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OVNI NO CÉU DE CAMPO GRANDE

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26/02/2010 - 19h:17


Acompanhe este interessante vídeo sobre supostos ovnis filmado em Gampo Grande. A reportagem mostra várias cenas filmadas pela mesma câmera durante um longo tempo. O protagonista das imagens, Sargento Vandir Mendes Marques procurou munir-se até de testemunhas para as ocorrências registradas. Vale apena assistir o vídeo. Confira!

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Objeto luminoso é visto em vários municípios do Piauí

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05/02/2010 - 20h:49

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Moradores da macro-região de São Raimundo Nonato estão assustados com um suposto “OVNI” que passou pela região na noite dessa quarta-feira (03/02) por volta das 22h. Os mesmos afirmam terem visto um clarão seguido de estrondo insuportável.
Moradores de São Raimundo Nonato falaram que o objeto incandescente, e passou pelos céus da cidade em alta velocidade, logo em seguida um estrondo insuportável foi escutado em vários pontos do município.
Nos municípios de Várzea Branca, Coronel José Dias, Fartura, Bonfim do PI, Anísio de Abreu, Caracol, Jurema e São Braz também há relatos de populares que presenciaram o fato.
Crédito da notícia: http://www.saoraimundo.com/noticias/headline.php?n_id=5519&

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Perspectivas de encontrar vida fora da Terra

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26/01/2010 - 21h:08

[Imagem: BBC]
As chances de se descobrir vida fora da Terra são maiores do que nunca, segundo afirma Martin Rees, o principal astrônomo britânico e presidente da Royal Society, a academia de ciências da Grã-Bretanha.
A Royal Society organiza a partir desta segunda-feira, em Londres, uma conferência com pesquisadores de várias partes do mundo para discutir as perspectivas de se encontrar formas de vida extraterrestres.

Mudança para a humanidade

Segundo Rees, que em 1995 foi agraciado com o título de Astrônomo Real, uma descoberta como essa poderia representar um momento de mudança para a humanidade, alterando nossa visão de nós mesmos e de nosso lugar no cosmos. Cientistas de todo mundo vêm analisando sinais do espaço em busca de emissões de ondas sonoras feitas por seres inteligentes fora da Terra, mas tudo o que conseguiram captar até hoje foi estática.
Para Rees, porém, o avanço tecnológico torna maior do que nunca a possibilidade de que essa busca se mostre frutífera. "A tecnologia avançou tanto que, pela primeira vez, nós podemos realmente ter a esperança realista de detectar planetas não maiores do que a Terra orbitando outras estrelas", diz Rees.
"Poderemos saber se eles têm continentes e oceanos, descobrir que tipo de atmosfera têm. Apesar de ser um longo passo para sermos capaz de descobrir sobre qualquer forma de vida nesses planetas, é um progresso tremendo ser capaz de ter algum tipo de imagem de outro planeta, semelhante à Terra, orbitando outra estrela", observa.

Vida inteligente

Segundo ele, o envio ao espaço de telescópios capazes de detectar planetas semelhantes à Terra no entorno de estrelas distantes agora torna possível concentrar mais os esforços de busca. "Se encontrássemos vida, mesmo a forma mais simples de vida, em outros lugares, isso seria claramente uma das maiores descobertas do século 21", diz Rees.
"Desconfio que pode haver vida e inteligência lá fora em formas que não podemos imaginar. E poderia, claro, haver formas de inteligência além da capacidade humana, tão além quando nós somos mais avançados do que um chimpanzé", afirma.
Crédito da informação: http://www.inovacaotecnologica.com.br(Pallab Ghosh - BBC)

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Astrônomos dizem que descoberta de planeta habitável é iminente

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09/01/2010 - 20h:53

AP/Nasa
Dentro de quatro ou cinco anos, estimam especialistas, um planeta capaz de abrigar vida deve ser encontrado.
Um alto funcionário da Nasa e outros importantes cientistas dizem que, dentro de quatro ou cinco anos, o primeiro planeta semelhante à Terra e capaz de abrigar vida deve ser encontrado, ou talvez até já tenha sido. Um planeta com o tamanho aproximado da Terra pode até mesmo ser anunciado ainda este ano, se certas pistas detectadas por um telescópio espacial se confirmarem.
Na reunião anual da Associação de Astronomia dos Estados Unidos, cada uma das descobertas a respeito de "exoplanetas" - os localizados fora do Sistema Solar - aponta para a mesma conclusão: planetas onde a vida pode surgir provavelmente abundam, a despeito da violência do ambiente espacial, repleto de explosões, buracos negros e colisões.
O novo telescópio espacial Kepler, da Nasa, e diversas novas pesquisas do campo, que de repente se tornou altamente competitivo, da exoplanetologia geraram um notável burburinho na convenção. Cientistas falam que hoje estão num "ponto incrivelmente especial da história", e perto de descobrir a resposta para a pergunta que incomoda a humanidade desde os primórdios da civilização.
"A pergunta fundamental é: estamos sós? Pela primeira vez, há otimismo de que em algum ponto, dentro de nosso tempo de vida, vamos chegar à resposta para isso", disse Simon Worden, astrônomo e chefe do Centro de Pesquisa Espacial Ames, da Nasa. "Se eu fosse de apostar, e sou, apostaria que não estamos sós, que há um monte de vida".
Até mesmo a Igreja Católica realizou conferências científicas sobre a possibilidade de vida extraterrestre, incluindo um simpósio em novembro passado."Estas são grandes questões que refletem sobre o significado da raça humana no Universo", disse o padre José Funes, diretor do Observatório do Vaticano, que participa da reunião de astrônomos dos EUA.
Worden disse que "com certeza, espero que dentro de quatro ou cinco anos teremos um planeta do tamanho da Terra dentro de uma zona habitável".O centro dirigido por Worden controla o telescópio Kepler, que está fazendo um intenso recenseamento planetário.
Diferente do Telescópio Espacial Hubble, que é um instrumento genérico, o Kepler é um telescópio especializado na caça de planetas. Seu único instrumento é um fotômetro que mede o brilho de mais de 100.000 estrelas simultaneamente, em busca de qualquer coisa que faça uma estrela perder brilho. Esse enfraquecimento pode ser sinal de um planeta passando diante da estrela.
Qualquer planeta apto a abrigar vida quase que certamente será rochoso, não gasoso. E precisaria estar no lugar certo. Planetas muito próximos de uma estrela seriam quentes demais, e os muito distantes, excessivamente frios.
"Para todo lugar que olhamos, achamos um planeta", disse o astrônomo Scott Gaudi, da Universidade Estadual de Ohio. "Eles aparecem em todo tipo de lugar, em todo tipo de ambiente".Pesquisadores estão encontrando planetas num ritmo alucinante. Nos anos 90, eram descobertos um ou dois planetas ao ano. Na maior parte da década passada, a taxa chegou a um ou dois planetas ao mês.
Neste ano, os planetas estão surgindo num ritmo diário, graças ao Kepler. O número de exoplanetas descobertos já supera os 400. Mas nenhum deles tem as características corretas para a vida.Isto tende a mudar, afirmam os especialistas."Do Kepler, temos fortes indicações de planetas menores em grande quantidade, mas elas não foram verificadas ainda", disse Geoff Marcy, da Universidade da Califórnia em Berkeley.
Mas há uma importante ressalva. A maioria dos primeiros candidatos a exoplaneta do Kepler estão se revelando outras coisas que não planetas, como uma segunda estrela passando na frente da primeira, disse o cientista Bill Borucki.O Kepler está se concentrando em cerca de 0,25% do céu noturno, analisando estrelas a distâncias de centenas a milhares de anos-luz. Os planetas descobertos por ele são muito distantes para que se possa viajar até eles, e não podem ser observados diretamente, como os que se encontram no Sistema Solar.
Se houver um planeta como a Terra na área de busca do Kepler, o telescópio o encontrará, disse Marcy. Mas podem ser necessários até três anos para confirmar a órbita de um planeta.O que o Kepler confirmou até agora aponta para a ideia de que há muitas outras Terras. Antes do telescópio espacial, esses corpos eram pequenos demais para serem vistos. Borucki, nesta semana, anunciou a descoberta de cinco novos exoplanetas, em apenas seis semanas de observações. Mas esses planetas são muito grandes e estão no lugar errado para serem como a Terra.
Quando o Kepler olhou para 43.000 estrelas que são praticamente do mesmo tamanho que o Sol, determinou que cerca de dois terços delas parecem ser tão amigáveis para a vida e estáveis como a nossa.Marcy, que anunciou a descoberta de um planeta apenas quatro vezes maior que a Terra, não gosta de especular sobre quantas estrelas podem ter planetas semelhantes à Terra. Mas, quando pressionado, disse, na quinta-feira, 7: "70% de todas as estrelas têm planetas rochosos".
Embora os astrônomos da convenção estejam otimistas, Marcy é mais cético, assim como Jill Tarter, diretora do Instituto SETI, que busca vida inteligente fora da Terra. Eles dizem que, a despeito de todo o otimismo, ainda é possível que a busca deixe todos de mãos vazias.
Crédito da informação:http://m.estadao.com.br/noticias

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jesus da silva boavista - 29.01.2010 - 11:26

Pelo que acabei de ler, se 70% dos planetas com tamanho semelhante à Terra são rochosos e se há tantos planetas descobertos e a serem descobertos, imagino que iremos descobrir planeta com vida sem precisar sair da nossa Via Lactea.

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Testemunhas e fatos estranhos em Teresina-PI

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25/11/2009 - 19h:59


Assista este interessante vídeo produzido pela UPUPI aqui em Teresina-PI. Os relatos colhidos na capital indicam que o fenômeno ocorre em todo o Estado. Também depoimento de pessoa que mesmo morando em centro urbano, teve experiência em região próxima. A produção é mais uma coletânea que o grupo disponibiliza aos usuários. Confira!

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Abertura ufológica mundial: O sonho ainda não acabou!

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15/11/2009 - 09h:34

In CD Bigmax
Muitas décadas se passaram, inúmeros pesquisadores se foram e a ufologia continua a gerar mais perguntas do que respostas. Opiniões e estudos fragmentados parece compor um cenário que gradativamente e por insistência de muitos encontram modelos teóricos que indicam uma pequena luz no fim do túnel. Outros analisando o seu próprio histórico no campo de pesquisas e interpretações, depois de passado todo o efeito quase que hipnótico que a própria ufologia parece envolver, somente agora pelo efeito da auto-análise crítica passaram a enxergar os erros e falhas nos métodos empregados. Propõem ainda mesmo que numa tênue ou penumbra forma um novo sentido de fazer a ufologia acontecer. Isso parece indicar um bom ou reflexivo começo de algo que ainda não aponta qual direção certa para seguir. Esse tema tão importante e desafiador parece assemelhar-se a um grande repolho onde camadas de “verdades” ou “mentiras” são encobertas por outras. Talvez o sentido certo do entendimento do fenômeno seja compreendido quando todas as camadas ou tempo possa dar a humanidade a clareza necessária para as reais descobertas. Deixemo-nos embalar pelo avanço tecnológico e a globalização, o resto vem como conseqüência.

Grande parte da comunidade ufológica vem idealizando nos últimos tempos a tão sonhada abertura ufológica de forma globalizada. Movimentos tem sido articulados para pressionarem governantes a mostrarem o que sabem sobre o assunto. E numa forma homeopática alguns arquivos desgastados pelo tempo são liberados como forma de “consolo para a ufologia”. Isso parece encher o ego de muitos que acham que tem nas mãos a “prova” que faltava. Tolice pensar que um amontoado de papeis com desenhos, termos e laudos técnicos indicam a presença alienígena em nosso planeta( e o que fazer com isso? como trabalhar?). Demonstra que ao menos naquele tempo de investigação não houve avanço além do que isso. Reforça a idéia de diferença tecnológica entre dois pontos distintos.

Na atualidade corre rumores pela internet que revelações estão sendo preparadas para que a humanidade tome consciência da presença extraplanetária. A ufologia com o avanço das comunicações vez por outra passa por “surtos” globalizados. Isso demonstra o comodismo que estamos mergulhados. Vídeos criados por mentes insatisfeitas(criados pelo computador onde "naves" e "seres" são postados com extrema facilidades,gigantescas fraudes chegam a net todo dia), atores que protagonizam aparições em massa, lunáticos que idealizaram participações secretas e múltiplos contatos “intergalácticos”. Até quando! E como nos libertar de tamanhas alucinações e frustrações?

Parece que o sonho ainda não acabou. Do ponto de vista pessoal a grande abertura deve-se dar inicialmente pela nossa mentalidade. Esperar governantes ou líderes mundiais a mostrarem o que sabem ou não é condenar a linha de pesquisa para o fenômeno ufológico a estagnação. Acredito que grandes revelações só vem com grandes situações. A mente humana sofre constante acomodação se não for trabalhada ou estimulada. Hoje é mais fácil assistir um filme do que ler um livro. Acessar internet do que pesquisar em outras fontes. Para grandes facilidades encontramos grandes desculpas....não sejamos hipócritas.

Faz parte de nossa natureza pensar em coisas esclarecedoras. A espera é algo contante em nossa trajetória de vida. Quando criança esperamos crescer e tornamos adultos, já quando velhos almejamos que o tempo não passe. A espera é um modelo único, o seu sentido ou velocidade é trabalhado de várias formas. Se algum dia revelações ufológicas importantes sejam liberadas por líderes mundiais, talvez o que venha a tona seja já conhecimento de muitos, e como consolo para tantos outros que precisavam do aval de patamares hierárquicos maiores.

Assim como muitos, a espera também faz parte de minha trajetória de vida. Não sei se isso é melhor do que sonhar. Talvez ambas caminhem lado a lado ou sejam sinônimos. A única diferença esteja na estrutura de como idealizar meus ou seus pensamentos. Sonho com dias melhores e esclarecedores, mas luto por isso. Espero também que este torne-se verdadeiro para a humanidade.

Ensaio escrito por Flávio Tobler, membro da UPUPI.

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CAMINHOS E TRILHAS + UPUPI

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07/11/2009 - 15h:03

www.upupi.com.br
Se você não assistiu neste sábado(07/11) o programa Caminhos e Trilhas exibido pela TV Meio Norte(Teresina-PI), confira a reprise na manhã deste Domingo. A jornada conta com a participação do grupo UPUPI. O cenário escolhido fica no Município de Matões-MA. Confira a interessante parceria, e conheça uma realidade vivida por populares que vivenciam os mais impressionantes relatos ufológicos. Bem como experiências da nossa equipe. Vale apena assistir!

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cristiane cruz - 11.03.2010 - 10:07

gostaria de saber como faço pra consegui o video exibido domingo 07/03/2010 do programa caminhos e trilhas

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Missão simulada a Marte está selecionando voluntários

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03/11/2009 - 20h:50

[Imagem: ESA]
Missão simulada a Marte(Agência Fapesp)

Em meados de 2010, uma tripulação internacional com seis membros dará início a uma simulação de uma viagem a Marte.
Serão, no total, 520 dias. Suficientes para incluir o percurso de ida e volta e um mês de exploração na superfície do planeta cuja distância da Terra varia entre cerca de 55 milhões e 400 milhões de quilômetros, dependendo das posições dos dois em suas órbitas.

Marte 500

A missão é a segunda parte do programa Marte500, conduzido pela Agência Espacial Europeia (ESA) e pelo Instituto de Problemas Biomédicos da Rússia, e dá sequência a outra que durou 105 dias, realizada no mesmo local e terminada em julho.
O objetivo é que o grupo permaneça esse tempo em uma instalação selada em um local próximo a Moscou, na Rússia, de modo a investigar aspectos físicos e psicológicos envolvidos em uma missão de longa duração ao espaço.

Exploração de Marte

Após a "viagem" de ida, com duração de 250 dias, a tripulação iniciará a fase de exploração da superfície marciana.
Nesse período, metade dos integrantes deixará a "nave" e passará para um módulo que simulará as condições encontradas no planeta, como uma pressão superficial de menos de 1% da terrestre e atmosfera com 95% de dióxido de carbono.

Candidatos

A ESA está atualmente aceitando inscrições para candidatos que desejem participar da missão simulada.
Os candidatos devem ter entre 20 e 50 anos, boa saúde, menos de 1,85 metro de altura e fluência em inglês ou russo. Devem ter formação e experiência profissional em medicina, biologia ou engenharia de sistemas, de computação, eletrônica ou mecânica.
O período de inscrição termina em 5 de novembro. Mais informações podem ser obtidas no endereço www.esa.int/callmars500.
Créditos:http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Fronteira do Sistema Solar possui uma faixa brilhante e misteriosa

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18/10/2009 - 16h:57

[Imagem: SwRI]
A sonda espacial IBEX (Interstellar Boundary Explorer - Explorador da fronteira interestelar), lançada há exatamente um ano, começou a traçar o primeiro mapa da fronteira entre o Sistema Solar e o espaço exterior. E a revelar muitas surpresas.
A IBEX coletou dados durante seis meses, o que já foi suficiente para questionar as teorias atuais sobre a heliosfera - uma espécie de "bolha" formada pelas emanações de partículas solares, o chamado "vento solar" - e fornecer informações para as quais ainda não houve tempo suficiente para a fundamentação de novas teorias.
O "vento solar" é uma corrente de partículas carregadas que viajam continuamente a partir do Sol em todas as direções. É como se esse "vento" inflasse uma gigantesca bolha no espaço - é essa bolha que se chama heliosfera, a região do espaço dominada pela influência do Sol e no interior da qual ficam os planetas.
Ao mesmo tempo, nosso Sistema Solar move-se velozmente ao redor do centro da Via Láctea, o que o faz colidir com "ventos interestelares," uma chuva de partículas emitidas pelas outras estrelas.
Em um determinado ponto, ainda não precisamente localizado no espaço, o vento solar e o vento interestelar se encontram. O local onde suas pressões se equivalem determina a fronteira do Sistema Solar.
Desta forma, traçar a fronteira do Sistema Solar equivale a desenhar o formato da heliosfera. Esse formato tem sido alvo de acalorados debates há décadas. Os únicos dados concretos disponíveis até hoje haviam sido coletados pelas duas sondas Voyager, os primeiros objetos construídos pelo homem a deixar o Sistema Solar.
Viajando em direções opostas, as duas históricas Voyager fizeram descobertas surpreendentes quando cruzaram a fronteira do Sistema Solar. Mas seus instrumentos já antigos, e o fato de tomarem medidas de apenas dois pontos de uma "bolha" de proporções descomunais, não deixavam dúvidas de que os dados pontuais eram insuficientes para quaisquer conclusões definitivas.
Créditos:http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Ovni em Costa Rica

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26/09/2009 - 19h:44


Capturado em telefone celular a imagem de um ovni na Costa Rica: Veja entrevista com o trabalhador

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