrecem sua vida e o mundo. Somente os insatisfeitos e inquietos com suas dúvidas, somente os que buscam o conhecimento podem ajudar a construir um mundo melhor, primeiro o mundo interior e, na seqüência, o mundo ao seu redor.
Arqueólogos acreditam ter encontrado evidência do acampamento, em uma ilha chilena, de Alexander Selkirk, o náufrago que teria servido de inspiração para o personagem central do clássico de Daniel Dafoe, Robinson Crusoé, de acordo com um artigo publicado na revista acadêmica Post-Medieval Archaeology.
O marinheiro escocês Selkirk ficou preso, em 1704, na ilha de Más a Tierra, hoje conhecida como Ilha de Robinson Crusoé e que faz parte do arquipélogo Juan Fernández, a cerca de 750 km da costa chilena.
Ele decidiu ficar no local, onde o navio Cinco Portos havia parado para reparos, depois de ter supostamente brigado com o comandante da embarcação a respeito das condições de navegação.
Agora, arqueólogos afirmam ter encontrado provas do que acreditam ser a estadia de Selkirk em uma parte da ilha conhecida como Aguas Buenas, depois de descobrir restos de um acampamento que teria sido construído por um europeu.
O artigo da revista especializada detalha a descoberta de um fragmento de uma amálgama de cobre de um objeto de navegação que teria pertencido a um marinheiro ou a um mestre de um navio.
Relatos do capitão Woodes Rogers, que resgatou Selkirk da ilha, sugerem que o marinheiro escocês teria desempenhado um desses dois papéis.
Os arqueólogos também teriam encontrado sinais de onde Selkirk teria construído um abrigo, perto de um riacho, e montado um observatório para verificar a chegada de navios ao local. No final, levou cinco anos até que um navio inglês chegasse ao local.
Publicado dez anos depois do resgate, o livro Robinson Crusoé, de Daniel Defoe, teria sido inspirado na experiência de Selkirk na ilha chilena.
O artigo na revista acadêmica foi publicado por um grupo de arqueológos reponsáveis pela escavação. O projeto na ilha chilena é patrocinado pela National Geographic Society of Washington.
Caco de cerâmica escavado perto de Jerusalém teria 3.000 anos de idade.
Cinco linhas escritas em um caco de vaso de cerâmica podem ser o exemplo mais antigo da escrita hebraica já descoberto, segundo arqueólogos israelenses.
O caco de cerâmica foi encontrado por um adolescente que participa como voluntário das escavações em um sítio arqueológico vinte quilômetros ao sudoeste de Jerusalém.
Especialistas da Universidade Hebraica afirmam que testes de carbono feitos em caroços de azeitona encontrados na mesma camada indicam que ele data de cerca de 3 mil anos atrás - mil anos a mais do que as Escrituras do Mar Morto.
Outros cientistas, no entanto, afirmam que são necessários mais estudos para provar se a escrita é realmente hebraica.
As primeiras investigações sobre a escrita do caco encontrado em julho passado decifraram algumas palavras, entre elas "juiz", "escravo" e "rei".
As letras parecem ter sido escritas em caracteres precursores do alfabeto hebraico.
Rei Davi
O arqueólogo Yosef Garfinkel, que está liderando a pesquisa, identificou o alfabeto com base em um verbo de três letras que significa "fazer" e que seria usado apenas em hebraico.
O fragmento de cerâmica e outros artefatos foram encontrados no sítio de Khirbet Qeiyafa, sobre o Vale de Elah, onde a Bíblia afirma que o israelense Davi lutou contra o gigante filisteu Golias.
Segundo o arqueólogo, as descobertas podem trazer alguma luz sobre o período do reinado do Rei Davi.
Mas outros arqueólogos afirmam que outros povos usavam os mesmos caracteres, e as palavras podem ter sido inscritas por filisteus ou até outro grupo já esquecido.
Ainda assim, este é o exemplo mais antigo de escrita neste alfabeto em particular.