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Efrém Ribeiro

No Piauí, policiais matam 21 e 7 são mortos em operações

No Piauí, policiais matam 21 e 7 são  mortos em operações

Efrém Ribeiro

Da Editoria Geral


A vitimização de policiais continua a ser tratada como um tabu tanto por parte da sociedade como, e principalmente,

por parte do Estado brasileiro em seus mais diversos entes e órgãos, que, não obstante os dados no que toca às suas vulnerabilidades, ignora por completo a realidade destes profissionais, diz o estudo Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública 2019.

Segundo o anuário, em 2018 21 pessoas foram mortas por policiais durante intervenções militares e 7 policiais foram assassinados. Das 21 pessoas mortas, apenas uma foi vítima de policial fora serviço.

De acordo com o estudo, é  certo que as mortes de polícias por crimes letais violentos  vêm diminuindo, situação que, é bom que diga, não se deve à atuação das autoridades políticas estatais, pois nenhuma política pública sobre estas questões foi desenvolvida pelo Estado brasileiro, mesmo com a vigência da Lei 13.675/18 (Lei do Sistema Único de Segurança Pública – SUSP).

No Brasil, em números absolutos, 343 policiais civis e/ou militares foram mortos em 2018 em confronto ou por lesão não natural (descartando-se, portanto, os casos de acidente de trânsito e suicídio), o que significa, na comparação com o ano de 2017, uma redução de 8% no número de mortes (neste ano foram 373 mortes).

No comparativo com o ano de 2017, em vários Estados houve um recrudescimento no número de policiais mortos. A exceção fica por conta dos Estados do Espírito Santo, Maranhão, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Amapá, Amazonas e Roraima, onde ocorreu um aumento no número de óbitos de policiais, devendo-se destacar os

Estados do Amapá, com um aumento de 600%, Roraima, 300%, Espírito Santo, 50%, Pernambuco, também 50% e Rio Grande do Norte, 38%.

O levantamento mostra que foram 87 policiais mortos quando estavam trabalhando e 256 quando estavam fora de serviço. Como o ocorrido em anos anteriores e não obstante a redução no comparativo com 2017, permanece ainda um elevado

número de policiais mortos fora de serviço, momento que os deixa mais vulneráveis  na medida em que, não obstante estarem armados, se encontram sozinhos e distraídos.

É importante destacar também que, conforme alguns estudos apontam, o fato de serem policiais e estarem armados faz

destes profissionais vítimas em potencial de delinquentes que, seja na busca por vingança, seja no pagamento de dívidas com o crime organizado ou mesmo na busca pela sua arma, ataca estes profissionais, o que ocorre exatamente no momento em que este se encontra de folga, portanto, sem a suposta proteção da farda, da viatura ou de seus

colegas. Destaque-se que, ao contrário dos discursos retóricos, que agradam os ouvidos dos incautos, a maioria das polícias brasileiras não reconhece a morte de um policial de folga como sendo um fenômeno decorrente da sua condição de policial, situação que traz inúmeros problemas à família deste profissional, que perambula de repartição

em repartição pública em busca do reconhecimento, do respeito e do direito devido ao policial e à família deste.


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