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TEMPO PARA ESTUDAR OS FATOS

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30/06/2009 - 21h:23

NASA
TEMPO PARA ESTUDAR OS FATOS
por Mark Milchiker, biofísico
Nota: O artigo a seguir foi extraído da edição de outubro de 1989 da revista mensal condensada "SPUTNIK", da Imprensa Soviética. Ele foi publicado na União Soviética, e traduzido para várias línguas. Ele foi resumido de um artigo anterior da revista "Priroda I Chelovek". Se alguém estiver interessado no texto completo do artigo, talvez possa tentar obter uma cópia desta revista, e traduzi-lo.

"É tempo de estudar os fatos"

A epígrafe acima, emitida por um notável cientista de nosso tempo e fundador do mundo da cosmonáutica, mostra claramente o que ele pensava do misterioso e incitante problema do possível contato entre a civilização humana e seres inteligentes de outros mundos.De fato, terão eles já visitado o nosso planeta? Estarão sendo mantido contatos com eles atualmente? Serão tais contatos possíveis no futuro? Estas questões agitam muitas pessoas, especialmente entusiastas pesquisadores do problema. Eu tentarei responder estas questões e delinear as pouco conhecidas visões de Tsiolkovsky. Este grande professor de Kaluga não somente previu a conquista do espaço pela humanidade mas também, muito antes do início da Idade do Espaço e do enorme crescimento do interesse em "visitantes", declarou que civilizações extraterrestres podiam existir e fazer contato com a humanidade.
Desafortunadamente, não se sabe que narrativa da qual os fatos foram coletados por "pessoas cujo julgamento era confiável" Tsiolkovsky tinha em mente. O cientista não a especificou. Mas a frase em si mesma é bastante significativa, sugerindo que tais fatos existiram mesmo em seus dias, os quais as pessoas coletaram e tentaram analisar há mais de um século! E que tal a situação agora? É sabido que vinte anos atrás grupos de pesquisadores em todo o mundo coletaram cerca de duzentos e cinqüenta mil histórias sobre objetos voadores, contos de fenômenos não ortodoxos e de contatos entre humanos e seres extraterrestres, referidos como humanóides. Se tudo isto foi falsificação ou alucinação, isto poderia sugerir que o mundo está cheio de lunáticos, não é mesmo? Poderiam aquelas histórias ser estudadas com maior cuidado?
Aqui está o que Tsiolkovsky escreveu em 1928 em sua obra "O Futuro do Universo. Forças Inteligentes Desconhecidas":
"Uma massa de inexplicáveis fenômenos tem sido registrado na história e na literatura. A maioria deles pode ser, sem dúvida, classificados como alucinações e outras ilusões, mas isto se aplica a todos os fenômenos? Agora que a possibilidade de viagens interplanetárias foi comprovada, o homem poderia mostrar maior consideração por tal fenômeno "incompreensível". Eu acredito que alguns destes fenômenos não são ilusões, mas a prova real da presença de forças do espaço inteligentes e desconhecidas".Tsiolkovsky classificou como tais, fenômenos, em particular, imagens de uma figura geométrica e um homem o qual foi observado no céu na primavera de 1886, e a palavra "ChAU", a qual foi soletrada em caracteres cirílicos, no horizonte, durante o entardecer de 31 de maio de 1928. Então, Tsiolkovsky observou ele mesmo o que é conhecido como um fenômeno anômalo.

Isto tudo mostra que este fenômeno obscuro existe de fato. Contudo, pesquisadores tem encontrado evidências de possíveis contatos entre humanos e não humanos no distante passado. Serei bastante ousado para dizer que em nossos dias, também, centenas de pessoas tem visto objetos os quais chamarei de ALO (astra-levitating objects - objetos astro-levitantes - ou objetos voadores das estrelas, no céu).Os relatos das testemunhas oculares, de tais fenômenos, são bastante numerosos e bem documentados.
Um grupo de entusiastas do Ocidente até criou uma organização internacional para coordenar os estudos de UFOS - a ICUFON (Intercontinental UFO Galactic Space-craft Research and Analitic Network).Por exemplo, um dos mais recentes relatos de avistamento veio de Moçambique. Em 11 de fevereiro de 1988, centenas de pessoas na cidade de Beira testemunharam o vôo de um ALO.

O objeto apareceu no céu aproximadamente às três horas da tarde, hora local, pairando sobre a cidade. Os funcionários de uma estação meteorológica local disseram que o objeto, que parecia um pára-quedas e tinha duas luzes poderosas, permaneceu a uma altura de cerca de três quilômetros, e podia ser perfeitamente observado através de binóculos. Ele girava continuamente em volta de seu eixo. De uma curta distância, o objeto foi observado por pilotos e passageiros de um avião da Companhia Aérea Moçambicana LAM (Mozambiquean LAM Air Company), o qual, tendo decolado do aeroporto da cidade, ainda estava ganhando altitude. Somente três horas mais tarde este objeto brilhante voou em direção ao sul. Incidentalmente, este fenômeno não ortodoxo foi também observado pelos correspondentes da APN e do jornal Izvestia em Moçambique (veja-se Izvestia, 18 de fevereiro 1988).
Como podemos nós, cientistas, classificar esta multidão de fatos similares? Eles são, ou falsificações bem apresentadas, ou então histórias verdadeiras. Qualquer um é livre para interpretá-las como quiser.
É claro que seria muito mais simples rir destas histórias. Mas eu não concordo com tal abordagem.
É sabido que durante o primeiro encontro entre Mikhail Gorbachev e Ronald Reagan em Genebra, o presidente dos EUA disse que, se a terra fosse ameaçada por uma invasão extraterrestre, os Estados Unidos e a União Soviética deveriam combinar os seus esforços para repelir qualquer ataque. Isto foi só uma idéia casualmente lançada, uma hipérbole gerada para enfatizar a importância do encontro entre os líderes máximos dos dois países? Contudo, é bastante possível que o presidente Reagan não estivesse brincando, e que ele tinha sérias razões para fazer tal declaração.

Possivelmente, os esforços para decifrar a estrutura dos ALO e sua tecnologia de fabricação estão sendo feitos nos Estados Unidos, e os americanos estão trabalhando seriamente no problema do contato com mensageiros das civilizações extraterrestres. Em 1981, o dr. Colman S. von Kevietzky, diretor da acima mencionada ICUFON, um membro do Instituto Americano de Aeronáutica, Astronáutica e Aeroespaço e ex-militar, enviou ao presidente Reagan dois pacotes de material contendo provas da atividade militar dos UFOs ("discos-voadores"), e perguntou se o governo previa uma guerra fatal entre os Estados Unidos e forças galácticas. Isto traz à mente à mente o "Guerra dos Mundos" de H.G.Well, não é?! Von Kevietzky recebeu uma resposta do Assistente Presidencial para os Negócios de Segurança Nacional no Conselho de Segurança Nacional dos EUA, o major-general Robert L.Schweitzer, dizendo que o presidente estava plenamente consciente da ameaça delineada de modo tão competente no documento de Kevitzky. Logo depois, o general Schweitzer foi demitido – na opinião dos pesquisadores dos EUA, com uma desculpa esfarrapada. Parece que a razão real para a demissão foi a admissão indireta de Schweitzer do aumento de problemas ligados com contatos com UFOs nos Estados Unidos. Isto custou-lhe o seu posto.
O fato mais curioso, entretanto, foi que muito antes disto acontecer, a revista "National Enquirer" publicou extratos de declarações de representantes oficiais do Departamento de Estado dos EUA sobre uma possível ameaça representada pelos visitantes extraterrestres. Em vista do silêncio lançado sobre o problema, o dr. von Kevitzky tornou pública todas as informações acerca das atividades sobre UFOs que ele tinha, em um memorando dirigido aos governantes e às pessoas de todos os países. Um press release que circulou avisava que a perseguição de UFOs por forças militares terráqueas podia provocar uma Pearl Harbor global. O memorando dizia que, ao invés de uma disputa insana, com todo os seus arsenais nucleares e missões militares secretas dirigidas a uma guerra espacial, o homem deveria perceber que não era uma entidade isolada vivendo em um planeta isolado no Universo.
Um outro press release, emitido pelo ICUFON juntamente com o Comitê de Cidadãos Profissionais Planetários (Planetary Professionals Citizens Committee) em 1982, dizia que o tempo tinha chegado, para levantar a cortina de segredo que envolvia o problema global com UFOs. Todos os documentos disponíveis concernentes aos UFOs deveriam ser cedidos às instituições e indivíduos interessados.

Então, é para aí que o vento sopra. E, como podemos ver, não foi fortuito que o presidente dos EUA tivesse repentinamente levantado a questão sobre visitantes do espaço exterior. Este assunto era muito sério, para merecer qualquer brincadeira.Tendo completado quinze anos de pesquisas pessoais em conjunto com especialistas de vários campos, eu estou profundamente convencido da objetividade e autenticidade de muitos dados sobre ALO. Nossa pesquisa tem por base servir ao público. Coletamos um vasto corpo de informações sobre locais de presumidas aterrissagens de ALO – relatos de testemunhas, fotografias e dados de variadas análises psico-químicas nos lugares das supostas aterrissagens de ALO e de contatos de seres da terra com seres não terrestres, ajudados por detecção biológica e extensas medidas de estruturas tomadas de campos residuais induzidos pelos visitantes no chão e na atmosfera. Foi estabelecido que estes campos permanecem por cerca de sete a nove anos.

Além disso, nós interrogamos rigorosamente aqueles que afirmam ter tido contato com não-terrestres. O interrogatório foi feito sob hipnose (hipnoteste), e as conversações foram gravadas. No nosso modo de pensar, esta é a melhor maneira possível para estabelecer a autenticidade da história de contato, e reconstruir fatos esquecidos e especificar detalhes. De doze contatados, quatro foram interrogados usando este método.

O caso mais inacreditável de contato foi um encontro do motorista V.P.B. com extraterrestres perto da vila de Polushino, no distrito Mozhaisk da região de Moscou. O encontro, afirmou, teve lugar a 28 de julho de 1980. Os visitantes estudaram o contatado usando uma faixa em anel colocada em sua cabeça e conectada por cabos a um painel. Então eles conversaram com ele. Finalmente, disseram-lhe que ele devia esquecer o encontro. E, de fato, ele somente lembrou-o em seguida um período de grande stress. Um estudo detalhado de um mapa descrito pelo contatado, o qual ele tinha visto sobre o painel a bordo do veículo extraterrestre, e que consistia de nove estrelas que formavam uma figura em forma de pata, levou-nos a concluir que este ALO em particular tinha vindo da constelação (somente vista no hemisfério sul) de Vela (Veleiro).

Eu percebi que qualquer leitor sensato pode ser persuadido que todas estas histórias são uma mera paródia. Uma outra surpresa é a abundância de provas de encontros com ALOs e ALOnautas. Tal profusão de fatos tem explicação dupla: ou os terráqueos são susceptíveis a uma psicose coletiva, ou uma civilização extraterrestre está estudando nosso planeta. Não há outra possibilidade.

Deixem-nos retornar agora às visões de nosso grande sonhador, cujos trabalhos ainda são tão pouco conhecidos. Em muitos de seus escritos, Tsiolkovsky tenta convencer seus leitores de que a vida existe em outros planetas, de que o espaço exterior é povoado por seres altamente inteligentes e predominantemente por civilizações altamente desenvolvidas. Em seu "Ética Científica", ele escreveu: "Desde que a vida apareceu na terra, por que não poderia ela ter aparecido em bilhões de outros planetas que tenham as mesmas condições do nosso? A presença da vida no universo é um fato incontestável. Assumir que, fora o homem, o universo é sem vida e não povoado por que não podemos vê-la, é uma ilusão total". De acordo com Tsiolkovsky, quando a civilização se espalha de uma área do espaço para outro, ela "cria uma larga variedade de seres perfeitos – capazes de viver em diferentes atmosferas, em diferentes gravidades, em diferentes planetas, em vácuos ou gás rarefeito, vivendo de comida ou sem comida – exclusivamente sob os raios do sol, seres resistentes ao frio e às abruptas e consideráveis variações de temperatura".

Mas surge uma questão, por que os representantes das civilizações falharam até hoje em se apresentar de forma clara à humanidade? Como que antecipando esta questão, em 1933 Tsiolkovsky escreveu em uma carta para o estudante A. Yudin, de Tomsk: "Os esforços dos seres elevados em nos ajudar são uma possibilidade, porque eles continuam a fazê-lo até hoje. Nós, o povo, não tentamos convencer os animais de que eles são irracionais. A distância entre nós e os seres perfeitos é dificilmente inferior".

Mas, se concedemos que as pessoas possam encontrar sondas e ALOnautas, deveríamos pensar em fazer os preparativos para tais contatos. A importância de tal disposição psicológica vai além dos limites da cosmonáutica em si. O homem deve formar uma idéia clara do que ele deseja dos possíveis contatos com civilizações extraterrestres. Talvez em vista de tais contatos ele pelo menos cessaria de silenciar o problema e conversasse sobre ele abertamente?

Está claro que o problema da procura por contatos com civilizações extraterrestres deve ir além do campo das especulações puramente acadêmicas para o campo da pesquisa científica e das ações não limitadas à rádio-astronomia. Parece que a procura e o estudo emergente de ALOs e o "presumido" contato com representantes de outros mundos mudaria de uma ocupação semi-legal e voluntária para séria pesquisa por equipes, as quais, de maneira mais importante atacariam não os relatos de testemunhas para poder desmenti-las, mas procurariam por provas de tais contatos. Metodologicamente, tal abordagem seria mais gratificante. O único modo de resolver este problema é pelo uso de métodos integrais e valendo-se das realizações dos vários ramos da ciência - natural, engenharia e social. Isto requer laboratórios preparados com equipamentos especiais para a pesquisa, confirmando, e analisando meticulosamente os "contatos". Isto poderia ser feito apenas cessando de fazer deste problema um objeto de especulação, ficção científica, cadeia e mistificação, de modo que a ciência pudesse, com toda confiança, incluir em seu âmbito suas descobertas.

Incidentemente, poderia ser lembrado que Tsiolkovsky era contra qualquer limitação da esfera de pesquisa científica. Falando com seu amigo Alexander Chizhevsky, um dos fundadores da cosmobiologia, ele fez indignadas observações sobre pessoas que consideravam científico apenas o que pudessem "segurar em suas mãos", excluindo os fenômenos obscuros da esfera da ciência:
"O homem ainda está para estudar todo o universo, um lugar no qual abundam fenômenos desconhecidos e simplesmente obscuros. E ele ainda vem colocar tapumes entre o possível e o impossível! Estude-o, mas não ouse tocá-lo!".Este é um resumo absolutamente correto da questão! A história da formação de muitas disciplinas científicas, incluindo-se a cosmonáutica, mostra que as idéias não ortodoxas não são aceitas, de início. A pesquisa ligada à questão dos ALOs está presentemente em um estágio embrionário. De fato, ela é rejeitada como um absurdo porque "contradiz a ciência".

E como seria bom se a pesquisa científica por civilizações extraterrestres fosse sempre motivada pelas palavras de outro pioneiro da cosmonáutica soviética, Friedrich Tsander:

Quem, fixando o seu olhar no céu em uma clara noite de outono, ao ver o brilho das estrelas, não pensou que os planetas distantes sejam habitados por seres inteligentes como nós, mas talvez culturalmente milhares de anos à nossa frente? Incontáveis valores culturais ficariam à disposição da Terra, e multiplicariam o tesouro da ciência se o homem pudesse se transportar para lá. Os gastos neste grande esquema seriam negligenciáveis, em comparação ao que o homem costuma esbanjar!".

Crédito do texto:Mark Milchiker/ http://www.umanovaera.com
Este texto não possui Copyright. Entretanto, são reservados os direitos sobre a tradução.
(Texto traduzido por LGA).

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Universo holográfico

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26/06/2009 - 23h:01

Site Ino.tecnolog.
Há sete anos, os cientistas do experimento GEO600, instalado na Alemanha, vêm procurando por ondas gravitacionais. Eles ainda não encontraram nenhuma, mas podem ter feito, por acaso, uma das maiores descobertas da física nos últimos 50 anos.As ondas gravitacionais, previstas por Einstein, são oscilações no tecido do espaço-tempo causadas por objetos astronômicos superdensos, como estrelas de nêutrons ou buracos negros.

Convulsões quânticas:
Nessa busca, os cientistas do GEO600 depararam-se com um efeito inexplicável: uma espécie de ruído captado continuamente pelo seu gigantesco detector, que mergulha a cerca de 600 metros de profundidade terra adentro.Agora, Craig Hogan e seus colegas acreditam ter encontrado a explicação para esse ruído. "Parece que o GEO600 está sendo atingido pelas convulsões quânticas microscópicas do espaço-tempo," diz ele.Segundo os pesquisadores, eles podem ter se deparado com os limites fundamentais do espaço-tempo - o ponto onde o espaço-tempo deixa de se comportar como o suave contínuo descrito por Einstein, e se transforma em "grânulos", da mesma forma que uma foto em um jornal se dissolve em pontos de tinta à medida que se faz um zoom sobre ela.

Holograma cósmico:
"Se o resultado do GEO600 é o que nós suspeitamos que seja, então nós estamos todos vivendo em um gigantesco holograma cósmico," diz Hogan.A ideia de que vivemos em um holograma pode parecer absurda inicialmente, mas ela é uma extensão natural das atuais teorias sobre os buracos negros e dos nossos melhores entendimentos sobre a estrutura do cosmos.Ou seja, ela está de acordo com as teorias da física aceitas por virtualmente toda a comunidade científica. Na verdade, essa ideia de um universo holográfico foi sugerida ainda nos anos 1990, por Leonard Susskind e Gerard't Hooft.

Evaporação dos buracos negros:
Nos anos 1970, Stephen Hawking demonstrou que os buracos negros não eram realmente negros, podendo emitir uma radiação que, ao longo de eras, poderia fazê-los evaporar inteiramente e desaparecer.O problema é que a radiação de Hawking não carregaria nenhuma informação sobre o buraco negro e, quando ele finalmente evaporasse por inteiro, toda a informação sobre a estrela que colapsou para formá-lo estaria irremediavelmente perdida.Isso contraria o princípio largamente aceito de que a informação nunca pode ser destruída.Jacob Bekenstein logo propôs uma solução para esse paradoxo da informação dos buracos negros. Segundo ele, a entropia do buraco negro - que pode ser entendida como o conteúdo de informações do buraco negro - é proporcional à área superficial do seu horizonte de eventos, uma espécie de fronteira imaginária, além da qual nada escapa à gravidade do buraco negro.

Universo holográfico:
Trabalhos teóricos posteriores demonstraram que ondas quânticas microscópicas poderiam codificar as informações do interior do buraco negro na superfície bidimensional de seu horizonte de eventos.
Estava então aberto o caminho para a ideia de um universo holográfico, uma vez que toda a informação tridimensional da estrela precursora do buraco negro poderia estar registrada em uma espécie de holograma 2D.Para propor um universo holográfico, Leonard Susskind e Gerard't Hooft estenderam esse princípio para todo o Universo.Desta forma, toda a informação contida no Universo, inclusive os raciocínios que você está desenvolvendo ao ler esta matéria, estariam codificadas bidimensionalmente na esfera imaginária que circunda nosso Universo.Exatamente como o holograma encontrado no seu cartão de crédito, podendo mostrar a informação tridimensional completa - seus raciocínios, inclusive - a partir de um desenho 2D.

Interpretações:
Para que a teoria seja verdadeira, a esfera imaginária que representa a fronteira final do nosso Universo deve conter uma espécie de "pixels cósmicos," pequenos quadrados, cada um dos quais contendo um bit de informação.São esses pixels cósmicos que Hogan acredita que o experimento GEO600 está registrando. É importante perceber que o cientista não afirma que o ruído seja uma "evidência" de que vivamos em um Universo holográfico. O ruído pode ser só ruído mesmo, de uma fonte interna do experimento ainda não localizada.O que Hogan afirma com todas as letras é: a proposta de um Universo holográfico está de acordo com todas as atuais teorias da física e o ruído captado pelo GEO600 faz sentido como uma explicação dos bits de informação bidimensional gravados na esfera imaginária que nos envolve.Ao final, olhar para os dados com outra perspectiva pode ser uma mera questão de mudar o holograma de posição e passar a ver outra imagem.
Crédito:Redação do Site Inovação Tecnológica

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O Caso Salyut-6: Astronautas russos tiveram uma incrível experiência

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19/06/2009 - 21h:05

NASA
Um dos mais interessantes registros de contato imediato ocorreu em órbita terrestre e envolveu os tripulantes da estação espacial russa Salyut. Os cosmonautas russos Viktor Savinikh e Vladimir Kovalyonok tiveram, durante dois dias, a companhia de um objeto esférico, tripulado por três seres humanóides.
O contato ocorreu entre os dias 14 e 16 de maio de 1981, quando o cosmonauta Kovalionok exercitava-se em um aparelho de ginástica para evitar deterioração dos músculos em ambiente de microgravidade. Ao olhar pela vigia da cápsula o astronauta percebeu pela primeira vez o estranho objeto. Os cosmonautas filmaram o estranho objeto por quase uma hora. “Eu fiz apenas alguns exercícios de ginástica, quando eu vi na frente de mim, através de uma janela, de um objeto que eu não poderia explicar… Eu vi o este objeto e então algo aconteceu eu não poderia explicar, algo impossível de acordo com as leis da física”. Declarou Kovalionok.
O relato logo virou notícia em todo o mundo. No Brasil, a extinta Revista Manchete publicou o caso. Segundo a matéria, os dois astronautas estavam trabalhando em suas experiências científicas, após 75 dias de permanência no cosmo, quando Kovalyonok observou um objeto esférico, surgindo de repente a uma distância de mais ou menos 1.000 m, e alertou Savinikh. Ficaram algum tempo observando através de duas portinholas separadas. Kovalyonok apanhou uma câmara e rodou os primeiros fotogramas do que acabou se tornando um filme de 45 minutos. Ele não tinha a menor explicação plausível para o que estava acontecendo. Com a ajuda de binóculos percebeu portinholas na outra nave. Percebeu que ela era perfeitamente esférica e não possuía painéis solares como os veículos terrestres.
Nas 24 horas seguintes, ao longo do dia 14 de maio de 1981, o objeto misterioso permaneceu em posição estacionária próximo à Salyut-6, sem demonstrar qualquer sinal de atividade. De repente, ao acordarem, no dia seguinte, 15 de maio, os dois astronautas viram o estranho objeto ainda mais próximo, a aproximadamente 100 metros de distância. Assim foi possível observar mais nitidamente o estranho objeto. Havia uma série de janelas ao redor do mesmo, sendo 24 ao todo, divididos em três níveis. Foi possível observar dentro do objeto três tripulantes que vestiam uma espécie de uniforme justo, colado ao corpo. Eles usavam capacetes leves, semelhantes à capuzes apertados sobre a cabeça deixando o rosto parcialmente coberto. Entretanto foi possível observar um rosto de aspecto humano, sobrancelhas compridas e grossas, narizes retos, grandes olhos azuis, com um tamanho bem maior do que o padrão terrestre. Não demonstravam emoção.
Neste mesmo dia, Kovalyonok solicitou permissão ao Controle em Terra para iniciar um contato efetivo com os estranhos seres. O Controle determinou que não fizessem contato físico, apenas visual. Em dado momento objeto aproximou-se ainda mais, chegando a aproximadamente 30 metros da cápsula. Seus deslocamentos eram precisos mas não se percebia uma forma de propulsão empregada pelo objeto. Desta distância os astronautas perceberam que os estranhos seres executavam movimentos rígidos, como se fossem artificiais.
Em seguida os cosmonautas abriram um mapa celeste e posicionaram em uma das janelas da cápsula. Em seguida os estranhos seres fizeram o mesmo. Na seqüência os russos fizeram um sinal de positivo recebendo o mesmo sinal por parte do tripulantes do objeto. Logo em seguida o estranho objeto acelerou rapidamente se afastando da cápsula reaparecendo na órbita seguinte, pouco depois. Durante todo o contato o estranho objeto afastou-se em seis ocasiões retornando pouco depois.
Kovalyonok, com o auxílio de uma lanterna, enviou, através de Código Morse, uma mensagem, primeiro em russo, depois em inglês com o seguinte conteúdo: "Cosmonautas soviéticos saúdas visitantes à Terra. Vocês estão recebendo?". Não houve nenhuma resposta. Em seguida ele tentou enviar um sinal matemático recebendo um sinal luminoso como resposta. Mais tarde esta mensagem luminosa foi decifrada e descobriu-se que era um logaritmo neperiano usado por Kovalyonok em suas pesquisas na cápsula.
No ultimo dia do contato, os tripulantes saíram do objeto e aproximaram-se da cápsula dos cosmonautas. Os cosmonautas estimaram que os seres tinham aproximadamente 2 metros de altura e seu traje semelhante entre os três. Eles pediram permissão ao Controle em Terra para sair da cápsula e ir ao encontro dos seres, mas a saída foi negada. Após isso os seres voltaram ao objeto e partiram definitivamente. Após a partida definitiva do objeto os cosmonautas sentiram o que definiram como "estranha saudade".
Alguns dias depois os cosmonautas retornaram à Terra, sendo submetidos à exames de rotina. Já restabelecidos foram convocados para uma reunião extraordinária em 18 de junho de 1981. Estavam presentes autoridades soviéticas, tanto administrativas quanto militares, além de cientistas de diversas áreas. Seu moderador foi o próprio chefe do programa espacial soviético, General Georgi Timofeevict Beregovoy. A reunião ocorreu sob forte esquema de segurança onde não foram permitidos registros de qualquer espécie. Gravadores e máquinas fotográficas foram deixados na entrada do auditório.
O encontro começou as 5 da tarde e durou aproximadamente duas horas. Após uma breve introdução do general Beregovoy, todos viram o vídeo obtido durante a missão. Segundo o ufólogo Alexander Kasantsev, “o filme está bem guardado nos porões de aço, embaixo da Cidade das Estrelas”.
Depois da reunião de 18 de junho, o governo russo não se pronuncia sobre o evento envolvendo a Salyut-6. O vídeo e as conclusões da investigação oficial do governo permanecem longe do conhecimento público. Os próprios cosmonautas, embora já tenham feito inúmeras declarações confirmando os fatos, são reticentes de dar entrevistas sobre o assunto.
Quando a missão finalmente chegou ao fim, os cosmonautas foram substituídos por outros cosmonautas russos. Todos posaram para a famosa fotografia de troca de tripulação. Nesta fotografia é possível observar um desenho preso na parede da cápsula. Através da técnica de projeção do desenho percebe-se que é um rosto aparentemente humano, mas com traços bem mais sutis que correspondem à descrição efetuada pelos astronautas.
Créditos: Equipe CIPEX/Por Aleksander Lima
Texto extraído do site http://www.fenomenum.com.br

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Experiência Mandacaru: Abordagem em campo como instrumento de coleta

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12/06/2009 - 21h:07

www.upupi.com.br
Que todos vejam o novo trabalho da UPUPI. O presente texto é a síntese de nossas últimas pesquisas. leiam, comentem, participem.
Clique aqui e tenha acesso a página: Experiência Mandacaru: Abordagem em campo como instrumento de coleta "

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Filme de um suposto ovni nos EUA

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09/06/2009 - 21h:09


Veja esta interessante filmagem de um ovni feita por Carlos Crescione em Orlando,Flórida(EUA). A câmera usada foi uma JVC GZ-MS100. O registro indica uma forma não convencional se deslocando naquele espaço. A princípio não é possível determina sua origem.
Colocado por FLávio Tobler,membro da UPUPI.

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francisco - 09.06.2009 - 23:26

Trata-se de foo figther, conheço um vídeo de suposto foo figther em The. Os foo fithers voam bem perto das casas, o caso de Capão Redondo é brabo, o daqui tb é interessante...

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Alta Tensão em Mandacaru-MA/Parte 11

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30/05/2009 - 20h:51


O grupo UPUPI disponibiliza novo vídeo referente ao povoado de Mandacaru-MA. Aspectos diferenciados são abordados no filme. Como fenômenos estranhos na localidade e diferentes interpretações de seus moradores para as ocorrências ufológicas na região. Confira!
Colocado por Flávio Tobler,membro da upupi

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“Terapia ufológica”: Bem ou mal a ufologia?...

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19/05/2009 - 19h:27

CD max
Por Flávio Tobler*

Algumas definições encontradas na internet empregam o termo terapia como o tratamento de doenças ou desordens do corpo; psicoterapia; ato, hobby, tarefa ou programa que alivia a tensão. A palavra vem do grego: θεραπεία - "servir a deus". Também como Tratamento cuja finalidade é curar ou aliviar um estado deteriorado, para que o funcionamento normal do organismo se restabeleça. A principio muitos estarão pensando porque o autor está usando esse termo dentro da ufologia. No decorrer destas linhas o próprio leitor aceitará ou questionará meus pensamentos e reflexões sobre esse tema desafiador e que tem provocado o questionamento da nossa sociedade a mais de meio século(1947).

O verdadeiro pesquisador de ufologia, tem como principio básico(muitas vezes ele nem sabe), a constante auto-avaliação de sua trajetória de investigação e teorização do fenômeno ufo. Muitos que se intitulam como ufólogos nem ao menos se perguntaram sobre a sua produtividade dentro da investigação, e acreditam que esse termo se encaixa no seu perfil. Imaginam que é através do acesso a inúmeros sites de ufologia, compra de livros e vídeos que os tornarão mais experientes no assunto. Outros participam em salas de bate-papo e incontáveis grupos fazem vigílias na esperança de verem “naves baixarem”, e finalmente terem as respostas para seus questionamentos. O que tento definir aqui, ou melhor, fazer um panorama da ufologia na atualidade. Os recursos utilizados pela mídia e tecnologia contribuíram muito, mais em contra-partida mantem estagnada uma parte da sociedade que visa obter respostas mais aproximadas sobre estas incríveis manifestações em todo o mundo.

Sabemos da importância dos encontros, simpósios,congressos e palestras que trazem “novas roupagens” do fenômeno ufo. Abordando possíveis explicações diferenciadas para o tema. Muitas mantem coerência e credibilidade no que abordam, já outras chegam ao absurdo. Tornando suas afirmações aproximadas dos sonhos e fantasias. Mais esse constante exercício entre plateia,ufólogos,curiosos e simpatizantes fará bem ou mal a ufologia?...

O lado bom disso tudo é que um conjunto cada vez maior de pessoas interessadas no assunto estão tendo acesso, seja pela internet,lendo artigos ou assistindo documentários e vídeos de credibilidade. Os constantes temas abordados dentro da ufologia abre um leque de pensamentos que antes não eram questionados ou simplesmente passados desapercebidos. Os avanços tecnológicos permitiram uma investigação mais minuciosa nos vestígios deixados pelos supostos engenhos não-terrestres. Praticamente em todo o planeta há relatos dessas aparições. As pessoas que tem nas mãos um meio de comunicação, trocam suas experiencias ou simplesmente fazem sua parte. Deixando o seu relato ou registro para que outros vejam. A própria mídia com um poder mais atuante se encarrega do resto. E rapidamente fatos inusitados chegam aos incontáveis lares do nosso planeta.

Nem sempre com todo esse avanço da cibernética, mundo globalizado,descobertas astronômicas e mentalidade diferenciada sobre os ufos, trazem benefícios. O lado ruim dessa “terapia ufológica”, é que como o termo definido no inicio desse texto, quem será(ão) o(s) “terapeuta(s)” e o(s) “paciente(s)”. Ou ambos estarão num constante exercício de funcionalidade equilibrada. A produtividade dos Pesquisadores em ufologia é primordial para o avanço do tema, mais os constantes relatos das testemunhas é que alimentam novas interpretações do fenômeno. Os falsos vídeos e depoimentos é um golpe devastador, tornando o delicado assunto muitas vezes motivo de deboche e ridicularização. Outro fator negativo é o condicionamento de muitos aceitarem estudos alheios como “donos” da verdade. É preciso sair do ostracismo e das navegações de internet recheadas com pipocas,pizza e refrigerantes, e partir para o campo. Atuando nas cidades, zonas urbanas e interioranas.E até revendo antigos textos bibliográficos. A humanidade precisa questionar, mais também produzir. Superando as deficiências, e vendo que as respostas estarão num conjunto de idéias levantadas por muitos que ultrapassaram as primeiras “quedas”. Os preconceitos fizeram parte do caminho, mas a estrada que antes não tinha acesso, continua a ser construída passo a passo. Mesmo numa constante e aparente escuridão, acreditamos que o amanhecer não tarda. E no romper dos primeiros raios olhando para trás, visualizaremos a dimensão da nossa caminhada planetária.

*Flávio Tobler é membro da UPUPI. Ensaio escrito em 16 de maio de 2009.

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Encantos, magia e ovnis em Saco do Juazeiro

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10/05/2009 - 10h:32

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Saco do Juazeiro no município de São Miguel do Tapuio. uma região de encantos , magia e relatos ufológicos. Vale apena conferir! Por Flávio Tobler,membro da UPUPI

Clique aqui: São Miguel do Tapuio:Encantos,magia e ovnis em Saco do Juazeiro"

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Vídeo fantástico e caseiro

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01/05/2009 - 20h:15


Fazendo minhas pesquisas atraves da net no YOU TUBE, pude notar que realmente vocês poderão ver com claresa e tomar suas conclusões de que sempre é bom estar andando com uma camera no bolso. Pois é vejam este video fabuloso(mensagem e link enviado por Ubirajara).

Colocado por Flávio Tobler,membro da UPUPI

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Alta Tensão em Mandacaru-MA/Parte 10

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26/04/2009 - 11h:37


A UPUPI continua mostrando as pesquisas realizadas naquele povoado maranhense. Os temas abordados começam a ganhar reflexões mais profundas sobre a fenomenologia ufológica da região. Vela apena conferir. Assista o filme!
Colocado por Flávio Tobler,membro da UPUPI.

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