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Raio-X quebrado deixa paciente em corredor de hospital de Teresina por 13 horas

Raio-X quebrado deixa paciente em corredor de hospital de Teresina por 13 horas

Raio-X quebrado deixa paciente em maca em corredor de hospital de Teresina por mais de 13 horas e falta de agulha deixa crianças sem vacinas

A sacoleira Irandi da Silva chegou à 1h da madrugada de domingo com fortes dores de seu corpo no Hospital Municipal do Promorar, na zona Sul de Teresina. Uma médica a atendeu e, depois, outro médico a atendeu. Os dois informaram que as dores eram consequência de cálculo renal ou problema na vesícula. Passaram um medicamento, mas Irandi da Silva não voltou para a casa porque as dores continuaram, indo e voltando, e porque ficou deitada em uma maca do Hospital Municipal do Promorar durante toda a madrugada e às 13h ainda continua esperando um exame para que os médicos diagnosticassem o que realmente estava sentindo., as causas da dores para a medicarem de forma correta.

Ela estava há 13 horas deitada em uma maca nos corredores do Hospital do Promorar esperando o exame porque o aparelho de raio-X estava quebrado e não poderia ser usado para fazer o exame.

?O aparelho de raio-X está quebrado e por isso até agora não fizeram o exame para que o médico saiba se o meu problema de saúde é cálculo renal ou vesícula. Enquanto isso, a dor não passa. Vai e volta?, afirmou Irandi da Silva.

Aparelhos de raio-X quebrado, falta de médicos nos plantões nos hospitais municipais, pacientes de urgência e emergência esperando até quatro horas para serem atendidos no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e ficam, vergonhosamente, em macas na recepção do estabelecimento hospitalar esperando uma vaga para ser atendido nas enfermarias.

A situação é dramática como mostra o atendimento na tarde de domingo no HUT quando um homem sangrando estava perto da grade do portão do Hospital de Urgência de Teresina à espera de um médico para que fosse atendido.

Na tarde de domingo, o vaqueiro Francisco das Chagas foi golpeado na barriga por um novilho, ferindo sua barriga, na localidade Fura Mão, na zona rural de Piracuruca. Uma caminhonete de uma cooperativa de veículos que presta serviço

para a Prefeitura de Piracuruca levou Francisco das Chagas ferido para ser atendido, com urgência, pelo HUT.

Apesar do estado delicado de saúde de Francisco das Chagas, ele não foi encaminhado diretamente para uma enfermaria, sala de cirurgia e apartamento do HUT, mas ficou com seu corpo deitado em uma maca metálica esperando que um médico ou um enfermeiro se sensibilizasse com sua situação.

?Eu acho que o atendimento do vaqueiro vai demorar?, previu o motorista Auro Cardoso, que levou Francisco das Chagas, de Piracuruca para o HUT.

Falta agulhas para aplicação de vacinas na Maternidade Municipal do Dirceu

Nos bancos, nas clínicas e consultórios de Teresina existem uma máquina que emite um a senha, a pessoa pega o número, senta e espera ser chamada em um painel eletrônico pelo número da senha.

Por que razão, um sistema desse, que não é muito caro não é implantado nos hospitais e maternidades municipais de Teresina?

Falta absoluta de sensibilidade.

Por falta de um sistema mais humano, dezenas de mulheres ficam em pé com seus bebês na Maternidade Municipal Wall Ferraz, no conjunto Dirceu II, na zona Leste de Teresina, em uma fila à espera de que seus filhos sejam vacinados e prevenidos de doenças frequentes na infância.

As filas ocupam grande parte da área pública da Maternidade Wall Ferraz, administrada pela Prefeitura de Teresina.

?Se nós mães não merecemos ser bem tratadas, deveriam levar em conta pelo menos a situação de nossos bebês?, afirmou a dona de casa Maria Luiza, com seu bebê nos braços esperando em uma longa fila.

O funcionário público Antônio Mariano diz que ficou revoltado quando uma funcionária da sala de vacinas deixou que as mães e pais enfrentassem longas filas para vacinar seus filhos e só dizia que não poderiam ser vacinadas quando chegavam em sua frente.

A funcionária informou que as crianças não poderiam ser vacinadas porque estava faltando agulhas.

?Eu fiquei revoltado e disse para a funcionária porque ela não tinha levantado a bunda da cadeira e avisado aos pais que não teria vacina daquele dia. Ela tinha o prazer de deixar todos na fila para dizer a cada um que não tinha vacinas. É um abuso?, falou Antônio Mariano.

O presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Luiz Lobão, informou que tem fila para vacinação porque existe uma burocracia de checagem da ficha de vacinação de cada criança e anotação em livros antes da aplicação da vacina.


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