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Dilma quer grandes obras para afastar crise

Dilma quer grandes obras para afastar crise

O senador Wellington Dias (PT) afirma que a crise financeira dos Estados Unidos terá repercussão na economia do Brasil. Segundo ele, por isso, a presidente Dilma Rousseff decidiu, com sua equipe econômica, apostar na realização de grandes obras para jogar dinheiro público na economia e manter o consumo interno enfrentando assim a repercussão negativa dos problemas que os Estados Unidos enfrenta com sua dívida.

Wellington Dias disse que o Brasil enfrentou bem a crise de 2009 e de 2010, amenizada em 2011. Ele lembra que na época o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, traçaram uma estratégia se foi vitoriosa, a de colocar o poder público como âncora na política de obras e de ações; direcionar instituições como o Banco do Brasil (BB), CEF (Caixa Econômica Federal), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), bancos regionais e os fundos públicos para os setores mais atingidos pela crise, garantindo o emprego.

Wellington Dias afirmou que participou de reunião, em Brasília, da equipe econômica do governo, com a presença de Guido Mantega, e a orientação da presidente Dilma Rousseff é a mesma: a tese de que é distribuindo riqueza que se faz o bolo crescer, que se faz a economia crescer e se amplia o emprego.

Falou que o Brasil enfrentou dois problemas recentemente, o cambial com a desvalorização do dólar e o controle da inflação.

?O problema da dívida dos Estados Unidos afeta o Brasil porque emitidos cerca de US$ 600 bilhões sem lastro e como se o dólar fosse sem fundos e não tivesse lastro por seu emissor, o governo norte-americano. Isso afetar o Brasil porque são mais dólares circulando no planeta e a moeda é âncora do mundo?, declarou Wellington Dias.

Ele defende que o dólar fique em mais de R$ 2 por cada US$ 1 e não mais mantendo o câmbio livre.


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