Você precisa verificar a sua conta, acesse o seu e-mail

mais
URGENTE
Acidente em aeroporto de Teresina causa confusão em voôs para todo o país
Baixe o nosso APLICATIVO
ESCOLHA A LOJA ABAIXO: Google Play AppStore

Empresário preso por vender carne de cavalo como se fosse de boi

Compartilhe

Empresário preso por vender carne de cavalo como se fosse de boi tem loja fechada em SC

 

Uma loja de carnes foi fechada no município de Tubarão, no sul de Santa Catarina e seu dono foi preso. A suspeita é que o estabelecimento vendia carnes de cavalo e javali como se fossem de boi e porco, respectivamente.

A operação foi determinada pela 2ª Vara Criminal de Tubarão. O empresário foi detido e sua esposa foi impedida de exercer sua função até a finalização das investigações.

– Irmãos fazem sucesso ao abrirem o primeiro açougue vegano das Américas 

© Yuri Ferreira

Açougue colocava carne de cavalo em linguiças vendidas como bovinas

Tudo começou quando um abatedouro, também localizado em Santa Catarina, foi fechado por abater cavalos e javalis como se fossem animais de corte. Então, dois funcionários do matadouro revelaram que um de seus principais clientes era o açougue localizado em Tubarão.

“Já tínhamos recebido algumas informações de que esse estabelecimento vendia carne fraudada, mas não conseguimos provas que indicassem isso. Em agosto, quando essa dupla foi presa, ambos acabaram confirmando que a carne dos cavalos abatidos era para o açougue”, afirmou o delegado André Crisóstomo ao UOL.

– Moça entra em açougue com camisa de apoio aos animais e gera debate

Entretanto, não foi somente um depoimento que revelou a ligação do açougue com as carnes fraudados. Linguiças adquiridas no estabelecimento foram enviadas para exame pericial e foi constatada a presença de carne de cavalo e javali em alimentos que eram vendidos como carne bovina e suína. Segundo a polícia, o casal que contratou os serviços do abatedouro criminoso poderá ser indiciada receptação qualificada e crimes de ordens de consumo e, caso condenados, podem pegar de sete a 18 anos na prisão.

“Ele negou qualquer prática ilícita, dizendo que isso era algo de concorrente querendo prejudicá-lo no negócio. Pedimos a prisão dele porque ao longo da investigação, tentou comprar testemunhas. Para assegurar o andamento do processo, representamos pela prisão preventiva, decretada pela Justiça”, disse o delegado.


Tópicos
Compartilhe

veja também

Não venda minhas informações pessoais

Central do usuário

Login pelas Redes Sociais

Nunca postaremos nada em seu nome


Login por e-mail

Use sua conta cadastrada por e-mail

Não tem conta no meionorte.com?

Cadastre-se

Podcast

Selecione seus podcasts

atualizar