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Jeová Alencar diz que buscas em sua casa, PF não encontrou documentos

O  presidente da Câmara dos Vereadores, Jeová Alencar,  disse que a Polícia Federal (PF) foi na manhã desta sexta-feira em sua casa, fez buscas, mas não encontrou nenhum documento e nem levou seu telefone celular.

Ele disse que um amigo seu foi detido no dia das eleições e foi deflagrada a operação, mas não tem nenhum envolvimento com irregularidade ou compra de votos.

Jeová Alencar diz que em buscas em sua casa PF não encontrou documentos e não apreendeu seu telefone celular

"Quando tem uma pessoa com eu, um menino de vila da periferia, foi duas vezes o vereador mais votado, termina alvo dessas denúncias falsas, principalmente porque vamos eleger nosso candidato a prefeito", afirmou o presidente Jeová Alencar.

Jeová Alencar afirmou  que a denúncia de compra de votos e a prisão de uma liderança ligada a ele, é perseguição política. A PF deflagrou operação que investiga compra de votos nas eleições do 1º turno. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. 

Jeová Alencar se diz vítima de ameaças e que vai reforçar a segurança pessoal. Desde o resultado do primeiro turno, tem recebido ligações estranhas. 

“Ficou claro que é perseguição do lado de lá. Não faz nenhum sentido, envolveram uma liderança que é uma pessoa humilde. Eles não aceitam nossa vitória e nem a do Dr. Pessoa. Desde o começo da campanha, fui alertado para reforçar minha segurança, agora vejo que é necessário. Desde o resultado comecei a receber ligações estranhas. A pessoa diz que não adianta comemorar a vitória porque não vou sair vencedor”, falou  Jeová Alencar.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira a Operação Olaria, que  que investiga compra de votos em Teresina. A PF cumpriu  quatro mandados de busca e apreensão em investigação que apura o crime de corrupção eleitoral (compra de votos) na capital piauiense. 

O alvo da operação foi vereador Jeová Alencar, presidente da Câmara de Teresina.  O delegado federal  que preside o inquérito é Alex Chagas. Foram apreendidos celulares e computadores.

A Operação Olaria foi um desdobramento da prisão de uma liderança política que ocorreu no dia 15, nas eleições do 1º turno. 

Vereador é alvo de compras de voto pela PF

A PF recebeu uma denúncia de que uma liderança estava comprando votos na praça do bairro Cerâmica Cil. Ao chegar lá, os populares protegeram a pessoa, ela fugiu e a Polícia Federal só conseguiu fazer o flagrante no outro dia, após as eleições.   

Além de corrupção eleitoral são investigados crimes de transporte irregular de eleitores. 

"O material apreendido agora será analisado, com objetivo de comprovar os crimes investigados e a participação de outras pessoas, inclusive do candidato beneficiado", informou a PF.

Os mandados foram expedidos  o juízo da 98ª Zona Eleitoral de Teresina. O nome da operação faz alusão à localidade de origem da liderança política presa no bairro Cerâmica Cil.


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