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Casos de tuberculose aumentam 6% em Teresina, alerta FMS

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) divulgou que foi registrado um aumento de 6% nos casos de tuberculose em 2018 em relação a 2017 e fez um  alerta para evitar que a doença continue aumentando apesar de ser curável e controlada.

Em 2018, a FMS registrou 251 casos de tuberculose contra os 237 registrados em 2017.

Com 251 casos de tuberculose registrados em 2018, a Fundação Municipal de Saúde viu a necessidade de reciclar os profissionais das equipes Estratégia Saúde da Família (ESF) quanto a suspeita, diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos casos da doença em Teresina. O treinamento começou  no auditório da Diretoria de Vigilância em Saúde da FMS.

A atualização se baseia no novo manual de orientações no controle da doença, elaborado pelo Ministério da Saúde em 2018. “O objetivo é reciclar e atualizar todas as equipes com informações, e também analisar os indicadores de controle da doença e assim rever principalmente esta parte operacional dos processos de trabalho da atenção básica”, explica Carlos Gilvan Nunes, chefe do Núcleo de Doenças Negligenciadas da FMS.

A tuberculose é uma doença que requer atenção, pois seus números têm ascendido no mundo todo. A diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba, cita trabalhos da literatura médica que já relaciona este fenômeno ao aquecimento global, que leva a um aumento de doenças infecciosas, já que as bactérias e vírus encontram a temperatura ideal para aumentar sua população. Somente em Teresina foram 251 casos registrados em 2018, contra 232 em 2017. No ano passado, três óbitos pela doença foram registrados na cidade; em 2017, foram sete.

O tratamento da tuberculose é longo, varia entre seis meses e dois anos e precisa ser continuado mesmo quando os sintomas da doença desaparecem. No entanto, uma média de 6,6% dos pacientes abandonam o tratamento antes do seu término por acharem que estão curados, o que pode abrir espaço a formas mais resistentes da bactéria causadora da doença. É neste ponto que entra o trabalho da equipe ESF, que deve monitorar todo o tratamento.

“O paciente pelo menos três vezes por semana precisa tomar dose sob supervisão. Se não puder ir à UBS, ele deve ser acompanhado pelo agente comunitário de saúde”, explica Carlos Gilvan Nunes. “Essa visita e observação constante é importante para cumprir a etapa da supervisão e diminuir principalmente as taxas de abandono a aumentar a possibilidade de cura”, afirma ele.

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, mas também pode acometer órgãos como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Cada paciente com tuberculose pulmonar que não se trata, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. Alguns fatores contribuem para a disseminação da doença, tais como a pobreza e má distribuição de renda, a AIDS, a desnutrição, as más condições sanitárias e a alta densidade populacional.


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