
Antono Bz - 05.02.2010 - 13:03
Péssima homenagem essa chamada do seu blog. Para quem importa se ele era seu amigo? Uma chamada mais razoável poderia ser: MORRE GRANDE CINEASTA DOGNO IÇAIANO. Fica a dica para futuras chamadas.









David Quirino dos Santos - 15.12.2009 - 00:01
Interessa? energia farta e barata? O que é, ou não viável, por simples questão de interesses? Há um item que certamente não interessaria à indústria do petróleo, caso fosse possível, mas, que creio poderá interessar à indústria automobilística: Tenho lido e ocasionalmente visto na televisão falarem sobre nanotecnologia e pensado que; se pode ser criado um finíssimo fio capaz de resistir a grandes trações, suportando enormes pesos, esta mesma tecnologia pode ser usada em sentido inverso, criando algo que resista a enormes pressões. Ora, os mesmos campos gravitacionais que impedem o rompimento deste fio, farão, também, com que, devidamente aplicada, esta mesma tecnologia venha a funcionar inversamente. Isto possibilitaria que fosse criado um super anti abrasivo?uma graxa especial que reduziria em centenas de vezes o atrito. ex.: se sobre uma superfície plana depositarmos um corpo de base plana, em nossa gravidade planetária, ficará difícil movimentar este corpo; se, porém, colocarmos entre as duas superfícies, um anti abrasivo (graxa) ficará bem mais fácil movimentá-lo?e quanto melhor o anti abrasivo, mais fácil ainda. Considerando-se que ao movimentarmos um corpo, o efeito da gravidade sobre o mesmo diminui, e quanto mais rápido, diminui mais ainda, se fosse criado um super anti abrasivo nanotecnológicamente desenvolvido, e aplicado na indústria automobilística, isto faria com que os veículos desenvolvessem as mesmas tarefas para as quais foram criados, utilizando, talvez, um centésimo da força necessária atualmente. ?Fosse qual fosse a origem desta força: combustão, ou eletricidade, ela seria muito menos usada e incrivelmente mais barata?principalmente em tratando-se de não poluição, pois mesmo as máquinas movimentadas a combustão, passariam a queimar quantidades irrisórias de combustível; comparando-se ao que usa-se atualmente. Isto é apenas uma idéia de quem nada entende de tecnologia, mas, espero que alguém já tenha pensado sobre isso, e se não, que pense agora. David Quirino dos Santos.David Quirino dos Santos - 15.12.2009 - 00:04
Interessa? energia farta e barata? O que é, ou não viável, por simples questão de interesses? Há um item que certamente não interessaria à indústria do petróleo, caso fosse possível, mas, que creio poderá interessar à indústria automobilística: Tenho lido e ocasionalmente visto na televisão falarem sobre nanotecnologia e pensado que; se pode ser criado um finíssimo fio capaz de resistir a grandes trações, suportando enormes pesos, esta mesma tecnologia pode ser usada em sentido inverso, criando algo que resista a enormes pressões. Ora, os mesmos campos gravitacionais que impedem o rompimento deste fio, farão, também, com que, devidamente aplicada, esta mesma tecnologia venha a funcionar inversamente. Isto possibilitaria que fosse criado um super anti abrasivo?uma graxa especial que reduziria em centenas de vezes o atrito. ex.: se sobre uma superfície plana depositarmos um corpo de base plana, em nossa gravidade planetária, ficará difícil movimentar este corpo; se, porém, colocarmos entre as duas superfícies, um anti abrasivo (graxa) ficará bem mais fácil movimentá-lo?e quanto melhor o anti abrasivo, mais fácil ainda. Considerando-se que ao movimentarmos um corpo, o efeito da gravidade sobre o mesmo diminui, e quanto mais rápido, diminui mais ainda, se fosse criado um super anti abrasivo nanotecnológicamente desenvolvido, e aplicado na indústria automobilística, isto faria com que os veículos desenvolvessem as mesmas tarefas para as quais foram criados, utilizando, talvez, um centésimo da força necessária atualmente. ?Fosse qual fosse a origem desta força: combustão, ou eletricidade, ela seria muito menos usada e incrivelmente mais barata?principalmente em tratando-se de não poluição, pois mesmo as máquinas movimentadas a combustão, passariam a queimar quantidades irrisórias de combustível; comparando-se ao que usa-se atualmente. Isto é apenas uma idéia de quem nada entende de tecnologia, mas, espero que alguém já tenha pensado sobre isso, e se não, que pense agora. David Quirino dos Santos.'O Portal Meio Norte é apenas meio contratado para divulgação deste material. Todo conteúdo, imagem e/ou opiniões constantes aqui neste espaço é de responsabilidade civil e penal exclusiva do blogueiro ou de quem utilizou sua senha pessoal para postar as informações. O material aqui divulgado não mantém qualquer relação com a opinião editorial da empresa.'