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Centros de Atenção Psicossocial já realizaram mais de 14 mil atendimentos

Centros de Atenção Psicossocial já realizaram mais de 14 mil atendimentos em 2021

Terça-feira, 18 de maio, é celebrado em todo o mundo o Dia da Luta Antimanicomial, que reforça o direito das pessoas com transtorno mental a viver em uma sociedade justa e igualitária e a abertura de serviços substitutivos aos hospitais psiquiátricos. Em Teresina, o atendimento em saúde mental é realizado prioritariamente pelos Centros de Atenção Psicossociais (CAPS), que em 2021 já realizaram um total de 14.415 atendimentos individuais.

A rede de saúde do município dispõe de diversos serviços para atendimento às pessoas com transtornos mentais. Os CAPS realizam atendimento de pacientes maiores de 18 anos que apresentam intenso sofrimento psíquico, que impossibilite de viver e realizar seus projetos de vida. O horário de funcionamento é de 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Possui uma equipe multiprofissional composta por psiquiatra, psicólogo, enfermeiro, terapeuta ocupacional, assistente social e uma equipe de apoio, que oferece atendimentos individuais, em grupo, oficinas terapêutica e visita domiciliar. 

Em Teresina, há ainda o Provida, ambulatório que conta com psicólogos e psiquiatras para atender pessoas com comportamento suicida. Os atendimentos com seis psicólogos e três psiquiatras acontecem de segunda a sexta, de 8h às 12h e de 14h às 18h. Para ter acesso, basta ir diretamente ao serviço.

Além desses serviços, a FMS disponibiliza ambulatórios de saúde mental, leitos de atenção psicossocial no Hospitais da Primavera, atenção básica, e a residência terapêutica, que é uma moradia destinada a cuidar de usuários com transtornos mentais, egressos de internações psiquiátricas de longa permanência, que não possuam suporte social e laços familiares e que viabilizem sua inserção social.

A gerente de Saúde Mental da FMS, Isabel Karine, ressalta ainda as iniciativas de geração de trabalho e renda instituídas em parceria com usuários e profissionais do serviço no Grupo de Geração de Trabalho e Renda (GTR), que tem como proposta reinserir pessoas com transtorno mental no mercado de trabalho. “Temos ainda o quiosque Inspirados, que funciona no shopping da cidade e que comercializa os produtos artesanais confeccionados pelos usuários dos CAPS do município”, comenta a gerente.

O Dia da Luta Antimanicomial tem por objetivo conscientizar sobre o movimento estabelecido no Brasil em 1987 para superar o hospital psiquiátrico, denunciando os abusos, maus-tratos e todas as irregularidades ocorridas nesses dispositivos. Esta mobilização é representada pela luta das pessoas com transtorno mental, de seus familiares e dos trabalhadores da Saúde Mental por um serviço de saúde digno que respeite as suas singularidades e lhes garanta a reinserção no convívio social.

“Qualquer cidadão, pessoas com transtornos mentais, têm o direito fundamental à liberdade, o direito a viver em sociedade, além do direito a receber cuidado e tratamento, sem que para isto tenham que abrir mão de seu lugar de cidadãos. Nossos serviços estão de portas abertas para atender nossos pacientes em crise e fazer atendimentos de triagem e acolhimento a todos que venham a precisar dos serviços de saúde mental da capital”, ressalta Isabel Karine, gerente de Saúde Mental da FMS.

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