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EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO UFOLÓGICO: Uma breve história

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24/04/2008 - 20h:49

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Por Flávio Tobler

1. Em busca de respostas

Durante muito tempo à humanidade foi envolvida por histórias fantásticas recheadas de alegorias, certas fantasias que propiciaram as "respostas" para muitos. Gerações se passaram e as lendas continuaram a fertilizarem o pensamento humano. Milhares de anos sustentaram a era mitológica. Depois a Filosofia e a Razão tentaram buscar essa resposta abrindo caminho para algo além dos mitos e crenças. Na idade Média os dogmas de fé obscureceram a lucidez racional por mais algum tempo, fazendo com que certas culturas sobrevivessem mergulhadas na “clandestinidade”. Somente pouco mais de 250 anos atrás, a ciência consolidou-se, promovendo o amadurecimento do grande potencial humano.
Veja o artigo na íntegra acessando: EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO UFOLÓGICO: Uma breve história

Flávio Tobler é membro da UPUPI.
Contato: flaviotobler@hotmail.com

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Pesquisa de campo X vigília: Elo de evolução na ufologia

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22/04/2008 - 18h:19

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Por Flávio Tobler


Está no campo realizando pesquisas ufológicas não é tarefa fácil. Difícil ainda é permanecer na região para as tão conhecidas vigílias. O curto espaço de tempo é desgastante para os pesquisadores envolvidos. Normalmente o itinerário é corrido, o que torna a aventura de certa forma mais estressante. Na maioria das vezes o lugar ainda é desconhecido, e só com a repetência das incursões do grupo é que a região escolhida vai sendo “dominada”.
Nas entrevistas usa-se um pouco de psicologia e amigavelmente se ganha a confiança dos populares no decorrer da conversa. No inicio eles são desconfiados e não falam muito, principalmente sobre algo que lhe possam comprometerem. “Arrancar” fatos de vivencia profunda no aspecto da ufologia é tarefa e habilidade que só os pesquisadores conseguem na evolução de suas viagens de campo. Não existe um manual específico para lidar com estas questões. E por mais que se tente usar uma metodologia descrita por outros ufólogos já veteranos, em cada caso e região tem seus aspectos peculiares.
Não podemos “bombardeá-los” de perguntas que para nós seriam consideravelmente respondidas. Há sempre a necessidade de se usar termos locais ou regionais, como por exemplo de “aparei” ou “froque” (termos usados para designar um óvni). Existe um vocabulário criado que é muito variável. Outro fator condicionante são as múltiplas interpretações para a fenomenologia. Tem-se que também filtrar as informações recebidas. Quando o morador descreve o acontecido, ele está sujeito a flutuações de ordem temporal e da realidade vivida. Sua mente trabalha quando recorda, mais também pode inserir fatos que foram adquiridos pela mídia ou conversa com outras pessoas. Quando o fato aconteceu já há certo tempo, as variações tornam-se maiores, e essa habilidade do pesquisador é indispensável na avaliação do contato. Quando se percebe um fator fantasioso é sempre bom questioná-lo com outra pergunta que tente esclarecer à anterior. Nunca coloque o envolvido numa situação de muita desconfiança, deixe o mesmo falar tudo que está pensando. Os resultados, a avaliação da entrevista deve ser separada e posteriormente. Suas reflexões em cima do que foi gravado é que torna o contato merecedor de crédito ou não.
Não há evolução na ufologia sem pesquisa no campo, e as vigílias podem esclarecer o que de fato está acontecendo na região. A ufologia é marcada muito pela área teórica, porque ainda não temos oficialmente um objeto de estudo (o artefato ou tripulante). E se ficarmos somente em gabinete os argumentos tornam-se superficiais.Haverá sempre a necessidade de avaliação do fenômeno in locu. Se isso não acontecer corre o risco do pesquisador continuar escrevendo sobre os mesmo tópicos e já saturados temas ufológicos como área 51, ufos no espaço, ufos na lua, civilizações em marte e tantos outros que se tornaram chatos e descrevem pouco além do que já se sabe. Usam-se apenas uma “roupa” nova em cima do foi dito.
O Brasil necessita de pesquisadores que estejam no campo, façam vigílias, vivenciem as experiências juntamente com os populares que as descrevem. Descartando o que pode ser explicado e questionando suas próprias avaliações pessoais. Discutindo com outros envolvidos neste tema intrigante. Nunca acreditando de imediato no possível contato, mais buscando possibilidades que justifique o que foi visto. A imparcialidade, a desconfiança, a auto-avaliação deve ser constante na vida do ufólogo.
Cada etapa vivida,os lugares pesquisados, os avistamentos, a troca de informação com outros grupos, o convívio com os populares, o espaço geográfico observado vão possibilitar ao estudioso encontrar respostas que se aproximem um dia dessa realidade que muitos preferem ignorar, mas que um dia pode “bater” ou ser visto a sua porta. Neste dia mesmo que estas estejam fechadas, a luz da verdade ultrapassará as fendas ali existentes.
* Flávio tobler é pesquisador da UPUPI.
Contato:flaviotobler@hotmail.com

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A reportagem da TV MN em Miguel Leão:O começo

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21/04/2008 - 09h:39


Veja matéria exibida pela emissora de TV Meio Norte em 1999. A reportagem mostra fatos ufológicos ocorridos no município de Miguel leão. Marca o início de uma onda sem precedente. Imperdível!

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Revista UFO do mês de Abril: Seres extraterrestres no Piauí

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20/04/2008 - 14h:58

www.ufo.com.br
Impressionantes avistamentos de naves e contatos com tripulantes em um dos estados com a mais rica casuística ufológica do país

Muitos mistérios assombram os piauienses
Com uma rica e diversificada casuística ufológica, o Piauí pode ser hoje considerado o estado brasileiro com uma das mais fortes e significativas incidências de contatos imediatos de todos os graus. Uma grande quantidade deles chega regularmente ao conhecimento da equipe de investigadores de campo da União de Pesquisas Ufológicas do Piauí (Upupi) [Veja box], mas representa um percentual muito inferior aos episódios efetivamente acontecidos, que dificilmente serão conhecidos. Praticamente em todos os municípios piauienses há relatos de avistamentos de UFOs e contatos com tripulantes, que, somados, chegam aos milhares. Isso se multiplica a cada geração, pois os antepassados dos moradores já narravam tais fatos aos seus descendentes, décadas atrás. Sabemos também que parte considerável das ocorrências ufológicas talvez nunca chegue ao conhecimento dos próprios contatados, pois só seriam lembradas através de hipnose, inacessível para eles.

O cenário ufológico piauiense vem se consolidando gradativamente nos últimos anos porque os fatos, antes relatados apenas oralmente, agora ganham registros em fotos e filmes, muitas vezes atingindo a internet e, assim, a mídia em geral. Os relatos de experiências ufológicas no estado se incorporam à cultura regional, que apresenta termos próprios para, no linguajar da população, designar o mesmo que UFOs ou discos voadores, tais como aparei, chupa e froque. Interessante é que, embora a ciência rejeite estes acontecimentos, eles são reais e estão presentes no cotidiano dos moradores. Não são fatos isolados, mas múltiplos...

Créditos:www.ufo.com.br
Leia esta matéria na íntegra adquirindo a Revista UFO 141 nas bancas.
Vale lembrar que a mesma é considerada a maior do Brasil e da América latina referente a divulgação do fenômeno. O tema é abordado em várias páginas sobre as pesquisas de campo do grupo, bem como algumas análises. Vale apena conferir, excelente material gráfico e um conteúdo bem articulado.

Maiores informações http://www.upupi.com.br
Ou no Portal UFO
http://www.ufo.com.br

Trailer: Contatos na fazenda vinagreira-Piauí

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16/04/2008 - 21h:01


Fazenda Vinagreira, localizada na região do Município de José de Freitas. Palco de intensas manifestações ufológicas. Você confere o trailer da pesquisa de campo realizada naquela localidade. No final do mês de Abril a UPUPI disponibilizará o vídeo na íntegra. Confira o que vem por ai!

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Desacobertamento ufológico: A última fronteira

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15/04/2008 - 20h:34

www.upupi.com.br
Por Flávio Tobler

É fascinante acompanhar fatos de dimensão planetária, seja no tocante ao meio ambiente, humanitário ou até ufológico. Se você visualiza-os numa escala de tempo, é possível distinguir sua evolução ou regressão mesmo que os acontecimentos não sejam aparentemente contínuos ou sempre de ordem crescente. Não é necessário ser um bom historiador, basta organizar cronologicamente os pontos principais que os tornem diferentes do inicial ou do tempo escolhido. As diferenças encontradas neste percurso tornam-se pontos de reflexão, estudo e campos teóricos dos mais diversos. Não é à toa, que encontramos uma dimensionalidade gigantesca de livros, vídeos, artigos e outros que procuram mostrar continuamente novas interpretações, revisões e pontos de vista.
Ao longo desses sessenta anos (1947) que a ufologia oficialmente tornou-se fonte de estudo mundial, muitas coisas mudaram. Conceitos novos foram incorporados na tentativa de solucionar um dos maiores mistérios da atualidade. Grandes pesquisadores mergulharam de corpo e alma na busca de resposta mais próxima deste encantador fenômeno. Muitos cumpriram sua missão terrena sem descortinar a grande barreira que ainda nos separam destes acontecimentos. Outros com muito trabalho e estudo se depararam com situações que “dissolveram” suas teorias e reflexões, obrigando-os a começarem tudo novamente por uma nova ótica da fenomenologia. Outros migraram para campos paralelos também na tentativa de achar respostas que sejam aparentemente justificáveis.
Com toda essas mudanças de comportamentos pessoais, positivas do meu ponto de vista, pelo fato de se articular de todas as formas para encontrar soluções mais próximas desta realidade, mostra como a comunidade ufológica e admiradores procuram ao longo do tempo agitar os meios de comunicação, criando novos pensamentos contemporâneos. Infelizmente continua estagnada outra classe (os céticos) que ridicularizam e negam a todo custo a existência desse fenômeno, sem ao menos refletirem se eles mesmos evoluíram em alguma coisa (?). Há também uma outra de nível superior, organizada, que evoluiu no campo estrutural para investigar e acobertar incidentes de caráter supostamente ufológico. Estas organizações governamentais vêm agindo há décadas em várias partes do mundo, articulando-se quando possível para manter o assunto estritamente confidencial, e em nome de uma falsa idéia de que “nós não estamos ainda preparado” mantém suas pesquisas e provas substanciais restrita a poucos investigadores, cientistas e militares. Estes correndo contra o tempo e “escravos” de seus superiores, procuram tirar proveitos egoisticamente tecnológicos, armamentistas. Como se isto fosse o mais importante diante desta gigantesca descoberta.
O acobertamento ufológico é uma realidade, conhecido mundialmente por sua manobras, intimidações, tentativas de corrupção e fatos que talvez nem imaginemos. Quando o assunto envolve poder, há sempre o interesse maior a qualquer custo. É como a quebra de uma patente e o compartilhamento de tecnologia a nível mundial, leva um certo tempo, mais sempre acontece. Acredito que muitos paises tentaram a todo custo obter tal conhecimento e durante muito tempo investigaram o assunto secretamente. Talvez até tenham colaborado na troca de informações mutuamente ou até se desentenderam. Fatos que podem justificar a abertura de seus arquivos ufológicos como forma de pressionar uma quebra de silencio por parte de outros. Também pode haver o interesse de revelar algo mais profundo e inevitável (ex: descobertas astronômicas), sendo esta abertura uma experiência inicial. Quando o assunto envolve grandes massas populares é sempre bom ficar atento e refletir nos resultados.
Paises de primeiro mundo como França e Grã-Bretanha começam a surpreender o mundo com suas revelações, colocando seus milhares de arquivos ufológicos a disposição do público em geral. Há questionamentos a serem feitos que devem ser monitorados pela comunidade ufológica. Ent

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A escatologia ufológica em Guerra dos Mundos de 1953.

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15/04/2008 - 20h:29

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Por Francisco Aristides

A ufologia já passou por uma série de representações dentro da linguagem fílmica, das mais comoventes como: “Contatos Imediatos de Terceiro Grau”, de Steven Spielberg e os mais bizarros e lamentáveis como “Independence Day”, de caráter propagandístico e voltado para entreter as massas que se espremem para ter uma válvula de escape e se divertir com aliens grudentos e malvados... Gostaria de focalizar esse ensaio numa história que já apavorou multidões desde 30 de outubro de 1938, com a exibição radiofônica por Orson Welles mundialmente conhecida que fez muita gente atirar para o céu de Nova York pensando que “eles” tinham chegado, provocando nos EUA o maior evento de histeria coletiva já vista (sem falar do WTC...). No Brasil aconteceu algo parecido em Caratinga (MG), sendo que uma transmissão fictícia expõe a aterrissagem de um Ufo fazendo dos habitantes acreditarem em tal cena, no qual essa mesma transmissão foi repassada para o Rio de Janeiro causando reboliço no Ministério da Aeronáutica em 1954 e em São Luís no ano de 1971 através do programa “Paradão do Rayol”, deixando a população apavorada. Falo de “Guerra dos Mundos”, a versão rara e disputada por ufólogos cinéfilos de todo o mundo que foi filmada em 1953.

A forma que o pensamento da época absorvia essa temática era de forma bem escatológica, comparando a invasão de tais seres hostis às guerras mundiais que tivemos experiência, causando pânico no espectador que assiste “apavorado”. Para nós, filhos do relativismo pós-moderno em que tudo é volátil e esvaziado, sorrimos anacronicamente sem entender a magia do horror e do suspense que o filme denuncia, debochando dos efeitos produzidos pelo diretor Byron Haskin, que colocou dentro de suas possibilidades o registro do seu tempo. De forma tosca e primária, temos naves penduradas em linhas e raios térmicos sobrepostos destruindo maquetes de cidades, com um cenário basicamente montado para cenas curtas e cheio de tensão típica dos anos 50.

É uma representação em seus limites e filha de sua época. Com certeza não teremos a mesma sensação que eles tiveram a tantos anos atrás, mas precisamos perceber nessa obra seu caráter de como os sujeitos viam seu tempo, denunciando de forma artística a angústia em que H.G. Wells possuía em relação aos extraterrestres. É extremamente inovador nos anos 50 tratar de assunto tão polêmico como aliens através do cinema, mas devemos ter em mente que essa preocupação de pensar o tema foi feito no final do século XIX (1898) pela literatura em que H.G Wells ficcionaliza em sua obra, marco na ficção científica, a terrível invasão de ets e a destruição do planeta, mas a partir de uma reviravolta imprevisível, os humanos vencem essa guerra.

Fazendo um paralelo com a situação da época, o historiador Alexandre Busko, no qual compartilho tal análise diz:

“A invasão dos marcianos e sua falta de anti-corpos se relacionavam a um questionamento da civilização e do imperialismo inglês do século XIX. A cruel dominação dos invasores, que se alimentam de sangue humano, matavam sem necessidade e transformavam tudo ao seu alcance em cinzas, é alusão à destruição da natureza e aos genocídios praticados pela política colonialista” (Revista de História da Biblioteca Nacional, número 4, out. 2005).

A problemática dessa história é simples: o niilismo exposto com relação aos alienígenas é um sinal de como ainda, desde 1898, estamos sem preparo para receber qualquer tipo de invasão ou intervenção de tais seres que não sabemos suas intenções se aqui querem atravessar. Precisamos refletir mais sobre as intenções deles e caso ocorra à possibilidade de ataque, saibamos nos posicionar frente ao evento e não fiquemos loucos pedindo socorro ao exército ou algo do tipo.

O filme nos expõe a nossa crise como seres humanos sem senso de coletividade e harmonia, vivendo num lamentável individualismo e se envolvendo no manto religioso na busca de proteger nossos interesses. Ao assistir ess

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Trailer:UPUPI em Miguel Leão:As observações

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14/04/2008 - 20h:58


Você confere imagens do grupo upupi na região do município de Miguel Leão-Piauí. As cenas mostram as experiências do grupo diante de algumas manifestações e suas análises. O processo visa diferenciar objetos luminosos definidos daqueles ainda não identificados. Não deixe de conferir o que vem em Maio.

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Miguel Leão: Discernindo os avistamentos

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14/04/2008 - 20h:53



Sensacional pesquisa de campo realizada no município de Miguel Leão em Novembro de 2007. Jornada espetacular, onde o grupo vivencia avistamentos e suas explicações. A etapa faz parte de um processo de discernimento entre fenômenos naturais e a expectativa de um registro de cunho ufológico. Não deixe de assistir! Muito bom!

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Miguel Leão: Fatos estranhos

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14/04/2008 - 20h:51


...E a Jornada continua! Pesquisa de campo no Município de Miguel Leão em Setembro de 2007.O trabalho investigativo está repleto de situações inusitadas. Mais um vídeo que a UPUPI disponibiliza aos interessados. Confira!!!

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glauber teixeira - 14.04.2008 - 22:11

Rapaz, muita onda mermo. Quem garante que é veridico o que esse maluco ta falando? Ele pode muito bem ter inventado.

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