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Edilson Nascimento

Piada de Dihh contra a capoeira é racista e preconceituosa

Que a partir de agora todos(as) capoeiristas defendam a causa também dos negros e negras

Piada de Dihh contra a capoeira é racista e preconceituosa
Salve a Capoeira e viva a Negritude! | Google

Por Edilson Nascimento

Triste profissão essa de humorista que brinca com as particularidades das pessoas e com as coisas da vida com as quais não temos controle sobre elas. Digo isso, porque ainda repercute nas redes sociais um vídeo que mostra um show de Diego Lopes, conhecido popularmente como Dihh, no qual o mesmo menospreza cruelmente os fundamentos da Capoeira.

Pois é, foi justamente por esse motivo que esse comediante sofreu uma verdadeira avalanche de respostas, e, segundo um de seus assessores até ameaças a sua família, fato que levou o mesmo a se retratar publicamente logo que imediatamente. Iniciativa que não conseguiu apagar o erro cometido que ainda repercute negativamente contra a sua pessoa.

De outro modo uma inquietação veio a mente do Afropiauiense aqui, não fosse a questão envolvendo a Capoeira, as insinuações racistas e preconceituosas de Lopes passariam despercebidas. Isso porque ao assistir o suposto show, intitulado pelo mesmo “Sem maldade”, percebo que o exemplo ilustrado pelo comediante fala de um jogo entre dois “negões”, que segundo ele não fazem nada, apenas ameaçam, fingem que lutam em uma roda ávida por violência...

Refletindo, imaginei que piadas bem mais ofensivas em relação aos negros e negras ouvimos e convivermos diariamente horrorizados no Brasil. Agora o detalhe aí, ou a questão que intriga é que esse jovem resolveu mexer com uma manifestação social comprovadamente criada por afrodescendentes brasileiros, mas, que, porém, já adquiriu uma outra dimensão humana.

Que fique o exemplo e que a partir de agora os capoeiristas passem a defender a causa também dos negros e negras junto com os interesses gerais da “Arte Brasileira” reconhecida mundialmente como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Que o afrodescendente possa ter vez e voz não só na roda de capoeira, mas que possa ter o seu valor reconhecido como pessoas que não são violentas, muito pelo contrário, os colonizadores, dentre os vários horrores, receberam a nossa resistência como resposta, que não pretende maltratar ninguém, apenas mostrar que para ser feliz não precisamos bater, ferir o nosso semelhante. Realmente os golpes e movimentos são disfarçados apenas para mostrar o nosso poder que está escondido nas respostas que saem com sutileza e em outras formas de manifestos afros.  

Salve a Capoeira e viva a Negritude!!!




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