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Uma solução para os técnicos?

Por Denis Constantino

Na última sexta-feira (27), Felipe Luis trouxe à tona na coletiva que deu no Centro de Treinamento do Flamengo uma ideia que já foi bastante discutida aqui no Brasil, mas nunca acatada como na Europa. 

Ele disse:

“É triste que tantos treinadores percam o trabalho no mesmo dia. Realidade do Brasil, mas não deveria ser assim. Na Espanha há um pacto entre os treinadores que você não pode treinar mais de um clube na mesma temporada. O mercado fica mais reduzido, e o clube pensa melhor antes de demitir”.

Vimos nos últimos dias quatro técnicos demitidos em menos de 48 horas. No caso, por exemplo do Fortaleza, a informação é que a negociação com o Rogério Ceni se deu ainda com o Zé Ricardo no comando. A verdade é que os técnicos estão unidos para evitar a invasão de nomes estrangeiros por aqui, mas desunimos quando se trata de ocupar o lugar de um colega de profissão que foi mandado embora.

É preciso pressionar os dirigentes para que assumam um compromisso com o profissional que estuda, rala, batalha para ter tempo de treinar aquela determinada equipe e fazer o elenco entender sua filosofia de jogo. 

Não é fácil você ter o nome gritado de forma pejorativa na arquibancada. Oswaldo de Oliveira disse por meio de nota que o gesto obsceno que fez no final do jogo contra o Santos se deu porque um torcedor xingou sua família. Ainda tem a violência nas ruas. Quantas e quantas vezes já vimos treinador sendo ameaçado por membros de torcidas organizadas? É preciso que os membros da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tirem a bunda da confortável cadeira, quebrem um pouco a cabeça e começem a se trabalhar em uma solução para que não aconteça como a “quinta e sexta-feira negra” do futebol. Muitas demissões, poucas convicções e dinheiro jogado fora.

Que tal os técnicos também aproveitarem o momento para adotarem a mesma prática como na Europa? É o tempo. Um pacto de trabalho não seria nada mal. Creio que já ouviram por aí que a união faz a força. É tempo de profissionalizar também essa área no futebol.

Vamos recordar os acontecimentos da “quinta e sexta-feira negra” do futebol?

Cuca pede demissão e São Paulo anuncia Fernando Diniz.

Rogério Ceni é fritado pelo elenco do Cruzeiro, demitido e substituído pelo “papai” Abel Braga.

Zé Ricardo não tem tempo de esquentar o banco, é demitido do Fortaleza e Rogério Ceni assume

Oswaldo de Oliveira briga com a torcida e com o Ganso, é demitido e Fluminense procura um nome para substitui-lo. Fala-se em Zé Ricardo, já que Cuca disse que só volta no próximo ano, depois de concluir o tratamento do coração.

No bico do Corvo estão:

Rodrigo Santana no Atlético-MG, Odair Hellman no Internacional, Fábio Carille no Corinthians, Argel Fucks no CSA e Alberto Valentim no Avaí.


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