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Mulheres representam 55% do transporte público em Teresina

Segundo uma pesquisa realizada recentemente pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec), as mulheres são as principais usuárias de transporte público, representando cerca de 55,7% dos usuários de transporte na capital, mesmo com o período de isolamento social. 

Apesar de serem maioria, o transporte público não é um ambiente confortável para elas. Muitas sentem-se inseguras, com medo de assédios, violência, assaltos, dentre outros problemas relatados.

Reprodução

Na tentativa de encontrar uma solução para esse problema e mapear as questões vivenciadas por mulheres no transporte público de Teresina, a Prefeitura está aplicando um questionário para conhecer melhor a experiência de cada mulher na utilização desse serviço. A pesquisa pretende dar voz às usuárias de transporte público, para conhecer melhor suas demandas e problemas.

Para responder o Diagnóstico, as mulheres devem acessar o link disponibilizado até o dia 29/05, que pode ser respondido de forma anônima e os dados serão utilizados sem a identificação das pessoas.

O questionário direcionado às mulheres, faz parte de um estudo realizado para melhorar a gestão de transporte público na cidade. O projeto é realizado pela Prefeitura de Teresina, por meio da Agenda Teresina 2030, com apoio da Secretaria de Transportes (STRANS), da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), juntamente com a Agência de Desenvolvimento Francesa (AFD) e todo  o trabalho está sendo desenvolvido pela empresa Systra., em parceria com a Universidade de Fortaleza (UNIFOR).

Para a Assessora Técnica da SMPM, Suzianne Santos, que fez parte do processo de elaboração do questionário direcionado às mulheres na capital, o diagnóstico traz vários pontos de destaque, dentre eles, a demonstração que as relações sociais de gênero se mostram de diferentes formas, para homens e mulheres no espaço público.

“A SMPM vem participando desde março de reuniões com os órgãos envolvidos, no intuito de contribuir com as metodologias de participação social e no olhar para a perspectiva de gênero. Queríamos que as questões colocadas contemplassem a realidade local, com destaque para as questões de segurança das mulheres no transporte público, como terminais, paradas de bairro e no próprio ônibus”, explica a assessora.

A arquiteta da Systra Tátila Távora enfatizou que as mulheres se destacam como um público vulnerável à violência no deslocamento urbano, e enfrentam outros inúmeros problemas que muitas vezes nem são relatados devido sua naturalização dentro da sociedade.

“Essas respostas servirão de parâmetro para as soluções propostas que devem considerar o problema que a mulher enfrenta como uma problemática geral e não secundária. Nós precisamos reconhecer que temos usuários com necessidades diferentes e é necessário buscarmos formas de atendê-los em sua completude. E por isso precisamos olhar melhor para nossas mulheres”, finalizou Tátila Távora.


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