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Encontrada na porta da casa ossada de mulher que estava desaparecida há 4 anos

Encontrada na porta da casa ossada de mulher que estava desaparecida há 4 anos

Encontrada na porta da casa ossada de mulher que estava desaparecida há quatro anos

A família da dona de casa Maria da Cruz Galvão Ribeiro, que estava desaparecida há quatro anos, encontrou na porta da residência que morava, na Vila Irmã Dulce, na quinta-feira, suas ossadas, que foram encaminhadas para exames no IML (Instituto Médico Legal).

Sua irmã, Iara Galvão Ribeiro, acusa o ex-cunhado, Francisco Klebert dos Santos pela morte de Maria da Cruz Galvão Ribeiro.

Na época do desaparecimento, em 2009, a família de Maria da Cruz acusava o marido pela morte, mas ele sempre negou mo crime e a polícia não encontrou vestígios da dona de casa.

Iara Galvão Ribeiro acusou Francisco Klebert dos Santos de agredir a irmã várias vezes e que iria matá-la e colocar dentro da fossa.

Os ossos foram encontrados em vala cavada perto da fossa.

O delegado de Homicídios, Francisco Costa, o Baretta, afirmou que ainda não é possível apontar quais são os suspeitos do crime porque ainda são necessárias provas para indiciamento dos responsáveis pelo crime.

Iara Galvão Ribeiro disse que existe um boletim de ocorrência foi por Francisco Klebert dos Santos acusando Maria da Cruz Galvão Ribeiro por abandono de lar.

"Ele se lamentava dizendo que minha irmã tinha saído de casa. Passou dois meses com a gente e era frio, muito frio. Quando ele foi chamado para ser ouvido na delegacia, quem apareceu foi a mãe dele com dois advogados e até hoje ele está sumido. O que ele fez com a minha irmã não se faz nem com um animal?, falou Iara Galvão Ribeiro.

Iara Galvão falou que registrou a possível morte no 23º Distrito Policial (DP) de Teresina e na Delegacia da Mulher.

"Eu registrei primeiro aqui no 23º Distrito Policial (DP), depois registrei na Delegacia da Mulher. Eu falei com a secretaria de segurança com o Paulo Nunes e fui recomendada a procurar a Delegacia Geral, fui até lá, passaram para a delegada Daniella Barros, e nem assim nada aconteceu, nós encontramos o corpo e ninguém fez nada esse tempo todo. São quatro anos, não quatro dias", disse Iara Galvão.


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