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Duas famílias disputam o mesmo cadáver no IML

Duas famílias disputam o mesmo cadáver no IML

O cadáver de Cleiton Damasceno Alves Farias, que morreu afogado na terça-feira (08) e foi encontrado nas águas do rio Poti na quinta-feira (10), na estrada do povoado Alegria, na zona Sul de Teresina, não foi liberado para sepultamento pelo IML (Instituto Médico Legal), por que duas famílias estão disputando o corpo achando que ele é seu parente que continua sem ser sepultado até essa segunda-feira (14).

A tia de Cleiton Damasceno, disse que o garoto era epilético e tinha transtornos mentais e a família soube que ele estava morto afogado por que viu na televisão o corpo. ?Nós identificamos por que ele estava com a bermuda que saiu de casa?, falou Maria de Jesus, de 58 anos.

Ela declarou que, compreensivelmente, o médico do IML não está querendo liberar o corpo para sua família por que uma mulher apareceu na sexta-feira (11) dizendo que aquele corpo que está no instituto é de seu filho.

?A mulher disse que meu sobrinho é o filho dela, por que a bermuda é a mesma. Nós compreendemos a postura do médico, que quer checar as digitais, mas esse tempo todo o corpo está sem ser sepultado e nós ficamos com essa indefinição?, pontuou.


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