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AS NOVAS COTAS DE TV NO FUTEBOL BRASILEIRO

AS NOVAS COTAS DE TV NO FUTEBOL BRASILEIRO
| Fonte: Globo

Muito se criticou no futebol brasileiro o modelo de divisão de cotas de Tv que durou até 2018, esse baseado em cotas fixas e que não premiava o mérito. Bem, isso mudou e em 2019 entrou em vigor um modelo de divisão baseado na meritocracia, as cotas são variáveis. Teoricamente essa divisão parece diminuir as desigualdades financeiras entre os principais clubes no Brasil, mas, na prática isso não acontece.

O valor total a ser distribuído é em torno de R$ 600 milhões, dividido em três parcelas, 40% (igualitária) + 30% (de acordo com a posição no campeonato) + 30% (número de jogos transmitidos). A fatia de 40% é dividida igualitariamente para todos os clubes, outra fatia de 30% é garantida pelo desempenho ao longo da competição, e contemplará do 1º ao 16º colocado, ou seja, os times rebaixados não recebem nenhum valor referente a essa parcela, que é paga apenas no fim do campeonato. A outra parcela de 30% é dada conforme o número de jogos transmitidos na TV aberta, ou seja, isso pode variar ao longo do campeonato.

Um dos problemas é que na divisão de cotas anteriores, o valor era pago de forma integral no começo do ano, o que ajudava a aliviar o fluxo de caixa e reforçar os clubes. No novo modelo, a parcela dos 40% é paga ainda no começo do ano, porém, as outras parcelas já citadas, são recebidas apenas no 2° semestre, sendo que a fatia relacionada a desempenho, só é recebida no fim do campeonato. Muitos times não estão, e nem estavam preparados para essa nova realidade (Fluminense e Botafogo são exemplos).

O novo modelo de  distribuição de cotas de Tv no futebol brasileiro aumenta o desequilibrio financeiro entre os clubes. Fonte: ESPN/netvasco

Outro fator, e esse é decisivo para o aumento da desigualdade entre os clubes, é que as placas de publicidade e o pay per view são negociados a parte. Essa mudança, faz com que os clubes que mais arrecadam, consigam ainda mais, e a distância para Corinthians e Flamengo (Que já era enorme em relação aos clubes médios e pequenos), só vai aumentar, atingindo principalmente times médios, que no novo acordo já ganham menos. É a primeira vez no país, que foi feito um acordo à parte para os direitos internacionais e publicidade das placas.

Nesse cenário, Corinthians e Flamengo, por exemplo, podem ganhar até 10 vezes mais do que os clubes que recebem menos dinheiro, e não existe perspectiva de diminuição dessas diferenças. Na Inglaterra por exemplo, a diferença entre o time que mais recebe para o que menos recebe é de 1,6 vezes, e na Alemanha essa diferença cai para 1,28 vezes. A nova divisão de cotas vende uma ideia equivocada de equilíbrio. O futebol brasileiro caminha para um processo de monopólio das disputas nacionais e até internacionais, algo lamentável. O que resta, são os clubes que menos arrecadam, buscarem novas propostas de trabalho e estratégias para poderem se equiparar aos “gigantes financeiros” do nosso futebol.  

Curiosidade: Atualmente mais de 50 países tentam negociar a transmissão do Campeonato Brtasileiro mas, por erros administrativos e de gestão da CBF, os paíeses continuam sem transmitir os jogos.

THIAGO DE MORAIS 


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