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Desmentido da FGV motivou pedido de demissão, diz Decotelli

O, agora, ex-ministro da Educação Carlos Alberto Decotelli disse que a nota da Fundação Getúlio Vargas (FGV) afirmando que ele não havia sido professor da instituição motivou sua saída da pasta. O desmentido também foi determinante para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) acatasse o pedido de demissão.

A informação foi dada por Decotelli em entrevista ao jornalista William Waack, da CNN Brasil, que será exibida na noite desta terça-feira (30/6). O economista pediu demissão do Ministério da Educação nesta terça-feira, mesmo dia em que a FGV o desmentiu. A instituição informou que, ao contrário do que diz em seu currículo, o ex-ministro "atuou apenas nos cursos de educação continuada, nos programas de formação de executivos e não como professor de qualquer das escolas da Fundação". Decotelli teve a nomeação publicada no Diário Oficial da União na última quinta-feira (25/6), mas não chegou a tomar posse. A cerimônia estava marcada para esta terça-feira (30/6). Após ser anunciado como chefe do MEC, algumas inconsistências no currículo do economista foram apontadas, além do desmentido da FGV.

Inicialmente, o reitor da Universidade de Rosário, na Argentina, Franco Bartolacci, afirmou que o agora ex-ministro não possui o título de doutor pela instituição. Logo depois, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) declarou que que ele não concluiu nenhum programa de pós-doutorado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha.

Para se defender das acusações, Decotelli afirmou que cursou e foi aprovado em todas as matérias necessárias, tendo participado, inclusive da cerimônia de formatura na Universidade de Rosário.

Sobre o pós-doutourado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha, disse que “a pesquisa foi concluída” e que ele tem a comprovação de que o trabalho foi registrado em um “cartório acadêmico”.

Após as polêmicas envolvendo o currículo do ex-ministro, Bolsonaro chegou a sair em defesa de Decotelli. Através do Facebook, o presidente disse que só recebeu “mensagens de trabalho e honradez” sobre Decotelli e que ele tem “capacidade para construir uma educação inclusiva”. O presidente também afirmou que o ex-ministro estava “ciente de seu equívoco” sobre as “inadequações curriculares”.


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