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Coreia do Norte desloca míssil para costa leste

Coreia do Norte desloca míssil para costa leste

Coreia do Norte desloca míssil para costa leste
Coreia do Norte desloca míssil para costa leste | arquivo internet

A Coreia do Norte movimentou em direção a sua costa oriental o que parece ser um míssil Musudan, com alcance de 4.000 quilômetros, informaram nesta quinta-feira (4) fontes do governo sul-coreano.

"As autoridades de inteligência da Coreia do Sul e dos Estados Unidos detectaram indícios de que a Coreia do Norte movimentou um objeto que parece ser um míssil de alcance médio rumo a sua costa leste", disseram autoridades do governo à agência de notícias local "Yonhap".

O objeto teria sido levado de trem, segundo informaram funcionários de Seul à agência sul-coreana. Eles também indicaram que os analistas de inteligência da Coreia do Sul e dos Estados Unidos mantêm uma estreita vigilância e acreditam que a Coreia do Norte pode lançar o míssil Musudan em 15 de abril, aniversário do nascimento do fundador do país, Kim Il-sung.

O alcance desse míssil dá à Coreia do Norte a possibilidade de atingir a base norte-americana na ilha de Guam, no Pacífico, localizada a 3.200 quilômetros do país comunista.

A ilha foi um dos alvos que, junto com o Havaí e a costa oeste do território continental norte-americano, a Coreia do Norte ameaçou atacar na semana passada.

Nesta quarta-feira (3), o Pentágono anunciou que deslocará nas próximas semanas um sistema antimísseis para sua base em Guam, como medida de "precaução" para fortalecer sua posição de defesa contra a ameaça regional de mísseis balísticos da Coreia do Norte.

O movimento dos Estados Unidos é uma resposta ao anúncio feito horas antes peloExército Popular da Coreia do Norte, que assegurou ter aprovado um ataque "com meios nucleares" contra o país, em um novo episódio da campanha de ameaças do regime contra Seul e Washington.

Imagens de satélite divulgadas nesta quarta-feira pelo Instituto Estados Unidos-Coreia mostram que a Coreia do Norte começou a fazer obras em seu reator nuclear de Yongbyon, após ter anunciado esta semana que reiniciaria sua atividade.

A instituição, vinculada à universidade Johns Hopkins de Washington, diz em seu site que essas obras de restauração "podem estar destinadas a reiniciar a instalação", que foi paralisada em 2007 mediante um acordo assinado no marco das negociações para a desnuclearização de Pyongyang.

Além disso, assinala que as obras começaram entre meados de fevereiro e o fim de março e que o complexo de Yongbyon pode estar em funcionamento "em algumas semanas".

As imagens por satélite, feitas pela empresa DigitalGlobe em 27 de março, mostram, segundo a fundação, "escavações" que podem estar vinculadas à substituição de componentes do "circuito de refrigeração secundário", que foi paralisado pelo acordo de 2007. (Com agências internacionais)


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