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V Paulínia Festival de Cinema começa nesta quarta

V Paulínia Festival de Cinema começa nesta quarta

O Paulínia Festival de Cinema retoma sua posição de prestígio no país neste mês de dezembro e inicia nesta quarta-feira, 11. O V Paulínia Festival de Cinema terá uma programação enxuta, com seis longas, incluindo dois títulos na programação vespertina.

Neste ano, o Festival, que não tem mostra competitiva, homenageia os profissionais premiados nas edições anteriores. As sessões dos filmes são abertas ao público e grátis.

A programação do V Paulínia Festival de Cinema apresenta os longas: Confie em Mim, de Michel Thikhomiroff; Entre Vales, de Philippe Barcisnki; O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra; e Tatuagem, de Hilton Lacerda, que encerra o evento no sábado, dia 14. Na programação vespertina do festival há duas sessões de Uma História de Amor e Fúria, de Luiz Bolognesi - quinta e sexta às 14h , e uma exibição do filme inédito O Menino e o Mundo, de Alê Abreu - sábado, às 17h. Os dois títulos serão antecedidos por curtas dos alunos da escola de stop motion. Além da exibição de filmes, o festival terá seis mesas com personalidades do meio cinematográfico nacional e internacional (ver programação completa ao final do release). As inscrições para as mesas são gratuitas e podem ser realizadas pelo e-mail [email protected] ou uma hora antes do início de cada atividade, no próprio local.

Os atores Rita Guedes e Henri Castelli serão os mestres de cerimônia da abertura do evento. As duplas Marina Person e Bárbara Paz; Igor Rickli e Juan Alba; e Ailton Graça e Zezé Mota apresentam, respectivamente, as noites de quinta, sexta e sábado.

Também confirmaram presença no Festival, os atores Irandhir Santos (Tatuagem, Febre do Rato e Amores Roubados, série da Globo a ser exibida no início do próximo), Jesuíta Barbosa e Rodrigo Garcia (de Tatuagem), Fabiana Carla (atriz da novela Amor à Vida), Fernanda D"Umbra, Murilo Rosa, Ângelo Paes Leme, Bruno Giordano e Fernanda Machado (ambos de Confia em Mim), além dos diretores Vladimir Carvalho, Helvécio Ratton, Lucia Murat, Bruna Lombardi, Carlos Alberto Riccelli, Carlos Nader, Toni Venturi e Claudio Assis.

História do Festival

Em 2005, o então prefeito Edson Moura teve o sonho de criar uma atividade cultural que movimentasse a economia da cidade. Na ocasião, a secretária de cultura Tatiana Quintella convidou o crítico Rubens Ewald Filho para, juntos, estudarem a viabilização desse sonho. Os dois fizeram uma grande pesquisa e sugeriram a criação de um polo cinematográfico e de cultura. Foi quando o Prefeito, através da Secretaria de Cultura de Paulínia, começou uma revolução na área cultural da cidade. Foi o ano em que começou a se desenhar o Polo Cinematográfico de Paulínia, complexo de estúdios destinado a servir de palco e motor dos novos filmes brasileiros. Em 2008, nascia o I Paulínia Film Festival, um dos maiores festivais do país, janela de filmes inéditos e espaço de debates e trocas de experiências entre produtores, cineastas, atores e técnicos.

Em 2008, com o desenvolvimento do Polo e os primeiros filmes sendo rodados na cidade, era natural que a Secretaria criasse uma janela para exibir filmes rodados ali, criando um espaço para o encontro e a troca de experiências entre os agentes do Polo, produtores e diretores. Profissionais que ainda não conheciam a cidade passaram a ver nela oportunidades para seus novos projetos. Nascia o I Paulínia Festival de Cinema.

Naquele ano, o Festival consagrou o filme de terror ?Encarnação do Demônio?, de José Mojica Marins, o Zé do Caixão. Selton Mello também saiu consagrado com seu primeiro longa-metragem como diretor, ?Feliz Natal?. Darlene Glória, diva dos anos 70, levou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante. Cláudia Abreu e Ângelo Paes Leme foram premiados por sua atuação em ?Os Desafinados?, de Walter Lima Jr. Entre os documentários, o grande vencedor (pelo júri e pelo público) foi ?Simonal, Ninguém Sabe o Duro que Dei?, de Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal.

Em 2009, o segundo Paulínia Festival de Cinema teve um maior número de inscritos nas categorias longa e curta-metragem. O thriller ?Olhos Azuis?, de José Jofilly, saiu consagrado com seis prêmios, entre eles os de melhor filme, roteiro, ator coadjuvante (Irandhir Santos) e atriz coadjuvante (Cristina Lago). ?O Contador de Histórias?, comovente filme de Luiz Villaça estrelado pela portuguesa Maria de Medeiros, ficou com o Grande Prêmio do Júri. O prêmio de direção e o prêmio da crítica ficaram com o gaúcho ?Antes que o Mundo Acabe?, de Ana Luiza Azevedo. O festival ainda exibiu o drama ?Quanto Dura o Amor??, de Roberto Moreira, sobre os conflitos amorosos de jovens em São Paulo. O documentário ?Só Dez por Cento é Mentira?, ensaio livre sobre a vida do poeta Manoel de Barros, venceu o prêmio máximo da categoria.

A vez da favela

O terceiro Paulínia Festival de Cinema consagrou os cineastas das favelas do Rio com ?5x favela, agora por nós mesmos?, filme coletivo de Manaíra Carneiro, Wagner Novais, Rodrigo Felha, Cacau Amaral, Luciano Vidigal, Cadu Barcellos e Luciana Bezerra, num projeto idealizado por Cacá Diegues. O filme levou seis prêmios, entre eles os de melhor filme, roteiro e montagem. ?Bróder?, filme de Jefferson De sobre três amigos no distrito do Capão Redon do, em São Paulo, ficou com o prêmio da crítica. Marcelo Serrado e Fernanda de Freitas consagram-se melhores atores com o romance ?Malu de Bicicleta?, dirigido por Flávio Tambellini. O documentário ?Leite e Ferro?, de Claudia Priscila, foi escolhido o melhor documentário pelo júri. Mas foi um outro documentário que entusiasmou o público, levando-o a aplaudir de pé por mais de cinco minutos: ?Lixo Extraordinário?, de Lucy Walker, Karen Harley e João Jardim, depois indicado ao Oscar de melhor documentário. O filme ficou com o prêmio do público e um prêmio especial do júri.

Uma grande safra

Em 2011, o Festival Paulínia de Cinema chegou à sua quarta edição já reconhecido pelo público e pelos profissionais de cinema, reunindo alguns dos melhores filmes do ano. A abertura foi com o filme ?Corações Sujos?, adaptação de Vicente Amorim para o livro de Fernando Morais sobre os nipo-brasileiros que não acreditavam na derrota do Japão na Segunda Guerra, com Du Moscovis no elenco. A competição incluiu o filme que Selton Mello dirigiu e atuou (?O Palhaço?, com Paulo José); ?Meu País?, primeiro longa de André Ristum, estrelado por Rodrigo Santoro, Débora Falabella e Cauã Reymond; ?Onde Está a Felicidade??, comédia de Carlos Alberto Riccelli com Bruna Lombardi; ?Febre do Rato?, do pernambucano Cláudio Assis, diretor de ?Amarelo Manga?; ?Os 3?, de Nando Olival, parceiro de Fernando Meirelles no filme Domésticas; e ?Trabalhar Cansa?, de Marco Dutra e Juliana Rojas, selecionado para o Festival de Cannes.

?Febre do Rato? foi o grande vencedor do Festival, levando o prêmio de Melhor Filme. Selton Mello levou a estatueta Menina de Ouro de Melhor Diretor, por ?O Palhaço?. ?Trabalhar Cansa? ganhou o prêmio especial do Júri e ?Rock Brasília?, de Vladimir Carvalho, levou o prêmio de Melhor Documentário do Festival. O prêmio do público foi para a ficção ?Onde Está a Felicidade??, de Carlos Alberto Riccelli e ?A Margem do Xingu ? Vozes Não Consideradas? , de Damià Puig. Já a crítica premiou os filmes ?Febre do Rato? e ?Uma Longa Viagem?, documentário de Lucia Murat.


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