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Atirador pediu autorização para acertar suspeito na abertura da Copa

Atirador pediu autorização para acertar suspeito na abertura da Copa

Atirador pediu autorização para acertar suspeito na abertura da Copa
Atirador pediu autorização para acertar suspeito na abertura da Copa | arquivo internet

Um atirador da Polícia Civil chegou a pedir permissão para abater um suspeito durante a realização da partida de abertura da Copa em São Paulo, em 12 de julho.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o homem que levantou suspeitas para o atirador era um policial militar que estava em local não permitido: perto da tribuna onde estavam a presidente Dilma Rousseff e outras autoridades.

?A Secretaria da Segurança Pública esclarece que, no episódio em questão, houve um erro de comunicação que foi rapidamente sanado, sem maiores consequências?, informou a pasta em nota.

A autorização para fazer o disparo foi negada após checagem da identidade do suspeito. O policial foi retirado da área das tribunas, onde não deveria estar. As suspeitas ocorreram durante o segundo tempo da partida. A falha no sistema de segurança foi revelada na edição desta sexta-feira (27) pelo jornal ?Folha de S. Paulo?.

O ministro do Esporte comentou o episódio nesta manhã. ?Esse tipo de episódio não é de dar opinião. A segurança esclareceu que um atirador de elite flagrou, em área proibida, a presença de alguém portando arma e um colete de grupo de elite da polícia militar?, esclareceu.

?Como essa área dava acesso às autoridades presentes, o atirador da polícia civil pediu permissão, autorização, para alvejar o suspeito. Essa autorização foi submetida a quem tem a atribuição de conceder, e ela foi negada, para averiguação e identificou-se que quem estava na área era um policial militar retirado de lá posteriormente?, afirmou o ministro.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que o incidente não teve maiores consequências. ?Durante uma operação de segurança, você tem muitas situações que acontecem e ficam em um âmbito interno. Essa [episódio do atirador] foi uma questão que ocorreu dentro de todos os protocolos?, disse.

?Eu acompanhei junto com o Secretário, no Centro de Comando e Controle. Isso foi resolvido dentro dos protocolos e nem chegou para nós. Não houve consulta ao Centro de Comando de Controle. Quem conhece segurança pública sabe que você tem ?n? situações que acontecem que, se separadas do contexto, parece que tem uma dimensão muito maior do que tem?, afirmou Cardozo.

Mala e suspeitas sobre segurança

De acordo com policiais ouvidos pelo G1, a confusão envolveu policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar e do Grupo Especial de Resgate (GER) da Polícia Civil. Dois homens do GER teriam sido autorizados pelo Exército a se posicionar em um ponto no alto do estádio para monitorar a movimentação.

Dentro do estádio, havia 15 homens do Gate da PM que faziam inspeções de segurança. Durante o segundo tempo, uma mala encontrada dentro da área restrita teria levado policiais a se deslocar em busca de supostas ameças.

Ainda segundo fonte ligadas ao esquema de segurança ouvidas pelo G1, foi neste momento em que o policial militar teria sido visto em uma área perto das tribunas e despertado a atenção do agente do GER que estava no alto do estádio. O pedido de autorização para atirar contra o suposto invasor da área foi negado após checagem do comando da operação.


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