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Operação prende 15 pessoas, apreende 1.200 pedras de crack

Operação prende 15 pessoas, apreende 1.200 pedras de crack

Operação prende 15 pessoas, apreende 1.200 pedras de crack e desmantela plano para matar policiais

A Polícia Civil do Piauí deflagrou no último sábado a operação São Miguel Arcanjo e deu cumprimento a quinze mandados de prisão nas cidades de Baixa Grande do Ribeiro e Balsas (MA).

A operação foi coordenada pelos delegados Francisco Rodrigues, Matheus Zanatta e Jarbas Lima e contou com o apoio da Polícia Militar do Piauí e do Maranhão.

Segundo o Delegado Matheus Zanatta, a operação foi fruto de nove meses de investigações e iniciou a partir da apreensão de mil e duzentas pedras de cocaína na forma de crack, na cidade de Uruçuí.

A Operação São Miguel Arcanjo, teve como objetivo a desarticulação de organização criminosa com ramificações no Piauí e Maranhão e que era envolvida no tráfico de drogas.

O Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública auxiliou nas investigações desde o início das atividades que culminaram nesta operação São Miguel Arcanjo, assim denominada por ser padroeiro dos policiais e líder das hostes (exércitos) celestiais, sendo o comandante do Exército de Deus e o líder das forças celestes em seu triunfo sobre os hostes infernais.

A Policia Civil informou que operação Miguel Arcanjo desbaratou uma quadrilha interestadual responsável pelo tráfico de drogas na região de Baixa Grande do Ribeiro no Piauí e Balsas no Maranhão. Com a prisão de 15 pessoas, foi abortado também o plano do assassinato de quatro policiais militares lotados em Baixa Grande do Ribeiro.

O cumprimento de 15 mandados de prisão aconteceu nas cidades de Balsas (MA) e Baixa Grande do Ribeiro. Três pessoas foram presas na cidade maranhense, entre eles, os supostos líderes do bando, que seriam responsáveis pelo abastecimento de drogas no sul do Piauí e em Baixa Grande foram cumpridos os 12 restantes.

O delegado Matheus Zanatta disse que a organização criminosa era liderada por um homem identificado como James, o Tolica, que atuaria com seus irmãos, identificados como Chico e Felim e distribuíam drogas em Baixa Grande do Ribeiro.

?Inclusive, os três chegaram a ameaçar quatro policiais militares de morte por atrapalharem o negócio lucrativo da quadrilha que chegou a render, segundo informações, R$ 8 mil em uma única semana?, falou Zanatta.

Zanatta disse ainda que James utilizava atividades comerciais lícita para a lavagem de dinheiro do tráfico de entorpecentes, com uma metalúrgica e um mercadinho.

Disse que James atuava em várias cidades do Piauí e Maranhão. Há informações que James seria o grande fornecedor para a cidade de Baixa Grande do Ribeiro e Ribeiro Gonçalves.

A procedência da droga recebida seria Grajaú.

James é irmão de Chico e Felim, onde formaram uma espécie de sociedade em que se divide os lucros obtidos com o tráfico.

As investigações começaram em janeiro, quando o delegado Matheus Zanatta, ainda estava na delegacia de Uruçuí, juntamente com o major Nelson Feitosa, comandante do 10º BPM prenderam três pessoas com 1.200 pedras de crack em Baixa Grande do Ribeiro.

Quando foi removido para Floriano, Matheus Zanatta repassou as investigações para o delegado Jarbas Lima, que assumiu a Delegacia da Polícia Civil de Uruçuí deu continuidade.

O delegado Jarbas Lira, juntamente com policiais militares de Baixa Grande do Ribeiro, sob o comando do sargento Airton Avelino, prenderam vários acusados de tráfico como: Robson Clayton Nazareno e Jamilson Costa Carvalho, que em seus depoimentos confessaram que havia uma quadrilha organizada responsável pelo tráfico ilícito de entorpecentes na cidade de Baixa Grande do Ribeiro.

As prisões dos 15 acusados foram realizadas pelos delegados Jarbas Lima com o apoio dos policiais militares do Piauí: soldado Carlos, subtenente Porto e tenente Oliveira e com auxílio da PMMA e no Piauí, foram comandas pelo delegado Matheus Zanatta com apoio do delegado regional Francisco Rodrigues e do major Nelson Feitosa, do 10° BPM de Uruçuí, além da Força Tática de Floriano e o trabalho do núcleo de inteligência da Policia Civil.

Os presos na Operação Miguel Arcanjo são os seguintes:

Chico : Irmão de sangue de James. Acusado de atuar como traficante na região de Baixa Grande do Ribeiro. Iria deixar droga naquela cidade quando James não poderia ir. Já responde a homicídio em Balsas (MA).

Felim :Irmão de criação de James e Chico. Considerado pela polícia como o mais perigoso do grupo, já que seria um exímio atirador e seria acusado de homicídios. Possui mais dinheiro que James e Chico.

Cristina: é acusada de possui um prostíbulo às margens do anel viário de Baixa Grande do Ribeiro e utilizar um bar para camuflar atos ilícitos, como de aliciamento à prostituição. O local seria supostamente também uma boca de fumo. Ela é acusada ainda de repassar drogas para caminhoneiros e às vezes também iria buscar a droga em Balsas (MA). Depositava o dinheiro arrecadado para James e seus irmãos.

Jomar Rodrigues de Abreu, o Baiano, acusado de traficar crack em Baixa Grande do Ribeiro sendo fornecida por James e irmãos.

Edinaldo Batista da Costa, o Fogão, acusado de ser o responsável pelo transporte da droga ilícita.

Jaqueline - Acusada de ser traficante de entorpecentes e distribui drogas em Baixa Grande do Ribeiro.

Luis Egídio de Queiroz, o Luís Mafuá ou Luís Soldador: já é processado por lesão corporal grave e homicídio. É acusado de ser associado para o tráfico.

Natanael Pereira da Rocha, Natan , acusado de tráfico no município de Baixa Grande do Ribeiro e receber a droga de James.

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