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Piauí tem um das maiores taxas de crescimento dos serviços do Brasil, de 2,5%

Piauí tem um das maiores taxas de crescimento dos serviços do Brasil, de 2,5%

Piauí tem um das maiores taxas de crescimento dos serviços do Brasil, de 2,5%

Em janeiro, o setor de serviços do Brasil registrou um crescimento nominal de 9,3% em relação a janeiro de 2013, superior às taxas observadas em dezembro (8,3% revisado) e novembro (8,8%). Os Serviços prestados às famílias cresceram 12,1%, os Serviços de informação e comunicação, 8,8%, os Serviços profissionais, administrativos e complementares, 9,0%, Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, 10,0% e

em janeiro, todas as Unidades da Federação apresentaram variação nominal positiva. As maiores taxas foram no Distrito Federal (19,1%), Goiás (17,8%) e Paraíba (17,0%) e as menores, em Mato Grosso (0,6%), Pará (1,4%) e Piauí (2,5%).

Entre as contribuições das Unidades da Federação, destacam-se São Paulo (52,6% e 4,9 p.p.), Rio de Janeiro (12,8% e 1,2 p.p.), Paraná e Distrito Federal (ambas com 4,3% e 0,4 p.p.).Em Serviços prestados às famílias, lideraram o Espírito Santo (21,4%), São Paulo (19,3%) e Ceará (16,6%). As menores taxas positivas foram em Minas Gerais (4,6%), Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul (ambas 6,8%) e Pernambuco (7,6%). Distrito Federal teve queda (-2,8%).

Em Serviços de Informação e Comunicação, as maiores taxas foram em Goiás (27,7%), Distrito Federal (13,8%) e Santa Catarina (13,1%). As menores taxas positivas foram em Pernambuco (4,3%), Paraná (5,6%) e Ceará (6,8%). Houve quedas na Bahia (-6,8%), Espírito Santo (-2,6%) e Minas Gerais (-1,2%).

Em Serviços profissionais, administrativos e complementares, lideram o Distrito Federal (19,4%), São Paulo (14,2%) e Santa Catarina (13,9%). As menores variações positivas foram no Ceará (0,4%), Minas Gerais (1,0%) e Espírito Santo (2,5%). Houve quedas na Bahia (-5,1%) e no Rio Grande do Sul (-1,2%).

Em Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, Distrito Federal (29,0%), Pernambuco (14,7%) e Rio de Janeiro (12,1%) tiveram as maiores variações, e as menores foram no Rio Grande do Sul (5,4%), São Paulo (8,9%) e Santa Catarina (9,0%).

Em Outros serviços, os maiores crescimentos foram no Distrito Federal (42,8%), Bahia (20,1%) e Ceará (19,9%). As menores taxas foram observadas em Minas Gerais (7,2%), Rio Grande do Sul (5,8%), São Paulo (1,2%) e Espírito Santo (-15,0%).

Outros serviços, 6,8% (Tabela 1). Na série dos últimos 12 meses, a taxa de janeiro (9,3%) foi inferior apenas às de abril (11,6%) e setembro (9,7%). O crescimento nominal acumulado em 12 meses ficou em 8,5%.

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) abrange o segmento empresarial não financeiro, exceto os setores da saúde, educação, administração pública e aluguel imputado.

Os Serviços de informação e comunicação e os Serviços profissionais, administrativos e complementares contribuíram acentuadamente para o crescimento do setor de serviços em janeiro. Esses dois segmentos apresentam uma participação relativa bastante expressiva na estrutura do setor: 35,7% e 20,5%, respectivamente (Tabela 2).

Quanto à composição relativa da taxa, a contribuição dos Serviços de informação e comunicação passou de 27,7% em dezembro para 32,3% em janeiro e a dos Serviços profissionais, administrativos e complementares, de 18,1% para 19,4%. Em que pese os Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio terem peso expressivo na composição da taxa, houve desaceleração de 41,0% em dezembro para 34,4%, em janeiro.

Os Serviços prestados às famílias cresceram 12,1% em janeiro sobre igual mês do ano anterior, acima do observado em dezembro (9,6%) e novembro (10,1%). Neste segmento destacam-se os Serviços de alojamento e alimentação (12,3%) e Outros serviços prestados às famílias (11,1%). A série mantém crescimento contínuo a partir de fevereiro, evoluindo de 7,3% a 12,1% em janeiro. No mesmo período, a massa de rendimento médio real habitual da população ocupada cresceu 3,0%1 e passou de R$ 44.863 milhões para R$ 46.224 milhões.

Os Serviços de informação e comunicação cresceram 8,8%, acima de dezembro (6,6%) e novembro (7,0%). Os Serviços de tecnologia da informação e comunicação-TIC, que abrangem os serviços de telecomunicações e de tecnologia da informação, cresceram 8,6% e os Serviços audiovisuais, de edição e agências de notícias, 10,0%. O segmento de Serviços de informação e comunicação contribuiu em 32,3% (ou 3,0 p.p., em termos absolutos) para a taxa geral.

Os Serviços profissionais, administrativos e complementares cresceram 9,0% em janeiro, contra 6,8% em dezembro e 9,4% em novembro.

Os Serviços técnico-profissionais, que abrangem os serviços intensivos em conhecimento, cresceram 13,8% e os Serviços administrativos e complementares, que abrangem os serviços intensivos em mão de obra, 7,3%. Sua contribuição foi de 19,4% (ou 1,8 p.p.) para o índice geral.

O segmento de Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio cresceu 10,0% em janeiro, abaixo da taxa de dezembro (11,4%) e no mesmo patamar de novembro (10,2%).

As maiores taxas de crescimento foram em Transporte aquaviário (19,5%) e Transporte aéreo (12,2%), sendo que o Transporte terrestre registrou crescimento de 4,4%. Os Serviços de armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio registraram variação de 18,9%. Esse segmento contribui com 34,4% (ou 3,2 p.p) para o índice geral.

O segmento Outros serviços2 apresentou crescimento nominal de 6,8%.

Em janeiro, houve alta em todas as Unidades da Federação


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