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Alta Tensão em Mandacaru-MA/Parte 7

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07/02/2009 - 21h:18


Neste ano de 2009 você continua acompanhando o trabalho do grupo UPUPI na região de Mandacaru-MA.Nesta segunda temporada o processo de vigílias e entrevistas as testemunhas no povoado ainda é algo constante. Fatos estranhos tem sido rotineiros aos moradores e também a Equipe de investigadores.Vale apena continuar assistindo. Confira!

Colocado por Flávio Tobler,membro da UPUPI.

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fernando - 08.02.2009 - 00:23

Olha, Ufologia é coisa séria, e vejo que vcs tbm a levam a sério.Fiquei fã do UPUPI, vcs são os únicos que de verdade mostram que saem à campo p pesquisar...estou tentando conseguir 2 fotos que um amigo meu tirou em uma fazenda à noite e que conseguiu uma foto fantástica de uma nave, segundo ele ...nave mãe..; ele é geólogo e usou uma maquina digital á noite...um abraço a todos vcs ...Fernando

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Ponto de vista circense da “u”fologia: a falta de respeito por ela mesma e a busca pela saída imediata

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01/02/2009 - 11h:19

www.upupi.com.br
Por Aristides Oliveira, membro da UPUPI.

Durante vários meses tenho me ausentado na produção ensaística neste site, voltando meus olhares para um conjunto de manifestações na imprensa nacional e internacional que só trazem decepção e mal-estar. É com grande pesar que nos últimos anos, não podemos ter orgulho da ufologia (com “u” minúsculo) como atividade de pesquisa, pois não está mais (acredito que nunca houve) ocorrendo uma coesão que possibilite uma interlocução teórico-metodológica que propicie reflexões dignas a comunidade, restrita e interessada em seriedade.
Muitos grupos que surgem com caráter “independente”, sem recurso financeiro, não conseguem se sustentar tanto pela falta de preparo teórico e a não-organização do planejamento de ação dos trabalhos, fazendo um estudo localista e geralmente com resultados medíocres.
Vale lembrar que alguns estudiosos desvinculados do eixo “oficial” conseguem nos trazer interessantes trabalhos sobre a casuística da região, porém, as pesquisas de campo estão cada vez mais reduzidas devido à desarticulação (principalmente por motivos financeiros) que muitos integrantes sofrem pela marginalização de seus próprios trabalhos, pela falta de reconhecimento dos poucos pesquisadores com vontade de trabalhar no cenário, ofuscados pelo marketing desonesto de empresas falsificadoras da própria ufologia.
Se um dos ufólogos (Eustáquio Andréa Patounas) mais conhecidos do país afirma que atualmente “a Ufologia teve novidades sem relevância, muitas conjecturas, enganos, falhas de interpretação, guerra de egos, briga por lideranças, desrespeito, enfim, decadência, não só no Brasil, como no mundo”* e tendo como foco principal o dinheiro, pois segundo ele é aí que a “coisa degringola”, estamos indo de mal a pior. Isso não é nenhuma novidade para quem já convive nesse espetáculo mentiroso há certo tempo.
Segundo o mesmo pesquisador: “Quando você faz uma Ufologia séria, com casos bem pesquisados, com imparcialidade, com seriedade, com profissionalismo, com conhecimento, as matérias serão ricas e, conseqüentemente, venderão bem, entende?” (será?), trazendo a nós as ditas revistas “especializadas”, com suas matérias fast food voltadas para um público de transitividade ingênua, arrecadando dinheiro o suficiente para perpetuar uma complexa rede empresarial, vendedora de informações grosseiramente mentirosas, ganhando destaque na mídia e dando créditos para todos tratarem a safra que ainda resta de “loucos”. Motivo aberto por nós mesmos, que não tomamos uma atitude para desmascarar ou criar outra fronteira que delimite as atividades ufológicas, sair da própria esfera de atuação e buscar outra linha de trabalho que oriente as investigações, deixando claro quem faz o estudo com seriedade, segregando os infratores aos porões do ostracismo.
É de imediato que nossos trabalhos precisam ser repensados e desmembrados da “ufologia”, termo que a cada dia se deteriora pelos próprios pesquisadores, inaptos a dar à sociedade uma explicação plausível ao conjunto de fenômenos que ocorrem no planeta.
Infelizmente, noto que as especulações informativas tomaram o lugar da “vontade de saber” e o profissionalismo cede lugar para o amadorismo precipitado, movido mais pela ânsia de se aventurar e buscar um exotismo pseudo-intelectual, do que ir ao campo analisar as possíveis implicações sócio-culturais que circundam a fenomenologia UFO.
É hora de todos os pesquisadores se colocarem no Muro da Vergonha e redefinirem seus posicionamentos teóricos e esclarecer qual o motivo do envolvimento com a temática ufológica. Este ensaio é um ponto de vista particular deste autor, que tem como finalidade levantar o debate sobre a crise que estamos passando e viramos as costas para não resolver o problema, pois acredito que não estamos mais fazendo “ufologia”, mas algo maior, que só quem pesquisa no campo pode ter idéia do que digo.
Pesquisa de campo não significa “aventura” e sim uma análise laboratorial em torno de um conjunto de significados dados por testemunhas a estranhos eventos, no qual elas consideram “inexplicáveis” diante de sua limitação referencial, cabendo ao pesquisador a obrigação de esclarecer aos indivíduos de determinada localidade pesquisada o que poderia ser em sua proximidade, e nunca afirmar ser de origem extraterrestre. Ora, desde quando podemos dizer que um objeto visto, tomando como ponto de partida um depoimento oral, carregado de interferências e ruídos da memória e da falta de uma orientação mais clara sobre sua especificidade é alienígena?
O trabalho carrega um peso mais cultural do que ufológico, pois não podemos encontrar de modo simplista os limites que separam a cultura popular de um suposto evento extrasensorial, aumentando em proporções alarmantes a falta de foco dos pesquisadores, que usam de sua ingenuidade para acreditar que tudo que é “inexplicado” vincula-se a um evento ufológico.
Os questionamentos que faço nesse ensaio é apenas a necessidade ouvir o que outros estudiosos na área (se é que podemos chamar ufologia de “área”) têm a dizer. Estamos realmente produzindo conhecimento ufológico? Será que vamos agüentar por muito tempo ouvir os aplausos de desprezo da comunidade acadêmica e dos céticos unilaterais? O termo ufologia ainda cabe de ser usado? É preciso uma mudança de paradigmas com urgência. Não podemos sustentar uma utopia que não existe mais.
Para perceber e acreditar na vida fora da terra, instrumentalizando esse sentimento, é necessário um rompimento com esse jogo de processos judiciais movidos por brigas pessoais entre “ufólogos”, eventos circenses que não acrescentam em nada a não ser o bolso dos recicladores de histórias improváveis, ingenuidade, amadorismo, falta de foco e precipitação. A falta de leitura é a maior das feridas, pensar que ufologia é só viagem e esperar as “naves” pousarem é de fazer rir.
O mal-estar ganha traços alarmantes, o cenário precisa de revitalização estrutural e mudança de eixo teórico. Ainda não sei exatamente como propor, pois só ocorrerá uma retomada significativa na pesquisa quando TODOS tiverem coragem de olhar para o problema e juntos, procurar um meio de segregar os indesejáveis e fazer do estudo sobre a presença de objetos voadores não identificados uma atitude respeitável. É fundamental o esforço em conjunto.

NOTAS

*http://www.viafanzine.jor.br/site_vf/ufovia/pag_ufo/entrevistas02.htm

Ensaio escrito em 30/01/2009.

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A filmagem do estudante universitário

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25/01/2009 - 15h:21


No dia 16 de março de 2007, o estudante universitário Jefferson Alves de Abreu (27anos), presenciou algo inusitado nos céus da capital piauiense. Eram entre 10:30 e 11:00h da manhã, quando o mesmo acompanhava um pedreiro que trabalhava numa construção localizada no bairro Areias, zona sul de Teresina. No momento citado o sol brilhava forte, apesar do céu apresentar algumas nuvens espessas. Assim, o jovem munido de uma câmera digital, começou a filmar a referida construção desde as suas partes externas como internas.
Ao sair da construção, este continuou a filmagem fazendo uma tomada por completo da obra, quando de repente avistou no céu, um pouco acima das nuvens, um objeto discóide que girava em torno de si mesmo e apresentava uma coloração entre prata e cinza. Segundo o relato da testemunha, o objeto voava em zigue-zague, fazendo movimentos bruscos e era formado por duas partes sobrepostas uma na outra. O avistamento, que segundo Jefferson foi avistado por outras pessoas que o acompanhavam naquele momento, durou poucos segundos, pois o estranho objeto sumiu por entre as nuvens. Confira a entrevista feita pela UPUPI e a fimagem feita pelo estudante abaixo. Confira também no vídeo acima uma prévia das pesquisas realizadas em Saco do Juazeiro em São Miguel do Tapuio-PI.
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Lembramos que o vídeo aqui disponibilizado é bem inferior ao original.Veja e tire suas conclusões.
Colocado por Flávio Tobler(Equipe UPUPI)

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O contato ufológico: além do campo visual

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24/01/2009 - 14h:42

Ufovia
Por Flávio Tobler*

Para quem estuda e realiza pesquisa de campo dentro da área ufológica, sempre se depara com as intrigantes narrações dos possíveis contatados. Estes muitas vezes relembram suas experiências com forte emoção. É costume em alguns casos, sentirem arrepios, medo e lapso de memória quando tentam descreverem estes acontecimentos.Por terem presenciado fatos estranhos além de suas cotidianas vidas, passam a encarar o mundo por um novo campo visual. Não podemos esquecer também daquelas situações em que estas testemunhas vivenciaram supostos encontros amigáveis, estes com seres de procedência ainda desconhecida. Fatos dessa natureza sempre repercutem no intimo de cada um que teve o contato, ecoando em suas consciências mais perguntas do que respostas. Mas se para estes multiplicam-se os seus questionamentos, o que dizer daqueles que investigam cada situação vivida por estas testemunhas? Essas duas categorias (o investigador e o investigado) estão “cercadas” de suposições.Devendo ser cuidadosamente analisadas, para não seguir por caminhos mais complexos e que tendem a encontrar respostas pessoais e não mais próximas da possível realidade vivenciada.
As conclusões preliminares obtidas in loco não podem misturar-se com os relatos das testemunhas, pois numa segunda análise ou entrevista corre o risco de incorporarem-se as “teias” que a imaginação humana pode criar. Quando os fatos realmente aconteceram, pequenos detalhes corrompem-se pelo tempo, havendo sempre a necessidade de habilidade por parte do investigador para resgatar as experiências. O contatado tende a assumir um novo comportamento diante do mundo que o cerca, mesmo que o(s) suposto(s) encontro(s) continue(m) caracteristicamente desconhecido(s).
Existe um rompimento do espaço geográfico que ele aparentemente dominava e conhecia, mesmo que suas limitações fossem locais, regionais ou de nível maior. Falo isso para assumir as diversas categorias sociais que estão suscetível ao contato ufológico, desde o simples caboclo ou morador interiorano até pessoas de alto padrão social e intelectual. Vale ressaltar que o primeiro citado assume o maior índice de avistamentos ou de teor mais profundo. Talvez isso se justifique pela vida simples e mais exposta, desprovida das atividades estressantes que os grandes centros urbanos oferecem.
No contato, muito além da visão estão os sentimentos expostos, o cérebro humano foi condicionado a agir sobre aquilo que ele conhece e que apreendeu a lidar desde a infância. Certos comportamentos e reflexos são quase instintivos para todas as situações de aparência perigosa e isso é um mecanismo de defesa. Acredito ainda que existam outros mecanismos que desconhecemos, mas que “eles” dominam e até provoquem de alguma forma levando estas experiências a níveis de inconsciência, e isso justificaria os lapsos de memória que somente são resgatados pela hipnose. Talvez seja provocado por um tipo especifico feixe de luz concentrada ou uma onda sonora ou magnética que instantaneamente leva-nos a este estado de dominação. Os conhecidos “implantes”, pequenos artefatos que se ramificam a nervos em várias partes do corpo sem provocar rejeição, também indicam um controle sobre o corpo humano. Diante destes fatos, alguns encontros podem ser “agendados” com dia, hora e lugar marcado, levando o contatado a desconhecer suas atividades “submersas” mentalmente.
Além do campo visual, o contato tem demonstrado mudanças de comportamento e de vida em muitas testemunhas, algumas passam a assumir papeis de suma importância dentro da sociedade. Envolvem-se em projetos comunitários, despertam talentos artísticos, desenvolvem-se poderes de cura, premonição e outros. Também há alguns casos de distúrbios psicológicos que levam ao isolamento, fobias, falso canal de contato etc. Encontros dessa natureza podem provocar inesperadas situações de comportamento, um simples olhar pode abrir uma “porta” e fechar tantas outras em nossa realidade. A experiência do avistamento ou algo maior parece indicar que as reações exteriores do corpo humano compartilham semelhanças, mais intimamente é algo pessoal, muitas vezes transformador ou apavorante. Como se o ovni tornar-se espelho de nossos medos interiores ou de nossas capacidades divinas adormecidas.

* Flávio Tobler é membro da upupi.
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Torre de Babel:dispersando ou reunificando a ufologia

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22/01/2009 - 21h:21

www.upupi.com.br
Por Flávio Tobler*

Por muito tempo a ufologia exerceu seu papel principal que era tentar explicar certos fenômenos que a ciência dos homens combatia como mera justificativa de alucinações, perturbações e fatos naturais mal interpretados. O tempo encarregou-se de mostrar como estavam errados muitos cientistas. Até hoje, a teimosia de vários céticos e de outros que jamais olharam além da sua própria janela, parece indicar que ainda navegam no sentido das estrelas, no mundo que já dispõem de GPS. Ao que tudo indica, pelas divergências culturais, econômicas e religiosas, a humanidade que habita o nosso Planeta Terra jamais evoluiu uniformemente. Num século que busca alternativas de energias livres de poluição (ex: solar), muitos ainda só conhecem a luz de suas próprias tochas. Como explicar o funcionamento do micro-onda para tantos que mal conhecem a eletricidade. Nem cabe aqui entrar em detalhes sobre cibernética e recursos da informática. Caminhamos para uma nova fase televisiva. Onde sinais digitais suprirão certas interferências que as ondas analógicas estão sujeitas. Lentamente somos direcionados a uma torre que o destino se encarrega de colocar um novo andar ou pavimento evolucionista a cada dia e ano. E quanto mais alto vislumbramos, mais amplo tornam-se nossos sentidos e entendimentos sobre o universo. Não é necessária uma explicação científica para que você entenda a finalidade de uma torre, veja o exemplo dos celulares, onde uma boa cobertura garante que o seu “sinal” chegue.
Paralelamente ao longo dos séculos, foram construídas plataformas que sustentaram parte da ciência, filosofia e até religião. Os primeiros passos foram decisivos para impulsionarem cada segmento ao um novo degrau. O passado solidificou-se como o alicerce de uma construção. E o presente encarregou-se de modelar uma arquitetura sempre inovadora e compatível com o momento contemporâneo. Velhas construções servem mais como peça de museu e entendimento da história, do que habitat. Quando entramos numa antiga moradia, nosso instinto começa a questionar sobre a sustentabilidade daquela arquitetura. Devemos usar esse raciocínio para amplo sentido em nossa vida.
A ufologia em sua estrutura inicial cresceu vertiginosamente, onde voluntários de uma nova corrente de pensamento buscavam solidificar as bases de uma arquitetura inovadora e revolucionária. Cada “tijolo” representava uma idéia pessoal mais com propósito coletivo. Unindo esforços em busca da verdade ou do que acreditamos serem as respostas para tantos questionamentos. Décadas se passaram e o vislumbre do horizonte se tornou mais amplo ou difuso. Algumas “peças” dessa estrutura perderam a consistência, semelhante ao cimento depois de sua fase inicial de mistura. Outros depois de construída a “torre” não sabiam pra onde direcionar a “antena” principal. Cito estes exemplos para justificar a ufologia científica e esotérica. A dissidência de ambas buscavam respostas em lados opostos, sem perceber de onde vinha o verdadeiro sinal. Como ondas de rádio, captavam informações e mantinham o constante pensamento que mais se afunilaram com suas pseudoverdades interiores. Talvez pelo comodismo planetário, ou porque já não falávamos a mesma linguagem. O certo é que a ufologia se deparou unicamente com dois caminhos, e não se questionou uma nova modalidade de entendimento e compreensão. Algo que possa suprir, filtrar a fantasia de muitos pensamentos humanos alterados, às vezes por frustrações ou desvios psicológicos. Por outro lado, que também não veja somente a materialidade das manifestações ufológicas. Falta na verdade, uma metodologia correta, ainda que não tenhamos “oficialmente” um objeto de estudo ou uma “ABNT” da ufologia.
Como babel, vejo ecoando aqui e ali, manifestações que hora parecem indicar um entendimento ou separação. Numa confusão de “línguas” que mais parece um mercado onde cada vendedor parece gritar, expondo o seu produto a venda para obter boa lucratividade. Não devemos nos deixar envolvermos pela arma propagandista de tantos. Muitos que viram na ufologia um campo inesgotável e fonte de renda estão aperfeiçoando suas estratégias de ação. É hora de entrosamento, de procurar ouvir cautelosamente muitos que descobriram ou apontaram do alto dessa “torre ufológica” que alcançamos. Não deixando que o “vento” ou desacordos pessoais atrapalhem uma linguagem universal que nos foi presenteada. Não somos nem maiores nem menores que os visitantes de outros orbes, somos apenas seres carentes de informações, estamos em processo de aprendizagem, evoluindo e capazes de entender a verdade quando esta nos for revelada ou descoberta.

* Flávio Tobler é membro da UPUPI
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Atividades perigosas no Maranhão: Trailer e Filme

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18/01/2009 - 10h:54


Se você que ver o trailer desta pesquisa e ter uma visão geral do que o filme pode reservar clique no vídeo acima. O segundo vídeo já é o filme com toda a jornada.



Você confere este incrível vídeo de pesquisa de campo no Estado do Maranhão em Novembro de 2006. A jornada marca o início da equipe upupi para aquela região.O tema é preocupante e assustador, e vem acontecendo há décadas em diferentes regiões nordestinas.A viagem e os bastidores desta incrível pesquisa. Confira o Filme!

Colocado por Flávio Tobler(equipe upupi)

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Primeira Temporada de Alta Tensão: o Trailer

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12/01/2009 - 20h:12


Se você ainda não viu o episódios da primeira temporada da Série Alta Tensão em Mandacaru-MA, assista este trailer e descubra o que os capítulos lhe reserva.A segunda fase dos episódios virão neste ano de 2009.Confira!
Colocado por Flávio Tobler(Equipe UPUPI)

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Contatos imediatos em Nazária-Piauí

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11/01/2009 - 13h:27

www.upupi.com.br
Confira a casuística ufológica do município de Nazária-PI. O trabalho foi realizado no povoado Campestre. O ponto das entrevistas foi a fazenda Santana do Senhor Izídio. Mais um trabalho que a UPUPI disponibiliza a você. Confira!

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Ovnis na cultura popular piauiense: um fato enraizado

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28/12/2008 - 10h:35

www.upupi.com.br
Por Flávio Tobler *

Não há como negar que a ufologia estar presente em todos os continentes deste imenso planeta. Os relatos falam mais forte do que a negação de poucos ou muitos, que querem por motivos de egoísmo, financeiro e bélico usar a todo custo numa manobra da grande massa popular. Lembrando que outros mergulhados em ciências arcaicas nem se quer deram conta que o mundo evoluiu em todos os sentidos. Por maior que sejam os seus arquivos bibliotecários, de conhecimentos na área da física e ciências afins, não passam de noções introdutórias quando o assunto é ufologia. Sem rótulos, e seguindo uma maneira diferente de tudo que já supomos conhecer, esta futura ciência que ainda é rejeitada pelo formalismo dos pseudo conhecedores da verdade, segue seus padrões e quebrando conceitos de todo nosso conhecimento histórico sobre o mundo e sua evolução.
O Piauí em sua rica casuística ufológica vem se mostrando no cenário nacional como um Estado de grandes incidências de contatos de todos os graus. Dos que chegam ao nosso conhecimento, acreditamos que estatisticamente não abrangem nem 1% dos acontecimentos. Praticamente em todos os municípios piauiense há relatos que somados chegam aos milhares. Isso se multiplica a cada geração, pois os antepassados já narravam aos seus descendentes estes fatos. Sabemos também que outros contatos mais forte talvez nunca cheguem ao conhecimento do próprio contatado (só lembrariam por hipnose).
Como cultura popular regional, cada estado, município ou localidade insere em seu contexto social ao longo do tempo suas tradições e costumes. Essa é uma forma de perpetuar a sua identidade perante outros povos, nações e continentes. Essa divergência faz com que tenhamos um planeta ricamente cultural e racial. Durante o percurso da historia, muita coisa foi destruída, algumas por ideologias e em grande parte pelo segmento religioso. Lamentamos o quanto nós perdemos em conhecimentos, talvez já teríamos rico material de estudo, de analise no entendimento das manifestações ufológicas ao longo da nossa historia terrena. Mas isso foi um fato marcante que leva-nos a refletir o quanto ainda necessitamos de evolução e amadurecimento planetário. Muita coisa mudou, algumas de caráter positivo e outras parecem perpetuar num caminho ainda sem horizonte.
O cenário piauiense vem se consolidando no aspecto ufológico. Falo isso porque os fatos antes relatados oralmente ganham registros em películas fotográficas, em vídeo, gravadores, Internet, mídia em geral. Pelo menos nos relatos dos contatados e dos especialistas que tem se dedicado a essa área. Esse fato inegavelmente incorporou-se em nossa cultura regional. Até termos ortográficos compõem o linguajar da nossa população, esses como “aparelho” ou “chupa-chupa”. Interessante é que embora a ciência rejeite estes acontecimentos, eles são provavelmente reais e estão no cotidiano da população. Não é um fato isolado, mais sim multiplicado. Termos que foram aderidos e hoje se tornou uma linguagem popular e de tradução instantânea. Parece cômico, mais o caboclo ou morador quando vivência um contato parece que instantaneamente muda seus padrões culturais e habituais. Ao longo do tempo descobrem os períodos de maiores incidências ufológicas em sua localidade e incorpora um roteiro mais seguro em suas andanças locais. É obrigado a conviver com o fato, defendendo-se no que pode do desconhecido. Temem a aproximação destes objetos, e em algumas vezes até atiram em sua direção. Usam as tão conhecidas moitas para se camuflarem dos ovnis. Em época de maiores incidências evitam saírem à noite, e quando fazem nunca estão sós, ou saem com um olhar à frente e outro para o alto.
Do lado oposto, no caso os supostos tripulantes desses objetos (os ovnis) ou de quem os manobram (as sondas) parecem conhecerem muito bem nossa população. Usam estratégias para interceptarem suas vitimas ou contatados. Camuflam-se como estrelas no alto, descendo no momento certo. Evitam noites muito enluaradas e encontra os caçadores na escuridão da mata como se tivessem sensores de rastreamento a grande distância. Coisas que podem estar além do infravermelho ou das ondas celebrais. Parecem ainda que fazem um monitoramento de tudo que envolva equipamentos eletrônicos numa determinada área. Quando não se têm nada para registrar (filmar ou fotografar) aquele fato ou acontecimento então “deitam e rolam” como se diz na gira popular. Permanecem por longas horas num local, fazendo manobras de aproximação, outras envolvendo vôos rasantes sobre as casas, obrigando seus moradores a observarem de forma segura pelas fendas das suas portas.
Independente de muitos não aceitarem estes fatos como reais, eles são semelhantes em qualquer lugar. Deixam seqüelas, mudam o padrão comportamental de um povo, altera a cultura da região, se incorporando com novos conceitos. Produzem efeitos físicos nas pessoas e no solo. Marcas essas tão profundas e irreversíveis que não se apagam na lembrança dos contatados. Não devemos desprezar estes acontecimentos, algo profundo envolve estes fatos, estes já enraizados e consolidados no decorrer de muitas gerações.


* Flávio Tobler é membro da UPUPI.
Acesse: www.upupi.com.br

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R.. - 23.01.2009 - 14:00

Olá pessoal da upupi,tudo bem...... Bom estou aqui também para parabenizar essa incrivel redação que um dos membros(upupi)trancreveu aqui, ou seja, isso é a pura realidade quer dizer, esses acontecimentos decorrentes no piaui não de agora mas sim de muitos tempos, ou seja, um fato concreto ou acontecido que só as pessoas humildes a maioria do interior, acabam se adaptando ou convivendo com estas anomalias misteriosas que acontece neste estado ou no Brasil.. Abraços ..(R) Boa Sorte a todos...

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Conhecendo a casuística ufológica de Lagoa do Piauí e Demerval Lobão

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27/12/2008 - 16h:46

www.upupi.com.br
Vale apena conferir esta pesquisa de campo realizada em 2007. o trabalho de campo demonstra o gigantesco cenário ufológico que é nosso Estado. Segue o link abaixo. Não deixe de conferir!
Conhecendo a casuística ufológica de Lagoa do Piauí e Demerval Lobão

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