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Família se revolta com venda de túmulo em cemitério de Teresina

Família se revolta com venda de túmulo em cemitério de Teresina
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A família de Francisco Maria da Silva denunciou que a Prefeitura de Teresina autorizou que o corpo de uma pessoa morta na quarta-feira (06) fosse sepultada na manhã de quinta-feira (07) no mesmo túmulo do agricultor morto e sepultado há 19 anos no Cemitério Santa Mônica, na Grande Pedra Mole, na zona Leste de Teresina. A Delegacia do 25° Distrito Policial está investigando o crime de vilipêndio de túmulo.

A família de Francisco Maria da Silva não autorizou a reabertura da cova 4 da Seção 2ª, fila E, na Quadra 4, do Cemitério Santa Mônica, onde o lavrador foi sepultado.

A delegada do 25° DP foi até o cemitério e ordenou que fosse fechado o túmulo. Caso os  coveiros não fechassem a cova de Francisco Maria da Silva seria dada voz de prisão. Após a chegada da polícia, o outro corpo foi sepultado em uma outra cova.  

Cova de agricultor foi destruída sem consentimento da família

Luzia da Silva disse que o túmulo de seu pai, foi violado pela Prefeitura Municipal. "Percebi o desrespeito à memória de meu pai e contra minha família quando estava indo para o trabalho", contou.

Segundo ela, o túmulo estava sendo destruído quando passava na frente do cemitério a caminho do trabalho, na manhã de ontem (07).

“Eu não acreditei no que estava vendo. Flagrei homens aqui fazendo isso, destruíram a sepultura do meu pai. Tiraram os restos mortais, jogaram aqui de lado, e estavam já construindo uma espécie de muro para sepultarem outro corpo. Nós estamos aqui e não vamos deixar isso acontecer, temos toda a documentação provando que está tudo pago e regularizado. Funcionária da SDU (Superintendência de Desenvolvimento Urbano) disse que famílias não são donas dos espaços ocupados por seus parentes mortos”, reclamou Luiza da Silva. 

Funcionária da SDU Leste desdenha do caso; veja vídeo 



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