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Precisamos falar sobre o Diego Ribas

Por Denis Constantino

Símbolo da diretoria que iniciou esse processo de reformulação financeira do Flamengo, o meia Diego foi pego muitas vezes como bode expiatório de uma torcida que estava sedenta por títulos. Nas redes sociais, os torcedores achincalhavam o jogador dizendo que ele se escondia nas decisões, que não era decisivo. Chego até a concordar que, em alguns momentos, ele teve atuações bem abaixo do que se esperava. No entanto, foi na partida mais importante do Flamengo nos últimos anos, que ele teve a condição de se redimir.

Antes de tudo, é preciso voltar ao passado. Desde o momento em que Diego sofreu a lesão naquele fatídico jogo contra o Emelec, ele já era considerado para muitos como um ex-jogador. O prognóstico era para 2020, ano em que termina seu contrato com o Flamengo. Lesões como a que ele sofreu, dificilmente o atleta voltaria a atuar no mesmo nível que antes. É aí que o profissionalismo falou mais alto e foi fundamental para a volta por cima do camisa 10. Os médicos previam seis meses de molho que acabaram se tornando três, com o apoio do avançado departamento médico do Flamengo.

No jogo, assim que o JJ chamou o Diego, eu disse: "Hoje o Mister tá ficando louco!". Eu esqueci por um momento que o cara é estrategista. O técnico do Flamengo entendeu o que o Gallardo fez, colocando o Pratto no jogo, e que a intenção era segurar a bola para a chegada do time de trás, o Mister percebeu que precisava ser por baixo, já que o time argentino tinha ficado "pesado" na partida. Se ficou pesado, sobra espaço para o Diego carregar a bola. Dito e feito. Foi dele o início do desarme que originou o primeiro gol. Nasceu nos pés dele as melhores jogadas na parte final do segundo tempo. Diego mudou os rumos da partida e conseguiu, junto com os demais jogadores, uma atuação que tirou o Flamengo da fila de 38 anos do título da Libertadores.

Em contrapartida e que serve de lição para o Mundial, a ansiedade comprometeu a atuação do Gérson, Bruno Henrique, Arão e principalmente do Felipe Luís. Não foi um título no melhor estilo Flamengo de jogar, andou longe disso. Jesus precisa aproveitar a conquista do Brasileirão para trabalhar os jogadores para essa competição, já que vai ter pela frente grandes equipes e que priorizam o formato europeu na parte tática. 

O título de sábado exterminou, de vez, o termo "cheirinho" da boca do torcedor rival. Já o Diego Ribas, ganha força para buscar uma renovação de contrato. Vai ser preciso saber também se  JJ  vai querer o camisa 10 no elenco para o próximo ano, mas, se depender da vontade do jogador, seu lugar está garantido. 

E só pra constar: Santos fez uma consulta ao jogador para saber se tem interesse em vestir a camisa alvinegra no próximo ano. A resposta inicial foi negativa. A prioridade é permanecer no Flamengo.


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