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Piauí tem as maiores taxas de escolaridade e de ocupação e a menor taxa de desocupação do Brasil

Piauí tem as maiores taxas de escolaridade e de ocupação e a menor taxa de desocupação do Brasil

Piauí tem as maiores taxas de escolaridade e de ocupação e a menor taxa de desocupação do Brasil

A taxa de escolaridade do grupo de pessoas de 18 a 24 anos de idade do Piauí, de 40,7%, é a maior do Brasil, e 10,4% maior do que a média nacional, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

?Está é maior taxa de escolaridade entre os Estados?, afirmou o supervisor de Informações do IBGE, Pedro Soares. A taxa do Brasil é de 30,3%%.

Em 2008, a maior taxa de escolarização do Brasil era a de Brasília, que era de 40,1% e o Piauí tinha uma taxa de 33,4%. A de Brasília caiu para 36,6%.

Pedro Soares disse que o crescimento da escolaridade do Piauí é justificada pelos incentivos dos programas de transferência de renda, ações da Secretaria de Educação e das Prefeituras para manter as crianças nas salas de aula. também abertura de vagas nos programas de Educação de Jovens e Adultos, além da exigência de maior escolaridade feita pelo mercado de trabalho.

A taxa de escolaridade de quatro a cinco anos de idade no Piauí é de 90,7%, igual a do Ceará e no Brasil é de 74,8%.

A taxa de escolarização em quase todas as faixas etárias é maior no Piauí do que a do Brasil.

A taxa de escolarização na faixa de seis a 14 anos no Piauí ficou em 98,2% e a do Brasil é de 97,6%. A da faixa etária de 98,5, a do Brasil é de 98%. A de 15 a 17 anos é de 81,6% e a média nacional é de uma taxa de escolarização de 85,2%.

O IBGE apontou que a taxa de analfabetismo de 15 a mais anos de idade no Piauí está na faixa de 19,1 a 24,6%. Uma faixa que é compartilhada pela Paraíba e Alagoas. Esta faixa é a menor do Brasil.

O Brasil tem 14,1 milhões de analfabetos, o que corresponde a 9,7% do total da população com 15 anos ou mais de idade, de acordo com dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na comparação com 2008, houve queda de 1%. Naquele ano, a taxa de analfabetismo era de 10%. De 2004 a 2009, a taxa recuou 1,8 p.p. (ponto percentual).

No Nordeste, 18,7% da população é analfabeta, ante 19,4% em 2008 e 22,4% em 2005. No Norte, os analfabetos representam 10,6% da população; no Centro-Oeste, significam 8%, e 5,7% no Sudeste. No Sul, essa proporção é de 5,5%.

Entre os analfabetos, predomina a população mais velha. Do total de pessoas sem estudo, 92,6% têm 25 anos ou mais. Entre as pessoas com 50 anos ou mais, 21% não sabem ler e escrever. De 40 a 49 anos, são 9,3% de analfabetos.

Na avaliação dos indivíduos de 15 a 17 anos, 1,5% são analfabetos. Entre a população de 18 a 24 anos, essa proporção chega a 2,1%.

A Pnad mostra melhora no nível de escolaridade da população. Do total da população com mais de 25 anos de idade, 10,6% tem nível superior completo, ante 8,1% em 2004.

Entre essa parcela da população, 12,9% não têm instrução --contra 15,7% em 2004. Outros 36,9% têm o ensino fundamental incompleto, e 8,8% finalizaram o ensino fundamental. Já 23% da população têm o ensino médio completo.


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