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Governo usa no Corso alta tecnologia para identificar foras da lei

Pela primeira vez, a Secretaria Estadual de Segurança vai usar alta tecnologia, com o mapeamento de pessoas procuradas pela polícia, vídeomonitoramento com imagens captadas por seis  drones para garantir a segurança no Corso de Teresina, que será realizado neste sábado (15), informou o secretário estadual de Segurança Pública, capitão Fábio Abreu.

Ela afirmou que será instalado no Centro de Comando Integrado de Segurança Pública vídeo wall para acompanhar a movimentação no Corso de Teresina da Ponte Juscelino Kubitschek, até a Ponte de Primavera, passando pela Ponte Estaiada, na zona Leste de Teresina.

“Vamos fazer o confronto das imagens e identidades das pessoas que têm mandado de prisão emitidos pela Justiça com pessoas que possam estar no Corso de Teresina. Vamos usar alta tecnologia”, falou Fábio  Abreu.

Ao mesmo tempo, o Governo do Estado vai usar, através da Secretaria Estadual de Justiça (Sejus), o mapeamento eletrônico dos presos que estão em liberdade condicional  ou em prisões domiciliares para saber se estão, ilegalmente, no Corso de Teresina.

Segundo o secretário estadual de Justiça, Carlos Edilson, agentes  penais irão dar apoio às Polícias Civil e Militar na fiscalização de pessoas que estão sob medida cautelar e que por isso devem seguir restrições da Justiça.

Um homicídio envolvendo um monitorado por tornozeleira eletrônica no Corso em 2019 chamou a atenção da polícia para a edição deste ano.

Carlos Edilson disse que a chegada de pessoas com tornozeleiras será acompanhada em tempo real.

“Se a pessoa monitorada for para o Corredor da Folia, o sistema acusa. É nesse momento que ele será fiscalizado, falou Carlos Edilson.

Em todo o Piauí, cerca 500 pessoas são monitoradas pela Secretaria Estadual de Justiça como medida cautelar alternativa à prisão. Somente no ano passado, 38 monitorados passaram pelo corredor do Corso.

Carlos Edilson falou que as proibições para os monitorados estarem presentes no Corso de Teresina  dependem das decisões impostas pela Justiça.

“Todo monitorado eletrônico tem um dever a cumprir e é essa a restrição. É essa fiscalização, que nós iremos fazer, verificar o que o Poder Judiciário determina. É permitido a ele monitorado estar em uma festa? É permitido a ele 22h  estar dentro daquele ambiente? É isso que nós iremos fazer em parceria com a Polícia. Havendo restrição, o portador de tornozeleira será conduzido ao Centro de Comando para prestar declarações. Só quem pode prender é o Poder Judiciário a não ser que seja preso em flagrante”, falou Carlos Edilson.


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