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Pintura em aquarela tem novos talentos

Pintura em aquarela tem novos talentos

Toda pintura tem suas peculiaridades. Cada técnica realça uma determinada expressão e o artista se apropria dessas possibilidades para, com criatividade, dar asas à imaginação. É assim que surgem as grandes obras. Estar exercitando esse lado criativo é uma necessidade constante e os cursos e oficinas são essenciais para ampliar conhecimentos. Recentemente aconteceu na Universidade Federal do Piauí uma oficina de aquarela ministrada pela professora Mary Silva.

Voltada para alunos do curso de artes visuais, ela englobou alunos de artes plásticas e também futuros profissionais da moda. Aberta ainda para a comunidade em geral, a procura pelos estudantes foi tanta que se tornou necessário priorizar quem era da instituição de ensino.

As aulas aconteceram do início de outubro ao final de novembro. Tempo suficiente para explorar as potencialidades de cada aluno e descobrir que podiam ir longe a partir de uma técnica não tão simples, mas que obtém grandes resultados.

A aquarela, segundo a professora, não é uma técnica tão fácil. A tinta trabalhada possui uma pigmentação que precisa ser dissolvida da forma correta. Além de habilidade é preciso paciência. ?É todo um exercício. A textura da pigmentação não é tão homogênea e precisa você ter habilidade do artista pra atingir o objetivo, que é a transparência. Essa é a principal característica da aquarela?.

A partir da técnica, a professora lembra que foi trabalhando com a referência poética de cada um, deixando que eles revelassem a subjetividade que existia dentro deles e que é bem individual. ?Eles foram, aos poucos, descobrindo as possibilidades de uso e manuseio, ampliando esse repertório de percepção visual. A aquarela nada mais é do que o conhecimento com a técnica da delicadeza. É quando o efeito da transparência passa de fato a acontecer?, relata.

Mary lembra que durante a oficina os alunos foram experimentando outros materiais, dando novas tonalidades ao desenho, o que fez com que a aquarela ganhasse um toque bem particular, inerente a cada aluno da oficina. ?Eles foram descobrindo e experimentando outros materiais, pigmentos como café, bolinha de sabão. Sentiram a necessidade de buscar outras formas de se expressar. Esse foi o ponto central. A necessidade que tiveram de experimentar outras ferramentas que pudessem desenvolver outras possibilidades?.

Encerrada as aulas fica a sensação de que é possível ir mais longe e o resultado de todo o trabalho que foi desenvolvido poderá ser conhecido no mês de dezembro, quando acontece exposição dos desenhos na Biblioteca Carlos Castelo Branco, na Universidade Federal do Piauí. (Por Liliane Pedrosa)


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