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Eduardo diz que investigação sobre doleiro e governo,mas sem pré-julgamento

Eduardo diz que investigação sobre doleiro e governo,mas sem pré-julgamento

Eduardo Campos diz que preciso investigar se Alexandre Padilha indicou ex-assessor para laboratório de Youssef, mas sem fazer pré-julgamento

O pré-candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, afirmou, em Timon, cidade do Maranhão vizinha a Teresina (PI), após o Encontro Regional do PSB, realizado no Centro de Convenções, que as investigações sobre as negociações do doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato da Polícia Federal com políticos e diretores da Petrobras e Ministério da Saúde devem ser feitas.

?São investigações que precisam esclarecer fatos criminosos e delituosos quando envolve quem quer que seja. Nós estamos em uma democracia, num Estado democrático de direito para isso?, falou Eduardo Campos.

Ele falou que é preciso também apurar a informação, registrada em novo relatório da Polícia Federal, que sugere que o ex-ministro da Saúde e pré-candidato ao PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, indicou no ano passado um ex-assessor da pasta Marcus Cezar Fernandes de Moura para dirigir o laboratório Labogen, controlado por Alberto Youssef.

?Eu não quero, de maneira nenhuma, só porque estamos fazendo uma disputa, ter uma atitude que não seja de respeito à verdade ao direito de defesa aos que estão sendo acusados, mas ao mesmo tempo tenho uma atitude de solidariedade com a sociedade que paga impostos, que está vivendo sob a pressão da volta da inflação, que volta cansado do trabalho e liga a televisão e rádio e vendo aquele monte de dinheiro público sendo tratado da forma que está. Em nome dessas pessoas, eu exijo apuração. Apuração não quer dizer pré-julgamento, é direito do Ministério Público e da Polícia fazer toda a investigação e poder efetivamente ser julgado?, falou Eduardo Campos.

Em seu discurso no Maranhão, Eduardo Campos, que quer os setores que hoje apoiam a presidente Dilma Rousseff e vêm apoiando o governo do PT na oposição.

"Este é um ano muito importante para todos. É hora de mudança. Para quem não sabe, estes três últimos anos foram os que menos o pais cresceu. Os juros aumentaram. O Nordeste deixou de crescer como vinha crescendo. Eu conheço todo este Nordeste, e conheço com os pés no chão e não de cima em helicóptero. E olha que este Nordeste foi quem elegeu Dilma em 2010. Este Nordeste que não recebeu nenhuma grande obra estruturaste no Governo Dilma. Saio para esta disputa com aprovação de 90% do povo de Pernambuco, porque fiz investimentos e levei melhorias. O Brasil não pode esperar mais, quer uma opção de mudança. E é isso que eu e Marina estamos levando ao povo. Vou ser presidente da República, pela força de Deus e do povo. Respeitarei o senador Sarney, mas em meu governo, ele será oposição os quatro anos. Esse governo que está em Brasília não dá mais, esse governo que aperta os prefeitos não pode mais ficar. Não queremos que a União seja agiota para emprestar dinheiro aos prefeitos, mas sim que distribua. Eles já estão todos tremendo e eu estou é calmo. Eles já estão fazendo terrorismo dizendo que nós vamos acabar com o Bolsa Família. Mas nós vamos é ampliar os programas sociais. Mas vamos desmentir todos na televisão. Precisamos tirar aquelas raposas de Brasília e mostrar um novo modelo. Precisamos unir o Nordeste, o Sul, o Brasil todo", declarou.




































































































































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