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Monóxido de carbono pode ter causado morte de casal em pousada de luxo, diz polícia

Monóxido de carbono pode ter causado morte de casal em pousada de luxo, diz polícia

Monóxido de carbono pode ter causado morte de casal em pousada de luxo, diz polícia
Monóxido de carbono pode ter causado morte docasal | arquivo internete

Laudo divulgado neste sábado (19) pela

Polícia Civil de Minas Gerais apontou

dosagem de monóxido de carbono acima

do limite tolerável no sangue de Gustavo

Lage Caldeira Ribeiro, 23, e Alessandra

Paolinelli de Barros, 22. O casal de namorados

foi encontrado morto na quinta-feira (17)

em um dos quartos de uma pousada de luxo

na cidade de Brumadinho, na Grande

Belo Horizonte. Os corpos foram sepultados na tarde de sexta-feira (18).

As informações divulgadas neste sábado corroboram a hipótese de morte por intoxicação e afastam outras motivações, como assassinato seguido de suicídio. O quarto da pousada possui lareira e os jovens podem ter sido intoxicados enquanto dormiam. Na sexta-feira (18), a direção da pousada negou que o quarto possuísse lareira a gás, como familiares do casal chegaram a afirmar, dizendo que o aquecimento do aposento é a lenha. No entanto, a queima da lenha libera monóxido de carbono e o quarto com porta e janelas fechadas pode ter levado à intoxicação.

Durante os velórios, familiares dos jovens foram enfáticos ao afirmar que não havia qualquer motivo para um crime de origem passional. Gustavo e Alessandra se hospedaram na pousada na terça-feira (15) para comemorar um ano de namoro. Desde a noite daquele dia, parentes e amigos não tiveram mais notícias do casal. Depois de acionada, a polícia obteve informações de que os jovens estavam na pousada e encontram os corpos na manhã de quinta-feira (17).

O rapaz estava nu e a moça usava roupas íntimas. Os peritos não encontraram nenhum sinal de violência nos corpos nem indícios de que outras pessoas estiveram no quarto. Apenas duas taças de vinho encontradas no aposento levantaram a suspeita de envenenamento, mas o exame divulgado neste sábado (19) mostra que as mortes podem ser consequência de intoxicação por monóxido de carbono.

De acordo com nota divulgada pela Polícia Civil, ?o resultado indicou a presença de carboxihemoglobina na concentração de 62% em Alessandra e de 68% em Gustavo. A exposição, por mais de uma hora, a níveis acima de 60%, de acordo com a perícia, leva a morte rápida?. Exames toxicológicos complementares ainda estão sendo feitos. Outra providência determinada para esclarecer o caso é o resultado da perícia feita no local.


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